Não sei por que pensei isso nesse exato momento, talvez por ter olhado o deserto do cabeçalho do blog, enfim... Deserto (principalmente norte-americano, praqueles lados de Nevada, Texas...) lembra muito as aparições de Óvnis que aconteceram, pelo menos no imaginário de quem "viu". A verdade é que nada foi comprovado em relação a esses seres tão distantes, se é que há distância mesmo. Fotos já são manjadas, ninguém mais acredita, mas aposto que quando você olhou pra TV naquela madrugada de insônia, e viu a dita "necrópsia de um UFO", ficou com um pé atrás sobre as verdades e mentiras desse mundo. Perguntas sobre esse tema são quase sempre (e creio eu que ficará sem solução por um bom tempo ainda) indesvendáveis. Afinal, existe a área restrita - a famosa "Área 51", ou será só mais uma invenção de tablóides sensacionalistas? Caiu mesmo aquele disco-voador na URSS? o E.T. de Varginha causou assombro de verdade, ou foi só mais uma história de jeca?Uma pergunta hipotética: Existe vida fora do planeta?
Não sei por que pensei isso nesse exato momento, talvez por ter olhado o deserto do cabeçalho do blog, enfim... Deserto (principalmente norte-americano, praqueles lados de Nevada, Texas...) lembra muito as aparições de Óvnis que aconteceram, pelo menos no imaginário de quem "viu". A verdade é que nada foi comprovado em relação a esses seres tão distantes, se é que há distância mesmo. Fotos já são manjadas, ninguém mais acredita, mas aposto que quando você olhou pra TV naquela madrugada de insônia, e viu a dita "necrópsia de um UFO", ficou com um pé atrás sobre as verdades e mentiras desse mundo. Perguntas sobre esse tema são quase sempre (e creio eu que ficará sem solução por um bom tempo ainda) indesvendáveis. Afinal, existe a área restrita - a famosa "Área 51", ou será só mais uma invenção de tablóides sensacionalistas? Caiu mesmo aquele disco-voador na URSS? o E.T. de Varginha causou assombro de verdade, ou foi só mais uma história de jeca?Crise mundial levará mais de 55 milhões de pessoas à pobreza extrema, preveem Bird e FMI
Brasília - Entre 55 e 90 milhões de pessoas passarão à condição de pobreza extrema ainda este ano devido à recessão mundial resultante da crise financeira internacional. Mais de 1 bilhão sofrerão de fome crônica no mundo todo. As previsões estão em relatório divulgado hoje (24) pelo Banco Mundial (Bird) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), às vésperas da reunião de primavera das duas instituições, que será realizada neste final de semana em Washington (EUA). O documento, intitulado Informe sobre Acompanhamento Global 2009: Uma Emergência de Desenvolvimento, alerta também para o crescimento do desemprego e constata que dificilmente serão alcançados os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio fixados para 2015. Estão comprometidas metas estabelecidas para áreas como fome, mortalidade infantil e materna, educação e a luta contra o HIV/aids. A meta de reduzir a pobreza extrema pela metade, considerando-se como base os níveis de 1990 (41,7%) – o primeiro dos oito Objetivos do Milênio – é considerada exequível, mas corre sérios riscos. Na África subsahariana, por exemplo, não será alcançada, segundo previsão do Bird e do FMI.Para garantir as metas de educação e saúde, o documento pede investimentos urgentes nas redes de proteção social. Nesse sentido, recomenda mais eficiência nos gastos públicos e promoção da maior participação do setor privado. O relatório sugere ainda investimentos em infra-estrutura e nas pequenas empresas dos países pobres. “A crise afetará todos os países em desenvolvimento nos próximos dois anos, mediante a contração dos volumes de exportação, a diminuição dos preços, a desaceleração da demanda interna, a redução das remessas e dos investimentos estrangeiros, o menor acesso ao crédito e o retrocesso das receitas”, constatam as instituições. O Banco Mundial e o FMI apostam nas trocas comerciais como forma de estimular a economia global. Por isso, endossam a determinação do G20 financeiro de turbinar o financiamento ao comércio e reiteram a necessidade de uma “firme determinação” para se cumprir a promessa de evitar a adoção de medidas protecionistas.Fonte: Agência Brasil
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 21 milhões na próxima quarta-feira
A Mega-Sena acumulou e nenhum apostador levou o prêmio, previsto em R$ 8 milhões, neste sábado (29). Para o próximo concurso, nesta quarta-feira (2), o prêmio pode chegar a R$ 21 milhões. As dezenas sorteadas no concurso 1104, deste sábado, foram: 02, 03, 06, 35, 49 e 58. Os 95 acertadores da quina vão levar R$ 17.867 cada um. Já os 6.982 apostadores que acertaram na quadra levarão para casa R$ 347 cada um. Na quarta, o sorteio do concurso 1105 acontece às 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em todas as casas lotéricas do país. Dicas preciosas Para facilitar a vida dos apostadores das loterias, a Caixa criou um site . No endereço é possível conferir os números mais sorteados, gravar as apostas já feitas e imprimir o volante para levar direto para a lotérica. Também é possível digitar palavras e descobrir que números elas representam na numerologia.Posse na Aceji e eleição no Sincorce mobiliza comunicadores
Por: João Ferreira
Conheça 28 recomendações para uma reportagem investigativa
Trecho do livro "Anatomia da Reportagem" (Publifolha, 2008), escrito pelo repórter especial da Folha de S.Paulo Frederico Vasconcelos, onde ele oferece 28 recomendações sobre como proceder antes, durante e depois de uma investigação jornalística. Trata-se de um autêntico mapa da mina para quem deseja aventurar-se pela arte de praticar a reportagem investigativa com coragem e rigor: A reportagem investigativa não é uma atividade individual, uma iniciativa isolada. Da sugestão da pauta à edição da reportagem há o envolvimento de profissionais de diferentes áreas da empresa jornalística, além da redação. Eles dão o suporte administrativo para pesquisas e material de apoio, além do necessário aconselhamento jurídico. Uma reportagem bem sucedida requer rigor e disciplina do repórter na obtenção e no trato da informação. Por ser um trabalho de equipe, falhas em procedimentos simples podem significar transtornos que atingem outros profissionais. Para ajudar a evitá-las, faço alguns comentários e listo algumas recomendações úteis:1. Antes de iniciar uma investigação, esteja certo de que a publicação para a qual trabalha tem interesse no tema e disposição para enfrentar resistências e coibir pressões. Esse cuidado aparentemente óbvio evita frustrações, desentendimentos posteriores com chefias e constrangimentos que poderão ser evitados.
2. É importante que haja compreensão dos riscos envolvidos e que seja assegurada a retaguarda jurídica para garantir ao repórter o exercício tranqüilo de seu trabalho.
3. As reportagens devem ser realizadas com todos os cuidados para se evitar contestações, seja por meio de cartas, de desmentidos oficiais ou em ações de indenização e processos criminais.
4. Processos contra jornalistas podem ser usados para abortar o tratamento de casos rumorosos pela imprensa ou para tentar desqualificar o profissional.
5. Ações de reparação movidas contra empresas jornalísticas têm um custo muito elevado, mesmo antes de eventual indenização. Na prática, esses processos obrigam o jornalista a fazer uma segunda apuração, reportagem que não será publicada. Se os cuidados preliminares não foram tomados, haverá o desconforto da busca de provas que deveriam ter sido obtidas antes da publicação, ou de solicitações incômodas para que revelações e afirmações obtidas off the records, em confiança, sejam repetidas formalmente perante um juiz.
6. Muitas vezes a imprensa "compra" a suposição de que as provas de um crime estão evidentes ou "vende" ao leitor a idéia de que essa comprovação virá na edição seguinte. Não são raras as reportagens a partir de simples depoimentos, sem provas, acenando com a perspectiva de que elas virão tão logo seja quebrado o sigilo dos suspeitos. Investigações preliminares tratadas como condenações públicas definitivas ajudam a alimentar a indústria das indenizações. Uma vez livres de inquéritos mal-instruídos, ou beneficiados por sentenças contraditórias, restará aos acusados "limpar o nome na praça" com ações de danos morais contra os jornalistas.
7. Ao tomar conhecimento de algum fato que mereça investigação, o jornalista deve procurar, antes de sair a campo, levantar todas as informações possíveis sobre o fato. Deve saber os eventuais interesses de quem está sugerindo a reportagem e avaliar se há interesse público no que será investigado. É importante saber a quem a reportagem prejudicará e quem será beneficiado com a divulgação dos fatos.
8. O repórter deve manter saudável distanciamento das fontes. Mesmo que os interesses sejam legítimos, a fonte original não deve exercer influência no processo de apuração e nas conclusões da reportagem. O jornalista não pode depender de uma única fonte. Mesmo confiando plenamente no seu informante, é saudável ouvir a opinião de outras pessoas de confiança. Se possível, obter avaliação neutra sem citar as partes envolvidas.
9. As denúncias devem ser tratadas como material preliminar para a investigação jornalística. Declarações, mesmo gravadas, podem ter efeito limitado. Uma afirmação feita ao jornalista pode não ser sustentada, depois, diante do delegado de um inquérito. Uma afirmação no inquérito pode ser refeita ou negada perante o juiz.
10. É recomendável pesquisar em outras publicações sobre os personagens centrais. Os casos apurados geralmente têm ramificações. Se for uma disputa judicial, é preciso conferir se há processos relacionados ao caso que não tenham sido informados ao jornalista.
11. É possível que chegue às mãos do repórter apenas uma peça de uma disputa mais ampla. Por isso, deve sempre ser feito um levantamento prévio de todos os envolvidos, consultando-se outros casos em que atuam os advogados das partes. Essa é uma forma de encontrar novas fontes, novos caminhos para uma matéria cuja apuração às vezes não avança.
12. O repórter deve pedir comprovantes e cópias de documentos. É útil guardar tudo que não puder publicar. Sempre que possível, ter documentos na mão. Quando for recebido um documento por fax, tirar fotocópia e guardá-la. A cópia por fax costuma ficar ilegível.
13. Antes de começar uma entrevista, deve-se deixar bem claro o objetivo da reportagem. O entrevistado deve ter o tempo que for preciso para pensar, para voltar atrás, refazer suas respostas. É um direito seu.
14. Sempre se deve terminar uma entrevista perguntando ao entrevistado se ele gostaria de acrescentar alguma coisa que não tenha sido questionada pelo repórter.
15. Deve-se pedir ao entrevistado que diga claramente qual o ponto que considera mais importante a ser ressaltado ou a afirmação que julgue mais relevante. É a opinião dele que deve prevalecer.
16. O jornalista deve guardar as fitas de gravações e sempre pedir permissão para gravar. A recusa à gravação pode ser um indicador da firmeza, ou não, de sua fonte ou de seu entrevistado. Costumo perguntar se a fonte ou o entrevistado sustentaria em juízo a informação ou opinião que me está passando. A reação ajudará a sopesar os fatos.
17. O repórter deve prestar muita atenção às datas. As contradições às vezes surgem na análise de detalhes. Recomenda-se ler e reler o material levantado, mesmo depois de publicada a primeira reportagem.
18. É importante trabalhar de forma organizada, registrando horário e datas de telefonemas e entrevistas. Considerando a possibilidade de processos futuros, é essencial poder comprovar as várias iniciativas tomadas para ouvir a parte contrária antes da publicação da reportagem.
19. As melhores reportagens são as mais equilibradas. A não ser nos casos em que essa prática impeça a apuração, quanto mais cedo o jornalista procurar o "outro lado", mais amplo será o contraditório. Se a reportagem é relevante e exclusiva, o repórter deve permitir à parte acusada tempo suficiente para levantar informações, documentos. Esse cuidado servirá também para mostrar que o jornalista agiu de boa fé, dado essencial se houver um processo.
20. Se não conseguir ouvir a parte contrária, o jornalista deve procurar os advogados dos acusados. Se não tiver êxito, é prudente procurar manifestações anteriores em favor dos acusados ou a opinião de amigos dos acusados.
21. Ao redigir o texto, não se deve fazer acusações. É importante consultar especialistas, que poderão emitir pareceres. Deve ser pedida avaliação a mais de um profissional. É conveniente evitar adjetivos.
22. O repórter só deve escrever quando tiver total conhecimento sobre os fatos a serem reportados. Havendo dúvidas, deverá voltar a consultar as fontes.
23. É recomendável consultar advogados para identificar pontos vulneráveis no texto. Expressões e formas de relatar os fatos podem ser substituídas no texto sem comprometer a reportagem.
24. Uma segunda leitura, feita por um colega da redação, sempre pode ajudar o repórter a tornar o texto mais claro e a eliminar duplas interpretações.
25. O repórter deve ajudar o seu editor, entregando o texto com sugestões de títulos, subtítulos e legendas de fotos. Muitas vezes os processos são movidos por causa de pequenos descuidos em títulos, artes ou em quadros explicativos.
26. O jornalista deve procurar ouvir a parte atingida tão logo a reportagem seja publicada. Além de demonstração de zelo, boa-fé e disposição para retificações, essa iniciativa pode manter a exclusividade na retomada do assunto. Se os procedimentos foram corretos na fase anterior, o acusado vai preferir que a sua versão esteja no dia seguinte na mesma publicação.
27. Deve-se sempre manter a isenção, deixar claro que o trabalho é impessoal. Quanto mais espaço para garantir o contraditório, menor a possibilidade de a reportagem vir a ser interpretada como perseguição.
28. Finalmente, deve-se estabelecer como meta realizar reportagens tão bem apuradas e equilibradas que desestimulem desmentidos, no dia seguinte, ou ações judiciais no futuro. Se, depois desses cuidados todos, ficar comprovado o erro, o jornalista deve admitir o fato com naturalidade e honestidade e assumir sua responsabilidade.
Fraude no Bolsa Família pode ser de 3,8 mil casos
Profissionais que atuam no Bolsa Família em Ponta Grossa devem começar a revisar o cadastro de 3,8 mil famílias que estão com situação irregular. Através de cruzamentos de dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadaÚnico) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), o governo federal constatou que estas famílias não se enquadram no perfil do programa. Ou seja, tem renda mensal superior a R$ 140 - prerrogativa do Bolsa. Dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (RENAVAM) apontam ainda que algumas destas famílias possuam até veículo. "Por isso a partir de setembro vamos fazer esta revisão através de assistentes sociais para apurar a situação irregular", afirma Rita de Cássia Mello Correia, gerente do Programa Social Básico do Município. O trabalho só não começará antes, segundo Rita, pelo fato de que até o dia 31 deste mês, Ponta Grossa deve atualizar o cadastro três mil famílias. "Ao todo seis mil necessitavam fazer a atualização dos dados, que é obrigatória a cada dois anos. Quem não atualizar os dados terá o programa bloqueado a partir do próximo mês", ressalta Rita. Quem tiver com o cadastro bloqueado ainda pode revisar os dados até dezembro - sem receber a verba. Após este período o cadastro será automaticamente cancelado. Ao todo, Ponta Grossa tem 14 mil beneficiários do programa do governo federal. Para dar conta de atualizar os dados de quem necessita, cerca de 30 pessoas entre funcionários e estagiários - e oito veículos foram acionados para visitar as famílias em suas residências. No entanto, Rita conta que a dificuldade em atualizar os dados prossegue. "De 272 famílias visitadas entre os dias 10 e 20 deste mês, 105 atualizaram os dados, 53 mudaram de endereço, 24 mudaram de cidade e 98 endereços não foram localizados. A necessidade de atualizar os dados é para manter o Bolsa Família em dia, se a situação da família está melhorando, se os dados estão corretos e se a família se enquadra nos requisitos do Bolsa", enfatiza Rita. Mãe de quatro filhos, dona-de-casa, casada, Fabiana Aparecida da Silva ganha com o Bolsa Família R$ 120 por mês. Ela procurou o Centro de Ação Social para atualizar os dados, já que ainda necessitam de uma renda extra. "Meu marido ganha pouco e com o dinheiro do programa eu consigo comprar uma roupa, uma comida melhor para os meus filhos. Não posso deixar bloquear o meu cartão", diz. Bolsa Família paga de R$ 22 a R$ 200 por beneficiário. Os valores pagos pelo Bolsa Família variam de R$22 a R$200, de acordo com a renda mensal por pessoa da família e com o número de crianças e Adolescentes de até 15 anos e de jovens de 16 e 17 anos. Programa Bolsa Família tem três tipos de benefícios: o Básico, a Variável e o Variável Vinculado ao Adolescente. O Benefício Básico, de R$ 68, é pago às famílias consideradas extremamente pobres, aquelas com renda mensal de até R$ 70 por pessoa (pago às famílias mesmo que elas não tenham crianças, adolescentes ou jovens). O Benefício Variável, de R$ 22, é pago às famílias pobres, aquelas com renda mensal de até R$ 140 por pessoa, desde que tenham crianças e adolescentes de até 15 anos. Cada família pode receber até três benefícios variáveis, ou seja, até R$ 66. O Benefício Variável Vinculado ao Adolescente (BVJ), de R$ 33, é pago a todas as famílias do Programa que tenham adolescentes de 16 e 17 anos freqüentando a escola. Cada família pode receber até dois benefícios deste tipo. Cadastro o que precisa: Basta à família procurar a prefeitura e solicitar a atualização. Por que: Para controlar e evitar fraudes no programa social Documentos necessários: Certidão de nascimento dos membros da família menores de 16 anos, RG dos membros da família a partir de 16 anos, declaração da escola dos membros da família com idade de 06 a 15 anos e cartão de vacinação dos menores de 07 anos. O responsável pelo benefício precisa apresentar o cartão do Bolsa Família, documento de identidade, CPF e comprovante de residência, no momento do recadastramento.Quadrilha acusada de golpes contra o INSS é condenada a penas que somadas chegam a 44 anos
Sete pessoas acusadas de fraudes contra o INSS, presas ano passado pela Polícia Federal durante operação Fantoche, foram condenados a penas que somadas ultrapassam aos 40 anos. A sentença é da juíza Valéria Caudi Magalhães, titular da 8ª Vara Federal do Rio. Os sete foram condenados pelos crimes de estelionato previdenciário, formação de quadrilha, inserção de dados falsos em sistema informatizado, falsificação de documentos públicos e uso de documento falso. A Operação Fantoche foi desencadeada pela Polícia Federal em novembro de 2008, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa liderada por Jurandir dos Santos, especializada em fraudar o INSS, mediante o saque de benefícios previdenciários fraudulentos. A PF acredita que o grupo tenha causado prejuízos superiores aos R$ 10 milhões. Jurandir dos Santos, apontado pela PF como líder da quadrilha, foi condenado a 15 anos de reclusão, sendo que a sentença ainda decretou o perdimento, em favor da União, de três imóveis residenciais localizados na Zona Sul do Rio, num valor estimado de R$ 1 milhão. Também foi sequestrada uma pousada em Cabo Frio em nome de Jurandir no valor de R$ 1,4 milhão. Foi demonstrado, durante as investigações, que tal patrimônio teria sido construído com o dinheiro oriundo dos benefícios previdenciários fraudulentos, ao longo de vários anos. Mais seis pessoas foram condenadas, entre elas um servidor público do INSS, as penas que somadas chegam a 29 anos de reclusão.Ex-prefeito e ex-secretária de Itatira (CE) deverão ressarcir Fundo Nacional de Saúde
Outras informações acesse o Portal do TCU
PARTICIPE DAS REUNIÕES PREPARATÓRIAS PARA 1ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE COMUNICAÇÃO
A 1ª Conferência Nacional de Comunicação será realizada, de 1º a 3 de dezembro,em Brasília.O tema será "Comunicação:meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital".Uma grande mobilização para Conferência acontece em todo Brasil e no Ceará.Aqui no Estado,toda semana acontecem reuniões da Comissão Cearense.Os encontros são realizados às quartas-feiras,às 18 horas,no Laboratório de Informática do curso de Comunicação Social da UFC,que fica na Avenida da Universidade,2672 - 2º andar - Benfica.VEM AI NOVA PAGINA NA WEB COM RADIO JORNALISMO CORAGEM AGUARDEM INÉDITO
WWW.JORNALISMO.CORAGEM.COM
O Observatório da Imprensa debateu o jornalismo investigativo como forma de denunciar a corrupção. Tendo como gancho o surgimento da fonte que ajudou a esclarecer o escândalo Watergate, na década de 70, nos Estados Unidos, levantamos a questão se o funcionário do FBI que passou as informações para os repórteres do Washington Post foi um traidor do governo americano, ou um herói. Será que a corrupção em nosso país não seria tão grande se mais funcionários do setor público denunciassem irregularidades de suas chefias? Aguardem novidade ineditas o SITE Jornalismo.Coragem vem acom toda sua vontade e força de contribuir para nossa população REDENCIONISTA ACARAPENSE E BARRERENSE, noticias diaria com entrevistas, fotos, videos, slades, e o mais importante nossa RADIO na WEB o programa Falando Francamente para o Mundo, programas diarios de segunda e sexta com 30 minutos de duração, sempre trazendo muitas novidade e fatos novos, imperdível so mais 4 ou 5 dias e o nosso site estara totalmente criado e no AR.
TJCE lança projeto Justiça em Movimento
Atualizar a quantidade de processos em tramitação no Estado e identificar a natureza das ações judiciais. Esses são os objetivos do projeto “Justiça em Movimento”, que será lançado nesta quarta, às 9 horas, no auditório Dom Aloísio Lorscheider, no Palácio da Justiça. A solenidade será conduzida pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), desembargador Ernani Barreira Porto e contará também com a presença dos desembargadores José Arísio Lopes da Costa, vice-presidente do TJCE, e João Byron de Figueiredo Frota, corregedor-geral da Justiça. O “Justiça em Movimento” faz parte dos planos de modernização do Poder Judiciário cearense. Através dele será possível o envio de dados, com fidelidade, para a Corregedoria Geral da Justiça e para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com o projeto, o TJCE terá também mais possibilidades de atender à meta dois do CNJ, que determina a identificação, por parte dos tribunais, dos processos que começaram a tramitar antes de dezembro de 2005, assim como a adoção de medidas concretas para julgá-los até dezembro deste ano. Todos os juízes de Direito da Capital e da Região Metropolitana de Fortaleza estão convidados para o lançamento da “Justiça em Movimento”. Os juízes das comarcas do Interior do Estado poderão participar assistindo à cerimônia de lançamento por videoconferência, em um dos 12 locais para onde o evento será transmitido. As transmissões on line serão realizadas no Projeto Cidade Digital de Tauá (Região dos Inhamuns) e nos Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) de Aracati e Beberibe (Litoral Leste); Aracoiaba (Maciço de Baturité); Brejo Santo e Juazeiro do Norte (Região do Cariri); Limoeiro do Norte e Itaiçaba (Vale do Jaguaribe); Piquet Carneiro, Quixeramobim e Santa Quitéria (Sertão Central) e Sobral, na Zona Norte do Estado.Fonte: Assessoria do TJCE
Metade da população cearense ganha até meio salário mínimo
Estudo divulgado nesta quinta-feira aponta que 25% dos cearenses são indigentes. Mais de quatro milhões de pessoas que vivem no Ceará ganham menos que meio salário mínimo. Esse é um dos dados divulgados, na tarde desta quarta-feira (19), pelo Laboratório de Pobreza (LEP), ligado ao CAEN da Universidade Federal do Ceara (UFC). A pesquisa “O Que mais Impacta a Redução da Pobreza: é o Aumento da Renda ou Redução da Desigualdade Evidências para os Estados Brasileiros e os Setores da Atividade” aponta que 25 % da população vive na indigência. Os organizadores da pesquisa são os professores Flávio Ataliba Barreto, João Mário Santos de França, Carlos Alberto Manso, Paulo Faustino Matos, Guilherme Diniz. Entre eles, um consenso: o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) não significa a melhora na qualidade de vida da população.
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