Abstenção de cada 10 eleitores cearenses dois não votaram
Uma fato chamou atenção nas eleições deste domingo (3), no Ceará. Dos 5,8 milhões de eleitores do Estado, 1.157.987 não votaram. Esse total foi divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda sem ser encerrada a apuração. O Supremo divulgou o levantamento parcial às 22h30min, com 98,23% das sessões contabilizadas. Esse dado indica que a cada dez pessoas aptas a votar, duas não cumpriram com o dever cívico. Ou seja, 20% do eleitorado local deixou de ir às urnas. Esse contingente é considerado alto pelo professor Francisco Moreira, analista político do Sistema Jangadeiro de Comunicação. No plano nacional, a abstenção alcançou 18,08%, o que representa mais de 24,3 milhões de pessoas. Para o especialista a facilidade da justificativa do voto nos dias atuais devem ser levados em conta e podem explicar uma parcela significativa dessa “debandada” dos eleitores. Moreira classifica esse dado como histórico. O professor lembrou que geralmente este índice fica em torno de 16% e 20%. “Este ano chegou ao limite e poderia ser determinante para mudar o cenário”, afirmou. Com dados do TSE.Em primeira avaliação presidente do TSE diz que votação tranquila



O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), considerou que as eleições estão tranquilas em todo o país até o momento. Por volta das 11h20, ele fez um balanço das primeiras horas da votação que levará mais de 135 milhões de brasileiros às urnas até as 17h. "Não há nenhum incidente, nenhuma agitação. O processo está transcorrendo sem filas", informou Lewandowski em entrevista coletiva, antes de acrescentar: "Houve apenas um probleminha no Amazonas, onde uma urna [eletrônica] foi enviada para um local [que estava] alagado, em que será procedida votação manual". De acordo com Lewandowski, a informação é de que apenas 0,1% das urnas (587 unidades), por enquanto, tiveram que ser substituídas porque apresentaram "probleminhas de última hora". O pronunciamento aconteceu em Brasília. Ele ainda declarou que o voto em trânsito (fora do domicílio eleitoral), principal novidade deste ano, encontra-se "na perfeita normalidade... eu mesmo testei". Cerca de 80 mil eleitores se inscreveram para a modadalidade, completou. "Mas tenho a impressão de que, nos próximos anos, ela será usada de forma ampliada". Lewandowski não comentou sobre as pessoas detidas no Rio de Janeiro por boca de urna e propaganda irregular. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro confirmou mais cedo a detenção, até por volta das 11h deste domingo, de 14 pessoas no Estado. A maioria foi detida na Baixada Fluminense: quatro em Paracambi, três em Queimados, dois em Magé e um em Belfort Roxo. Também foram detidas duas em São Gonçalo (região metropolitana) e duas em Barra Mansa (sul fluminense). Dezenas de pessoas estão neste momento na 36ª Delegacia Policial (Santa Cruz, zona oeste), para onde foram levadas por fazerem boca de urna. A delegacia não confirma o número de envolvidos. O TRE só registrará esses casos após a conclusão do trabalho dos policiais. Sem nunca ter disputado uma eleição antes, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, pode vencer já no primeiro turno. Sondagem do Datafolha, divulgada no sábado, mostrou Dilma com 50% dos votos válidos, enquanto José Serra (PSDB). aparece com 31% e Marina Silva (PV), 17%. Para ser eleito na primeira rodada, um candidato precisa ter 50% mais um dos votos válidos (que excluem os brancos e nulos). Números do Ibope, também divulgados no sábado, colocam a petista com 51% dos votos válidos, o tucano com 31% e Marina com 17%. Como as duas pesquisas têm margem de erro de 2 pontos percentuais, não é possível dizer se será ou não preciso o segundo turno. Dilma votou neste domingo no colégio Santos Dumont, na zona sul de Porto Alegre (RS). A candidata do PT chegou por volta das 9h15 deste domingo no local. Veja as imagens, que foram transmitidas ao vivo pela Folha.com. Marina chegou ao Acre na noite de sábado e foi recebida por cerca de 80 pessoas, entre parentes e correligionários, no aeroporto de Rio Branco. A candidata do PV deve votar mais tarde. Além de presidente, os eleitores escolhem neste domingo os governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal, dois terços do Senado e os representantes da Câmara dos Deputados e das assembleias legislativas. Também nessas disputas a continuidade deve dar o tom. A campanha incluiu 22.570 candidatos, nove para presidente, 171 para governador, 273 para senador, 6.036 para deputado federal e outros 15.280 para deputado regional ou distrital. O voto é obrigatório para os cidadãos entre 18 anos e 70 anos. Os colégios vão ficar abertos até às 17h de Brasília, com exceção do Acre, com fuso horário diferente, que fecha uma hora mais tarde. O Tribunal Superior Eleitoral espera divulgar um primeiro boletim parcial da apuração às 18h. Até às 22h, cerca de 90% dos votos já devem estar contabilizados. Internautas revelam o voto postando fotos em redes sociais
De acordo com a lei eleitoral Nº 9.504/97, é vedado o uso de celulares na cabine de votação, assim como máquinas fotográficas, câmeras de vídeo ou qualquer objeto que possa ser usado pelo eleitor para comprovar que votou em determinado candidato. Os aparelhos devem ser entregue aos mesários durante o voto. Apesar da proibição, eleitores usaram câmeras e celulares para registrar o momento da votação em diferentes locais em todo Brasil. Muitos desses registros foram postados em redes sociais, como forma de militância virtual, a fim de incentivar outros eleitores. As imagens mostrando a tela do computador com o voto de eleitores estão no no site Pic Fog, que mostra, em tempo real, imagens postadas em ferramentas para o compartilhamento no Twitter, como Orkut.Brasil recebe delegação de mais de 150 observadores estrangeiros a maior da história eleitoral
As eleições no Brasil vão ser acompanhadas de perto por mais de 150 representantes de organizações públicas e não governamentais de 36 países e entidades estrangeiras – como da Organização das Nações Unidas, do Parlamento da América Latina e do Conselho Internacional de Educação Eleitoral. É a maior missão de observadores estrangeiros já recebida no país, no período eleitoral, segundo a Assessoria Internacional do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Argentina e o México são os países que mais enviaram observadores – 33 e 12, cada um. Tradicionalmente as eleições no Brasil são acompanhadas por estrangeiros que se dividem pelos vários colégios eleitorais do país. A participação da missão estrangeira não causa gastos ao governo brasileiro, segundo o TSE. Em decorrência dos avanços desenvolvidos pela Justiça Eleitoral de segurança na votação e agilidade na apuração, vários países se interessaram no sistema brasileiro. O TSE informou que está em fase de negociação de parcerias com vários países, como a Itália e Rússia. A Justiça da Itália analisa a possibilidade de usar o sistema brasileiro de urnas eletrônicas na votação dos italianos, que moram no Brasil, nas eleições presidenciais daquele país em 2012. No caso da Rússia, o objetivo é fazer a parceria com o Brasil para adotar a informatização nas eleições de 2015. A missão de observadores vai se dividir entre os colégios eleitorais do Distrito Federal, do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Minas Gerais, do Mato Grosso do Sul, de São Paulo e da Bahia. Na relação dos 36 países que enviaram representantes, além do México e da Argentina, há observadores do Irã, dos Estados Unidos, do Haiti e da Turquia, assim como europeus e africanos.O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Lewandowski, vai receber os observadores estrangeiros para apresentar o sistema eleitoral brasileiro. Nas quatro últimas eleições (de 2002 a 2008) o Brasil recebeu, em média, 20 estrangeiros como observadores de 35 países. Renata Giraldi Repórter da Agência Brasil135 milhões têm o desafio de decidir o futuro do país
Opinião Publica Parte II Deputados Federais Ceará
Opinião Pública: Os Futuros Deputados Estaduais do Ceará
PARA DEPUTADOS ESTADUAIS1) Mauro Filho(PSB) – 1,2% 2) Ivo Gomes(PSB) – 1,0% 3) Zezinho Albuquerque(PSB) -0,85% 4) Heitor Férrer(PDT) – 0,75% 5) Téo Menezes(PSDB) – 0,7% 6) Moésio Loiola(PSDB) – 0,7%
7) Patrícia Saboya(PDT) – 0,65% 8) Roberto Cláudio(PSB) – 0,6% 9) Dr. Sarto(PSB) – 0,6% 10) Carlomano Marques(PMDB) – 0,55% 11) Lucílvio Girão(PMDB) – 0,55% 12) Welington Landim(PSB) – 0,55% 13) Rogério Aguiar(PSDB) – 0,5% 14) Ronaldo Martins(PRB) – 0,5% 15) Nelson Martins(PT) – 0,5% 16) Osmar Baquit(PSDB) -0,5% 17) Lula Morais(PC do B) – 0,48% 18) Antonio Granja(PSB) – 0,48% 19) Gony Arruda(PSDB) – 0,48% 20) Dr. Hugo(PSDB) – 0,47% 21) Inês Arruda(PMDB) – 0,47% e Nenem Coelho(PSDB) – 0,47% 22) João Jaime(PSDB) – 0,46% 23) Prof. Teodoro(PSDB) – 0,46% 24) Tin Gomes(PHS) – 0,45% 25) Eliane Novais(PSB) – 0,45% 26) Dedé Teixeira(PT) – 0,40% 27) Vasques Landim(PR) – 0,40% 28) Duquinha(PRB) – 0,40% 29) Perboyre Diógenes(PSL) – 0,38% 30) Cirilo Pimenta(PSDB) – 0,38% 31) Ferreira Aragão(PDT) – 0,38% 32) Adail Barreto(PR) – 0,38% 33) Neto Nunes(PMDB) – 0,37% 34) Adahil Carneiro(PDT) – 0,35% 35) Sérgio Aguiar(PSB) – 0,35% 36) Evandro Leitão(PDT) – 0,35% 37) Ely Aguiar(PSDC) – 0,35% 38) Gomes Farias(PSDC) – 0,35% 39) Bethrose(PRP) – 0,34% 40) Idemar Citó(DEM) -0,32% 41) Rachel Marques(PT) – 0,32% 42) Hermínio Rezende(PSL) – 0,31% 43) Daniel Oliveira(PMDB) -0,3% 44) Sineval Roque(PSB) – 0,3% 45) Antonio Carlos(PT) - 0,3% 46) Vanderley Pedrosa(PTB) – 0,3% 47) Prof. Pinheiro(PT) – 0,3% 48) Camilo Santana(PT) – 0,29% 49) Tony Nunes(PR) – 0,28% 50) Augustinho Moreira(PV) – 0,26% 51) Delegado Cavalcante(PDT) – 0,25% 52) Edísio Pacheco(PV) – 0,25% 53) Mailson(PRB) – 0,25% 54) Mirian Sobreira(PSB) – 0,25% 55) Ana Paula Cruz(PRB) – 0,25% 56) Paulo Duarte(DEM) – 0,25% 57) Júlio César(PTN) - 0,24% 58) Luiza Lins(PT) – 0,24% 59) Paulo Facó(PT do B) – 0,24% 60) Stanley Leão(PTC) – 0,23% 61) João Alfredo(PSOL) – 0,23% 62) Roberto Mesquita(PV) – 0,2% 63) Fernanda Pessoa(PR) – 0,2% 64) Quirino (PTB) – 0,2% 65) Mário Hélio(PMN) – 0,2% 66) José Wilson(PP) – 0,18% 67) Dr. Chico Rodrigues(PTB) – 0,15% 68) Regininha Duarte(PSDC) – 0,15% 69) Ziêr Férrer(PTB) – 0,15% 70) Ibiapino(PT) – 0,15% 71) Iraguassu Filho(PDT) – 0,14% 72) Tomás Holanda(PMN) – 0,13% 73) Dr. João Batista(PRTB) – 0,12% 74) Luhana(DEM) – 0,12% 75) Hiran Delmar(PC do B) – 0,12% 76) Dedim Gouveia(PR) – 0,1% 77) Eduardo Pessoa(PRP) – 0,1% 78) Dr. Eugênio(PSDC) – 0,1% 79) Deuzinho(PMN) – 0,1% 80) Didi Maravilha(DEM) – 0,1% 81) Tino(PSDC) – 0,08% 82) Ximenes Filho(DEM) – 0,08% 83) Amilcar Ximenes(PT) – 0,08% 84) César Wagner(PTC) – 0,08% 85) Júlio Brizzi(PDT) – 0,06% 86) Nildo Sobral(PTN) – 0,05% 87) Kiko do Cazuza(PTN) – 0,04% 88) Toinha Rocha(PSOL) – 0,04% 89) Dr. Pierre(Pc do B) – 0,04% 90) Dr. Ciro(PTC) – 0,03% 91) OUTROS – 1,5% Fonte Blog do Raimuno Moura.
Pescador apanha peixe com dentes humanos
Eleições 2010 pelo menos 407 dos 513 deputados federais tentam reeleição
Os custos de campanha e a imagem negativa dos políticos em geral e dos parlamentares federais em particular parece ter motivado a desistência de 39 deputados, que não concorrem a nenhum cargo nestas eleições, pouco mais que do pleito de 2006, quando a avaliação sobre o Congresso era pior e somente 22 deixaram de disputar postos eletivos. Apesar disto, pelo menos 407 dos 513 deputados, ou 79,33% da composição da Câmara, irão tentar a reeleição. Dos 106 que não tentarão renovar o mandato, 33 disputam uma vaga ao Senado, nove são candidatos a governador, sete a vice-governador, 12 tentam ser deputados estaduais, quatro são suplentes de senadores e dois é candidato a vice-presidente da República. Como já dito, 32 desistiram de concorrer a qualquer cargo. Em termos absolutos, o partido com o maior número de desistência foi o DEM, com 12 de seus 56 deputados, e proporcionalmente foi o PPS, outro partido de oposição, com 26,67% da bancada, ou quatro de seus 15 deputados, que não disputarão mandato em 2010. Nos grandes partidos, a desistência foi baixa: PMDB, com cinco; PSDB, com três, e PT, com dois. Entre os partidos médios, apenas no PDT não houve desistência, enquanto no PR e no PTB houve desistência de dois em cada e no PSB, PV, PRB e PTdoB apenas um desistiu. A opção de deputados por disputar uma cadeira no Senado indica o grau de prioridade de cada partido em relação à Câmara Alta. O PT é o recordista, com oito candidatos ao Senado, seguido do PMDB, com cinco. DEM, PSDB e PP concorrem com três cada, seguidos do PSB e PSC, com dois cada, e do PR, PV, PDT, PHS, PMN e PCdoB, com um cada. Entre os partidos, os que mais lançaram deputados ao Governo dos Estados foram o PV, e PP, com dois. Partidos grandes, como o PMDB, PT, PSDB só concorrem com um deputado ao Governo, enquanto o DEM não lançou nenhum. O PCdoB também lançou um deputado ao Governo de Estado. Os demais (PTB, PR, PDT, PHS, PMN, PPS, PRB, PSC, PSol, PTC, PTdoB e PSB) não lançaram deputado ao Governo estadual. Regionalmente, o Sudeste possui o maior índice de candidatos à reeleição, com 152 de seus 179 deputados tentando renovar seus mandatos, seguido da região Nordeste, com 116 dos 151 buscando a reeleição. A região Sul está em terceiro lugar em número de postulantes à renovação do mandato, 61 dos 77 deputados, seguida de perto da região Norte, com 50 de seus 65 deputados tentando a reeleição. O quinto lugar é a região Centro-Oeste, com o menor índice de recandidatura, com apenas 28 de seus 41 deputados buscando renovar seus mandatos. Pelo critério de desistência da disputa eleitoral, a região Sudeste lidera, com 13 deputados, seguida da região Sul, com nove; Nordeste, com oito; Norte com cinco; e Centro-Oeste, com quatro. Já em número de postulantes ao Senado, a Região Nordeste lidera, com 16 nomes, seguida das regiões Centro-Oeste, com seis e Norte, com cinco, além das regiões Sul, com quatro, e da Sudeste, com apenas dois. Reproduzimos tabelas que sintetizam as quantidades de deputados candidatos à reeleição, a outros cargos e os que não disputarão mandato, organizados por partido, por estado e por região, bem como a lista contendo a situação de cada um dos 513 deputados em relação ao pleito de 2010. Extraído do DIAP Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap.Quem vai vencer as eleições
O que mais me chama a atenção neste processo eleitoral é que a maior vitória não será de nenhum candidato ou partido, mas da mobilização da sociedade civil em favor da ética e contra a corrupção. A aprovação da Lei da Ficha Limpa, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de torná-la vigente já nestas eleições e o empate na votação do STF sobre a aplicação da lei ainda este ano mostram a força deste movimento. Sem a cidadania consciente e organizada, é bem possível que esta lei que impõe critérios mínimos de integridade para candidatos a cargos eletivos nem fosse protocolada no Congresso. É interessante como pouco se comenta sobre estes movimentos contra a impunidade. A maior parte deles teve início ainda nos anos 90 e na classe média. Crescendo à sombra (e sem a confiança) das lutas por terra e trabalho, os movimentos pela ética assumiram aos poucos o protagonismo do processo político e social. Não haverá acordo, consenso ou leis confiáveis se prosperarem no país a corrupção, o suborno e a impunidade. A luta pela ética é hoje bandeira de qualquer entidade e a mobilização cresce principalmente em períodos eleitorais. Pois reside principalmente no financiamento de campanhas a origem de toda a corrupção no país, do lobby irresponsável e dos apadrinhamentos às licitações viciadas e ao roubo puro e simples do erário. Para acabar com estas falcatruas, centenas de milhares de brasileiros são hoje militantes em favor da ética. Uma parcela significativa deles reuniu-se na Articulação Brasileira Contra a Corrupção e a Impunidade (Abracci). Fundada em 2009, essa organização congrega em rede pessoas, entidades e ONGs que lutam pela integridade e pela transparência na política, na economia e na sociedade. Entre os integrantes da Abracci encontra-se a Amarribo, a Associados Amigos de Ribeirão Bonito, uma das primeiras organizações cidadãs de combate à corrupção. A Amarribo foi criada em 1999 pelos moradores-amigos de Ribeirão Bonito, no interior paulista, que decidiram entender por que a cidade não prosperava. Foram fundo no estudo do orçamento municipal e descobriram muito desvio de dinheiro público. Perceberam também que a participação constante dos moradores seria o melhor controle anticorrupção e a fonte de soluções criativas para os problemas da cidade. O resultado foi tão bom que surgiram outras associações parecidas em várias cidades brasileiras. Algumas delas, hoje, estão na Abracci, mostrando a juristas e parlamentares que lei e vontade popular andam juntas e garantem a coesão social, sem tolher a liberdade. Aos poucos, estamos construindo nossa República. Por: RICARDO YOUNG.
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