Se me perguntarem qual é a característica mais fundamental para que um micro ou pequeno empresário tenha sucesso, não terei dúvidas ao responder: é a ousadia! Digo isso porque esses profissionais, pela sua própria condição, precisam, obrigatoriamente, contar com essa qualidade em especial para não apenas começar um negócio, mas, principalmente, inovar e investir na qualidade de seus produtos e serviços de forma a serem competitivos no mercado em que estão inseridos. É nessa hora que ter um sistema de gestão que assegure o cumprimento dos passos fundamentais para que o produto ou serviço ofereça a qualidade prometida é fundamental. No entanto, infelizmente, é muito comum entre os empreendedores brasileiros a crença de que essa implantação é penosa e capaz de trazer pouco retorno para a empresa. Para a implantação de qualquer sistema de gestão, há sete importantes práticas. Geralmente elas são pouco valorizadas pelas micro e pequenas empresas, o que dificulta o sucesso desse trabalho, criado para facilitar a tarefa e não complicar a vida de quem a realiza. São elas: Planejamento – Este é o primeiro passo a ser seguido. É nesta etapa que micro e pequenos empresários determinarão os rumos de seus projetos, ou seja, metas e métodos a serem seguidos para que se alcance o sucesso. Este trabalho inicial jamais poderá ser encarado como perda de tempo, pelo contrário, é o planejamento que possibilitará a antecipação de diversos cenários e possíveis problemas; Capacitação – A capacitação de sua equipe é uma questão extremamente importante para o bom andamento do planejamento. Novos aplicativos e ferramentas são sempre bem-vindos, desde que seus funcionários sejam treinados de forma adequada para usá-los. Caso contrário, você apenas terá gastado dinheiro à toa. Fica aqui uma sugestão: invista em comunicação e conscientização interna, assim, sua equipe poderá realmente entender o Sistema de Gestão que a organização segue e o que ela espera com ele; Disciplina – É fundamental que todos os seus colaboradores estejam envolvidos e motivados a cumprir o Sistema de Gestão vigente, afinal, disciplina é primordial para o sucesso de qualquer projeto, tanto pessoal quanto empresarial. Além disso, o planejamento só poderá ser cumprido se todos desenvolverem suas funções pré-estabelecidas; Investimento – Invista em recursos materiais e pessoais, pois somente assim sua equipe terá meios adequados para executar com excelência suas funções. Um trabalho bem feito exige um conjunto de recursos e não apenas um ou outro item qualquer. Mesmo que o orçamento de sua micro ou pequena empresa seja enxuto, pesquise bem e tente ao máximo encontrar bons produtos a preços acessíveis; Produtividade – Comumente costumamos ouvir nos corredores das empresas, sejam elas grandes ou pequenas, que “o dia não é o bastante”, que “o trabalho parece que não render”. Caso isso ocorra na sua empresa, pare e faça um diagnóstico: como meus funcionários usam o tempo de trabalho? Será que algo está os distraindo, tirando-lhes o foco? A partir de então, tome atitudes para resolver o problema de queda de atenção e produtividade. Às vezes, medidas simples como a adoção de um software de gerenciamento, pode ser o suficiente; Comprometimento da Gerência– Não tenho dúvidas de que uma equipe estará mais motivada e comprometida com o trabalho ao perceber que a gerência está, de fato, também empenhada. Um bom líder incentiva seus colaboradores, dialoga com eles, mostra-se acessível. Não deixe de comemorar conquistas e incentivar o crescimento de seus funcionários; e Análise e Melhoria dos Processos – Não basta apenas focar no resultado final. Um bom empresário é aquele que entende todo o processo de construção e todas as etapas que o levaram ao sucesso. Dessa forma, ele aprende muito, pois, certamente, durante esse processo ocorreram erros que, no futuro, servirão como experiência.SETE PRÁTICAS PARA O SUCESSO DE UM SISTEMA DE GESTÃO EM MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
Se me perguntarem qual é a característica mais fundamental para que um micro ou pequeno empresário tenha sucesso, não terei dúvidas ao responder: é a ousadia! Digo isso porque esses profissionais, pela sua própria condição, precisam, obrigatoriamente, contar com essa qualidade em especial para não apenas começar um negócio, mas, principalmente, inovar e investir na qualidade de seus produtos e serviços de forma a serem competitivos no mercado em que estão inseridos. É nessa hora que ter um sistema de gestão que assegure o cumprimento dos passos fundamentais para que o produto ou serviço ofereça a qualidade prometida é fundamental. No entanto, infelizmente, é muito comum entre os empreendedores brasileiros a crença de que essa implantação é penosa e capaz de trazer pouco retorno para a empresa. Para a implantação de qualquer sistema de gestão, há sete importantes práticas. Geralmente elas são pouco valorizadas pelas micro e pequenas empresas, o que dificulta o sucesso desse trabalho, criado para facilitar a tarefa e não complicar a vida de quem a realiza. São elas: Planejamento – Este é o primeiro passo a ser seguido. É nesta etapa que micro e pequenos empresários determinarão os rumos de seus projetos, ou seja, metas e métodos a serem seguidos para que se alcance o sucesso. Este trabalho inicial jamais poderá ser encarado como perda de tempo, pelo contrário, é o planejamento que possibilitará a antecipação de diversos cenários e possíveis problemas; Capacitação – A capacitação de sua equipe é uma questão extremamente importante para o bom andamento do planejamento. Novos aplicativos e ferramentas são sempre bem-vindos, desde que seus funcionários sejam treinados de forma adequada para usá-los. Caso contrário, você apenas terá gastado dinheiro à toa. Fica aqui uma sugestão: invista em comunicação e conscientização interna, assim, sua equipe poderá realmente entender o Sistema de Gestão que a organização segue e o que ela espera com ele; Disciplina – É fundamental que todos os seus colaboradores estejam envolvidos e motivados a cumprir o Sistema de Gestão vigente, afinal, disciplina é primordial para o sucesso de qualquer projeto, tanto pessoal quanto empresarial. Além disso, o planejamento só poderá ser cumprido se todos desenvolverem suas funções pré-estabelecidas; Investimento – Invista em recursos materiais e pessoais, pois somente assim sua equipe terá meios adequados para executar com excelência suas funções. Um trabalho bem feito exige um conjunto de recursos e não apenas um ou outro item qualquer. Mesmo que o orçamento de sua micro ou pequena empresa seja enxuto, pesquise bem e tente ao máximo encontrar bons produtos a preços acessíveis; Produtividade – Comumente costumamos ouvir nos corredores das empresas, sejam elas grandes ou pequenas, que “o dia não é o bastante”, que “o trabalho parece que não render”. Caso isso ocorra na sua empresa, pare e faça um diagnóstico: como meus funcionários usam o tempo de trabalho? Será que algo está os distraindo, tirando-lhes o foco? A partir de então, tome atitudes para resolver o problema de queda de atenção e produtividade. Às vezes, medidas simples como a adoção de um software de gerenciamento, pode ser o suficiente; Comprometimento da Gerência– Não tenho dúvidas de que uma equipe estará mais motivada e comprometida com o trabalho ao perceber que a gerência está, de fato, também empenhada. Um bom líder incentiva seus colaboradores, dialoga com eles, mostra-se acessível. Não deixe de comemorar conquistas e incentivar o crescimento de seus funcionários; e Análise e Melhoria dos Processos – Não basta apenas focar no resultado final. Um bom empresário é aquele que entende todo o processo de construção e todas as etapas que o levaram ao sucesso. Dessa forma, ele aprende muito, pois, certamente, durante esse processo ocorreram erros que, no futuro, servirão como experiência.VOCÊ É FELIZ NO TRABALHO? CONFIRA OS MOTIVOS DA DESMOTIVAÇÃO E O QUE FAZER
Há dias em que você vai para o trabalho satisfeito e motivado. Há outros, porém, em que tudo o que mais queria era ficar em casa. Vez ou outra, é provável que questione se é feliz no emprego. A resposta negativa pode estar muito clara para algumas pessoas. Para outras, é mais difícil responder. Como, afinal, saber se está feliz no emprego? A consultora de Outplacement da Ricardo Xavier, Flávia Rodrigues, dá a dica: "Perceba se sua motivação, resultados, iniciativa, criatividade e, principalmente, seu equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional continuam no mesmo nível que empregos ou momentos anteriores", diz. "Se alguns desses pontos, ou pior, todos eles, estiverem aquém de sua expectativa, é hora de parar e avaliar o que está acontecendo, fazer uma reflexão e identificar sua pedra no sapato. Depois disso, tome as ações necessárias para mudar este cenário". Salário baixo, Ela explica que o salário baixo, ou que não condiz com as responsabilidades e atribuições, pode ser um bom motivo para a infelicidade no trabalho. "Perceber que sua remuneração não possibilita melhora no padrão de vida e, às vezes, não é suficiente nem para mantê-lo, pode gerar em você uma grande insatisfação. Muitas vezes, esse problema faz com que as pessoas se endividem, criando aí um segundo problema, pois as dívidas podem influenciar a vida pessoal e também o desempenho na empresa". Resultados da falta de motivação, De acordo com a especialista, a falta de motivação acarreta uma série de problemas, desde desempenho ruim, resultados que não são atingidos, relacionamentos pouco saudáveis e até problemas sérios de saúde. A infelicidade no trabalho pode ainda trazer outro problema sério: a desilusão com a profissão. Explica-se: há quem escolha ser médico, advogado, professor, entre outras carreiras, por acreditar em determinados ideais e a insatisfação no emprego pode levar as pessoas a desistirem de suas crenças. O que fazer? O primeiro passo para resolver o problema, segundo Flávia, é analisar de forma criteriosa o real motivo de sua insatisfação, identificando se o que incomoda está relacionado à atividade em si, ou a características da empresa, ou ainda se tem a ver com seu momento na empresa onde trabalha. O segundo passo é avaliar se existe a possibilidade de a situação melhorar por sua própria iniciativa ou se dependerá de fatores externos, como alguma mudança importante na empresa em que trabalha. Avalie ainda se tem feito o necessário para solucionar a questão. Comunicar o chefe de que você está desmotivado é uma boa ideia? Nem sempre. Isso depende muito da cultura organizacional, do perfil do seu gestor e da receptividade dele a esse tipo de feedback, de acordo com a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier. "Outro fator de extrema importância é determinar o momento ideal para essa conversa, sentir a situação atual do mercado, da empresa e, principalmente, do seu superior", explica. Teste sua felicidade, A Ricardo Xavier disponibilizou em seu site (www.ricardoxavier.com.br) um teste denominado "Você é feliz no trabalho?", que foi desenvolvido por um grupo de especialistas na área de planejamento de carreira da empresa. O teste tem o objetivo de auxiliar o profissional a identificar os principais fatores que lhe trazem felicidade, ou que o impedem de alcançá-la. O resultado dá subsídios para avaliar o grau de satisfação no emprego atual, ou no último, e tomar ações para manter ou modificar este cenário. Fonte: www.administradores.com.brSenado pagou R$ 70 mil por curso para Senadora Ideli Salvatti e assessor, diz jornal
Curso para executivos de empresas privadas foi realizado em três países.Empresa organizadora é ligada a ex-funcionário do governo, filiado ao PT. O Senado pagou ao menos R$ 70 mil para a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso, e o assessor André Argenta participarem de um curso voltado a executivos, revela reportagem publicada nesta quarta-feira (9) pelo jornal “Folha de S. Paulo”. Segundo a reportagem, o curso foi organizado por uma empresa fundada por um ex-funcionário do Palácio do Planalto e que é filiado ao PT. O curso foi realizado entre abril de 2007 e janeiro de 2008, com etapas em três países (Argentina, México e Espanha). A assessoria da senadora informou ao jornal que Ideli não chegou a completar a etapa do curso realizada em Buenos Aires porque teria passado mal. O valor correspondente a esta parte do curso teria sido devolvido ao Senado. Argenta afirmou que os dois participaram do curso para melhorar a gestão do gabinete da senadora. O representante da empresa no Brasil, Luiz Sérgio Gomes da Silva, filiado ao mesmo partido da senadora, afirmou, segundo o jornal, que o curso é voltado executivo de empresas privadas, para capacitá-los a liderar equipes. De acordo com a reportagem, o Senado gastou R$ 35,5 mil com as inscrições e mais R$ 11,8 mil em diárias. Argenta disse que o Senado ainda teria custeado as passagens dele e da senadora. O G1 tentou contato com o gabinete da senadora nesta quarta pela manhã, mas ninguém atendeu à ligação.
Ex-funcionários alertam para falhas na manutenção em aviões da TAF



Empresa cearense rebate e acusa o grupo de difamação. A Rede Eldorado teve acesso a denúncias sobre supostas irregularidades em aviões da companhia aérea TAF. Há cinqüenta anos no mercado, o grupo cearense opera principalmente no setor de cargas e tem como principal cliente Os Correios, empresa do governo federal. Atualmente, a TAF conta com uma frota de seis aviões e faz rotas em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza.http://www.territorioeldorado.limao.com.br/noticias/not8569.shtm
Senadora Patrícia tem bagagem revirada na Itália
“A senadora licenciada Patrícia Saboya (PDT-CE) passou por um sufoco no aeroporto de Fiumicino, em Roma, na Itália.“Indo para um casamento, ela e uma colega de Fortaleza, Ana Lurdes, tiveram as malas reviradas pela Polícia Italiana.“Patrícia chegou a dizer que era senadora. Os policiais disseram que só embaixadores têm direito a tratamento privilegiado naquele País.“Ela acredita que tudo aconteceu por causa de um italiano que voava três cadeiras atrás da sua.“A amiga de Patrícia, que sofre de rinite, espirrou algumas vezes durante o vôo, que saiu de Fortaleza, fez conexão em Lisboa e rumou à Italia.‘O passageiro se irritou. Reclamou com as aeromoças e chegou a xingar a colega da senadora.“Ao chegar no aeroporto, Patrícia e a colega passaram pela alfândega, pela revista, quando estavam quase saindo do aeroporto os policiais gritaram para que elas voltassem e começaram a revistar as malas das brasileiras. “Pouco antes do ocorrido, Patrícia teria visto o italiano falando com os policiais.“Enquanto eles reviaravam suas malas, Patrícia reclamava da humilhação, repetia que era senadora. Chegou a ligar para a embaixada e tentou colocá-la em contato com os policiais.“Nada adiantou.“Resolveu usar outra tática.“Começou a gritar e dizer que tudo estava acontecendo por causa de preconceitos contra a mulher brasileira.“Em meio aos gritos os policiais se contiveram. Fecharam as malas, devolveram os passaportes e mandaram a senadora e sua colega embora.“O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, divulgou nota há pouco. “Diz que vai cobrar explicações das autoridades italianas a respeito do tratamento dado à senadora.”Jornal o Povo
Justiça obriga PMF a criar hospital para internação de dependentes químicos
Depois de 12 anos recorrendo na Justiça, o município de Fortaleza foi condenado, pela 4ª Vara da Infância e da Juventude a criar e manter em funcionamento hospital para tratamento - em regime ambulatorial e de internação - de crianças e jovens, pais ou responsáveis dependentes químicos. A decisão, tomada no último mês de agosto, foi assinada pelo juiz auxiliar da Infância e da Juventude Jurandir Vieira Marques, atualmente respondendo pela 4ª Vara. O prazo estabelecido para que o Município crie o hospital é de 12 meses, depois de ouvido o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica). De acordo com a sentença, o tratamento deverá incluir programa oficial de auxílio às crianças e jovens, pais ou responsáveis dependentes de substâncias químicas ou outros (alcoólatras e toxicômanos, por exemplo). Esse programa deverá ser ampliado para atendimento psiquiátrico infanto-juvenil. A decisão judicial é decorrente de ação civil pública impetrada pelo Ministério Público Estadual em 1997. Segundo a promotora de Justiça, Fátima Valente, autora da ação na época, o processo é o mesmo que originou a criação dos Conselhos Tutelares em Fortaleza. Em dezembro daquele ano, a ação foi acolhida pela Justiça em primeira instância. A Prefeitura de Fortaleza recorreu com apelação cível ao Tribunal de Justiça do Ceará, alegando, entre outros motivos, que a responsabilidade por tal equipamento é do Estado. Foi condenada duas vezes, em 1999 e 2001. Insatisfeito, o Município entrou com recurso especial junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. A sentença proferida em maio do ano passado, mais uma vez, reafirmou a decisão de 1ª grau. Não restando mais possibilidade de recurso, o processo retornou ao juízo de origem, onde a execução da sentença foi determinada pelo juiz Jurandir Marques.Greve dos funcionários da Sefaz: no posto de Penaforte, caminhões passam sem fiscalização
Servidores da Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz) continuam hoje, 4a.feira (09/09) com a paralisação iniciada ontem. O movimento, para pressionar o governo estadual pela regulamentação do Plano de Cargos e Carreiras (PCC), segundo o Sindicato dos Fazendários do Ceará (Sintaf) teve 100% de adesão dos funcionários que só não pararam totalmente a sede da Sefaz, em Fortaleza. O secretário Mauro Filho diz que o funcionamento foi normal na sede e assegurado nos demais núcleos. Destacou ainda que tomasse conhecimento de que no Posto Fiscal de Penaforte funcionários estavam mandando os caminhões passarem direto. "Isso é crime e será apurado", afirma. De acordo com o diretor do Sintaf, Nilson Filho, os servidores decidiram parar porque não houve promoção e progressão em abril de 2009, referente a 2008, e porque existem valores atrasados, diferenças de 13º salário e férias que não foram pagas nos anos de 2004, 2006 e parte de 2008. Mas o ponto principal é o decreto de regulamentação da lei 14.350/2005, aprovada em maio de 2009 na Assembléia Legislativa, descrevendo as atribuições dos servidores e que está relacionada com as promoções. Mauro Filho afirma que o Prêmio de Desempenho Fiscal (PDF), que representa a produtividade, só é pago quando há acréscimo real de arrecadação. E isso é pago todo mês. "Se o fundo está pequeno o Tesouro não pode bancar o que não foi produzido", completa. Para o secretário não tem nenhuma diferença a ser paga pelo Tesouro. Sobre a promoção, ele diz que a lei precisa ser regulamentada.Cidades Sustentáveis em discussão na IX edição da Roda de Diálogo
O quanto pode a sociedade civil organizada contribuir para o desenvolvimento das suas cidades? Qual o papel de cada cidadão na implementação e fiscalização das políticas públicas que afetam a sociedade como um todo? Esses são os questionamentos que devem permear as discussões da IX Roda de Diálogo do Projeto Ascender, que acontece gratuitamente no próximo dia 15 de Setembro, às 16h00, no auditório do Shopping Iguatemi Salvador, com o tema “Cidades Sustentáveis”. Para esta edição, o Instituto IRIS convidou como palestrantes Fábio Oliva, premiado jornalista investigativo e fundador da Associação dos Amigos de Januária (ASAJAN), criada em 2004, em referência à sua cidade-natal Januária – MG, que de 2004 até hoje já teve 11 prefeitos, a maioria afastados por desvios e apropriação de recursos públicos, sendo que o atual prefeito já responde a processo de Impeachment em curso no Câmara Municipal. Uma das reportagens de Oliva sobre a corrupção em Januária, veiculada em 2007, esteve entre as cinco selecionadas para representar o Brasil no Prêmio Ipys de Jornalismo Investigativo, conferido pelo Instituto Prensa y Sociedad, (Lima-Perú) e a Transparência Internacional para a América Latina e o Caribe (TILAC). Além de Fábio, participará também como palestrante a Presidente do Movimento Ação Ilhéus, Maria do Socorro Mendonça, que fundou a organização junto com um grupo de pessoas que compartilhavam o sentimento de que deveriam contribuir de alguma forma com a cidade e faziam oposição ao atual modelo de desenvolvimento econômico proposto pelo Governo, sem que antes o território seja consultado. Inspirado no movimento Nossa São Paulo, Ilhéus foi a terceira cidade no Brasil a ter na sua Lei Orgânica o PROGRAMA DE METAS, fortalecendo o Poder Público constituído e resultando em maior participação popular. A mediação do debate ficará a cargo da experiente Jornalista Suzana Varjão, mestre em comunicação e cultura pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia - UFBA. Uma das Fundadoras do Movimento Estado de Paz, Suzana integra o grupo gestor do Fórum Comunitário de Combate à Violência, é membro da Rede de Lideranças Sociais da Fundação AVINA, e é representante da rede Desarma Brasil, que representa 49 ONGs em todo o país. Suzana recebeu 27 prêmios de reportagem ao longo de sua carreira, a maioria pela defesa dos direitos humanos. O Projeto Ascender, desenvolvido pelo Instituto de Responsabilidade e Investimento Social - IRIS, e tem por objetivo o fomento às práticas de Responsabilidade Social Empresarial, e as Rodas de Diálogo, especificamente, visam colocar o tema em debate.Por: Amarribo
Crise causa estagnação no combate à pobreza no Brasil
As taxas de pobreza estão quase iguais ao período pré-crise. Passado um ano do início do período mais agudo da crise econômica mundial, as taxas de pobreza e desigualdade no Brasil permanecem praticamente no mesmo nível em que estavam antes de setembro de 2008. “A sociedade brasileira, tanto em termos de pobreza como de desigualdade, está no mesmo ponto do pré-crise”, diz o economista-chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri. Segundo Neri, “o grande resultado desta crise” foi a parada súbita na redução da pobreza e da desigualdade, que vinha ocorrendo a um ritmo forte nos últimos anos, com uma média de 5 milhões de pessoas deixando a pobreza a cada ano. No entanto, o economista diz que, diante da gravidade da crise, este é um bom resultado. “Acho que é um empate. E acho que o empate é um bom resultado num cenário de crise”, afirma.'Época de ouro'
O economista afirma que a desigualdade registrou “piora clara” em janeiro, mas depois os indicadores retomaram o movimento de queda mês a mês. De acordo com Neri, na chamada “época de ouro”, que vai de junho de 2003 a junho de 2008, a classe E (os pobres) teve redução de 39,5%. De junho de 2008 a junho deste ano, encolheu apenas 0,4%. A classe C cresceu 25,6% nos cinco anos até junho de 2008. Nos 12 meses seguintes, o crescimento foi de 1,8%, diz Neri. Em relação às classes A e B, que representam o topo da pirâmide social, houve crescimento de 34,1% de junho de 2003 a junho de 2008. De junho de 2008 a junho deste ano, foi registrada redução de 2%. “De maneira geral, o Brasil vinha numa fase de ouro. O grande custo da crise foi interromper esse processo”, afirma Neri.
Medidas
O desempenho do Brasil no combate à pobreza e à desigualdade no último ano contrasta com o de crises anteriores. “Em outros momentos, em períodos de recessão e crise econômica, nós tivemos sempre uma piora na distribuição de renda e um aumento da pobreza”, diz o economista Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), ligado à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. Pochmann afirma que as políticas anticíclicas adotadas, ao contrário do que ocorreu em crises passadas, ajudaram a proteger a base da pirâmide social. “A própria ampliação do programa Bolsa Família impediu que as pessoas que ficassem desempregadas se convertessem em novos pobres”, diz o presidente do Ipea. No início da crise, o critério de acesso ao Bolsa Família aumentou de renda per capita de R$ 120 para R$ 137.
Redução
Os dados do Ipea indicam até uma pequena redução nas taxas de pobreza e desigualdade, mesmo durante a crise, apesar de em ritmo mais lento que nos anos anteriores. Segundo o Instituto, na média de outubro de 2008 a junho de 2009 em comparação à média de outubro de 2007 a junho de 2008, a taxa de pobreza caiu 2,8%. Nesse período, 503 mil pessoas saíram da condição de pobreza. No mesmo período de comparação, a desigualdade caiu 0,4%, conforme o Ipea. Tanto os dados do Ipea quanto os da FGV têm como fonte a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Para avaliar a desigualdade, é utilizado o Índice de Gini (que mede a concentração de renda e varia de 0 a 1, sendo maior a desigualdade quanto mais próximo de 1). A diferença, segundo Neri, é que a FGV leva em conta no cálculo da desigualdade tanto pessoas com renda positiva (assim como o Ipea) quanto aqueles sem renda. “Um grande efeito da crise foi gerar desemprego”, diz Neri. “Então, quando se calcula desigualdade só de quem tem renda, caiu. Agora, quando você calcula a desigualdade de todo mundo, incluindo sem renda, aumenta. Depois cai, mas ainda estaria em um ponto ligeiramente mais alto do que estava no pré-crise”, afirma.
Perspectivas
Apesar das diferenças na metodologia, tanto Neri quanto Pochmann afirmam que, de maneira geral, a reação do Brasil à crise foi positiva e permitiu um desempenho melhor não somente em relação a crises anteriores, mas também a outros países. Em julho, a vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e Caribe, Pamela Cox, disse que até 13 milhões de pessoas poderiam voltar a um patamar abaixo da linha de pobreza na região por causa da crise econômica mundial. O Banco Mundial não tem dados específicos sobre o Brasil. No entanto, segundo Neri e Pochmann, os indicadores atuais confirmam que o país ficou de fora desse movimento. Ambos afirmam que a perspectiva é de que os indicadores sociais voltem a apresentar avanços em breve. “A desigualdade brasileira vai chegar ao menor nível das séries históricas em breve”, diz Neri. Segundo Pochmann, são necessárias medidas adicionais às ações já adotadas, como uma mudança no sistema tributário, para que o Brasil possa retomar o ritmo e superar o problema da miséria dentro de alguns anos. “Se o pior da crise já passou, e se durante a crise a pobreza diminuiu, é bastante provável que a economia crescendo, gerando mais empregos, melhorando salários, os resultados possam ser superiores”, diz Pochmann.
Pesquisa registra queda de popularidade de Lula com crise política e gripe
Popularidade de Lula foi afetada por crise política e gripe suína. Uma pesquisa da CNT/Sensus, divulgada nesta terça-feira, aponta para uma queda de 4,7 pontos na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro, chegando a 76,8%. A principal razão para a queda, segundo o estudo, está na má percepção da população sobre o sistema de saúde, diante da disseminação da gripe suína. As recentes crises políticas, envolvendo o presidente do Senado, José Sarney, e uma suposta reunião entre a então secretária da Receita Federal, Lina Vieira, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, também afetaram a imagem do presidente, de acordo a pesquisa. No levantamento anterior, realizado em maio, a aprovação ao presidente Lula chegou a 81,5% - sugerindo uma percepção mais positiva em relação à crise financeira internacional. A pesquisa divulgada nesta terça-feira também mostra que houve aumento na parcela da população que avalia como “ruim” o desempenho do presidente: o índice subiu três pontos, para 18,7%. Lina e Dilma “Tanto o governo como o presidente Lula estão arcando com o ônus das crises. Tivemos, nos últimos meses, uma pauta continuamente negativa, com os efeitos Lina-Dilma e Senado”, disse Ricardo Guedes, coordenador da pesquisa. Segundo o levantamento, 41,5% dos entrevistados têm conhecimento da discussão que colocou Lina e Dilma em lados opostos. Dentre essa parcela, 35,9% acreditam na versão da ex-secretária da Receita, enquanto 23,6% acreditam na ministra. “É importante ressaltar, porém, que a popularidade do presidente Lula continua significativamente alta”, acrescentou. Segundo ele, a aprovação ao governo Lula caiu principalmente entre as mulheres mais escolarizadas das regiões Sul e Sudeste do país.Já pensaste morar numa igreja?





Um casal jovem comprou uma igreja histórica em Kyloe, Northumberland, um condado situado no norte de Inglaterra e decidiram transformar na sua própria casa. Com um grande investimento para manter a construção original, conseguiram manter a parte externa da igreja praticamente igual. Ao invés de fazerem uma renovação, optaram pela restaraução, ficando 3x mais caro mas o resultado acabou por ficar 100x mais bonito.
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