Deputados aprovam projeto "ficha limpa" sem alterações no texto-base

Deputados rejeitaram na noite desta terça-feira (11) os últimos destaques do projeto “ficha limpa”, que foi mantido da mesma forma que foi aprovado na semana passada. O projeto impede o registro de candidaturas de políticos com condenação por crimes graves. Agora, a proposta segue para ser votada no Senado e, se não houver alteração, irá para sanção presidencial. O objetivo maior dos apoiadores do projeto é que as mudanças possam ser adotadas ainda nas eleições deste ano. “Isso é uma vitória para cada um dos brasileiros e eu fico muito feliz de ter servido de instrumento para pode aprová-lo nesta Casa”, comemorou o deputado Índio da Costa (DEM-RJ), após a rejeição de todos os destaques. O texto que irá para a análise do Senado é o mesmo que foi aprovado na semana passada, de autoria do relator, o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP). O parlamentar petista flexibilizou a proposta de iniciativa popular ao permitir que o político condenado possa recorrer para tentar suspender a inelegibilidade e participar das eleições. O efeito suspensivo precisa ser aprovado por um colegiado de juízes. Na sessão desta terça-feira, dois dos nove destaques foram retirados da votação. Outros seis também tiveram parecer contrário, após consenso entre os deputados. O único que gerou polêmica foi derrotado por 350 votos contra, 2 a favor e 2 abstenções. Ele previa a exclusão do texto-base de crimes “contra o meio ambiente e a saúde pública”. A decisão tinha o apoio da bancada ruralista. Copa no Congresso. O presidente da Câmara Legislativa, Michel Temer (PMDB-SP), comemorou o fato da votação ter sido rápida (menos de 2h), como resultado do acordo feito, mais cedo, entre os parlamentares. "A casa do povo respondeu positivamente à iniciativa popular”, disse. Ainda não há consenso entre magistrados do Tribunal Superior Eleitoral se, mesmo aprovado até junho, o projeto valerá para as eleições deste ano. O “ficha limpa” é uma proposta de iniciativa popular, apresentado à Câmara dos Deputados em setembro do ano passado, com mais de 1,6 milhão de assinaturas. A ação popular contou com apoio de várias entidades da sociedade civis, mobilizados pelo MCCE (Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral). Fonte: Do UOL.

Quase 80% dos idosos brasileiros têm menos de 20 dentes

Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que cerca de 80% dos idosos no país têm menos de 20 dentes e que metade dos brasileiros entre 35 e 45 anos perdeu ao menos 12 dentes. Segundo o estudo, aproximadamente 35% dos idosos que precisam de dentadura não tem acesso a ela. Normalmente, um adulto tem 32 dentes na fase adulta. A pesquisa se baseou em dados levantados pelo Projeto Saúde Bucal Brasil 2003, o mais atualizado sobre o assunto, divulgado pelo Ministério da Saúde em 2004.O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os Estados do país e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos. Com as informações, a tese indicou quais fatores tinham relação com a perda dentária em adultos, com a falta de dentaduras e a presença de menos de 20 dentes na boca (edentulismo funcional) em idosos. Para o dentista Rafael da Silveira Moreira, autor da tese, “quem tem menos de 20 dentes não consegue mastigar ou falar de forma eficiente”. Segundo ele, a falta de dentes ainda deixa a estética comprometida. Cidades com poucos dentistas têm mais casos. A pesquisa aponta que a média de perda dentária e edentulismo funcional foram maiores entre os habitantes de cidades pequenas, Estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante. As áreas com mais idosos que têm menos de 20 dentes estão no Nordeste, Norte, Mato Grosso e Paraná. Áreas do Nordeste e do alto das regiões Norte também são as de maior risco de edentulismo funcional. Já as áreas de alto risco de perda dos dentes são Mato Grosso e Pará, oeste da região Norte, todos os estados do Nordeste, exceto Pernambuco e Bahia. Também há áreas menores na divisa entre Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. E há ainda risco altíssimo entre idosos moradores do interior da Bahia, Maranhão, Pará, Amapá e Amazonas. Há somente uma mancha de baixo risco, entre o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana de São Paulo. Fonte:R7

Horário do TRE. O custo do que é 'gratúito'

O horário "gratuito" do TRE é assunto de matéria da Folha de SP hoje. Nela, sabe-se que ele custará R$ 850 milhões e de que emissoras de rádio e TV têm isenção fiscal de 80% do que arrecadariam com publicidade. "O chamado horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão custará aos cofres públicos -em isenções tributárias previstas em lei- quase R$ 900 milhões. E, para dois dos mais conhecidos marqueteiros do país poderiam ser extinto. Duda Mendonça e Antonio Lavareda afirmam que as inserções eleitorais (propagandas curtas) são importantes na campanha, mas os dois programas diários de 25 minutos cada um encarecem as disputas, têm efeito limitado e poderiam ser substituídos por debates temáticos entre os candidatos. A legislação eleitoral permite que as emissoras de rádio e TV deduzam do Imposto de Renda 80% do que receberiam caso o período destinado ao horário gratuito fosse vendido para propaganda comercial. As rádios e as TVs precisam comprovar, por meio de nota fiscal emitida na véspera do horário eleitoral, o valor cobrado pelos comerciais. Essa nota não pode ser discrepante de outras operações com a iniciativa privada nos 30 dias anteriores e 30 dias posteriores a essa data. Desde 2002, a União já deixou de arrecadar R$ 3,65 bilhões em razão do horário eleitoral gratuito. Fonte: Gente de Mídia

Visita de Bento XVI custa 37 milhões por dia

Carvalho da Silva, da CGTP, e António Saraiva, da CIP, concordam que o momento de crise não é o ideal para a visita do Papa. Portugal não está num momento propício para custos tão elevados como o da visita do Papa Bento XVI. António Saraiva, o novo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), e Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP intersindical, convergem nessa opinião que avaliam mais de um ponto de vista empresarial, da produtividade e do trabalho do que no plano religioso ou social. "Portugal não se encontra num momento propício, e não se compadece, com este tipo de custos com absentismo extraordinário", diz António Saraiva. "Alimenta-se um certo porreirismo, em vez de se assumirem as coisas e de haver responsabilidade", acrescenta Carvalho da Silva. O responsável pela confederação dos industriais portugueses reconhece haver "retornos eventuais no turismo ou na restauração", mas acredita profundamente que "não compensam os custos". "Só vejo desvantagens, de facto. Apesar de não estar de todo em causa a dimensão religiosa desta visita, claro", diz António Saraiva. "As perdas por dia de paragem em Portugal estão quantificadas, segundo os últimos estudos, nos 37 milhões de euros. E verifica-se que Portugal tem excesso de tempos mortos com feriados históricos, religiosos, pontes, etc. Por isso, acho excessivo termos tais custos neste momento de crise, em que precisamos de aumentar a competitividade e em que o país não se compadece com quaisquer perdas", acrescenta o presidente da CIP. Por seu lado, Carvalho da Silva tem uma visão mais politizada do assunto e classifica a disparidade de critérios que acredita existir nas decisões sobre a visita do Papa a Lisboa, Fátima e Porto entre hoje e sexta-feira como hipócrita. "O poder político e o poder económico têm dois pesos e duas medidas. Quando há problemas e os trabalhadores pedem coisas importantes e estruturantes relacionadas com o trabalho e a família o absentismo é muitas vezes criticado ou quantificado como custo elevado. Agora, neste caso, toda a gente tem uma atitude perfeitamente hipócrita e se cala como se nada fosse", diz o líder da CGTP. Carvalho da Silva vai ainda mais longe, ao afirmar: "Quando se trata de fazer o pronunciamento do trabalho, estes valores são tratados como menores. Mas acho que deve haver princípios, porque se é natural que os católicos queiram receber bem o Papa e assinalar da melhor forma esta visita, também deve haver um equilíbrio nas posições". Mas para António Saraiva, da CIP, há mesmo um excesso na tolerância de ponto concedida pelo Governo. "Se fosse o Dalai Lama a visitar Portugal e fizéssemos o mesmo tipo de recepção, a reacção das pessoas seria a mesma? A tolerância de ponto concedida pelo Governo é, deste ponto de vista, excessiva neste momento. Além disso, há um comportamento induzido que alastra a diversos sectores de actividade, porque as pessoas ficam com a noção de que a função pública não está a funcionar, que as finanças também não, etc., etc.". Gera-se a ideia de que "o país está parado, que as escolas não funcionam e que, por isso, os pais das crianças, mesmo no sector privado, também não trabalham porque não têm onde deixar os seus filhos", diz. Fonte: Veja

Brasileiros descobrem no RS fóssil de superpredador

Réptil viveu há cerca de 238 milhões de anos o réptil tinha 7 m de comprimento e pesava 900 kg (Foto: Divulgação/Universidade Luterana do Brasil) Pesquisadores da Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), no Rio Grande do Sul encontraram um fóssil completo do superpredador prestosuchus, que viveu há aproximadamente 238 milhões de anos no período Triássico. A descoberta ocorreu há um mês no município de Dona Francisca, região central do Estado (260 km de Porto Alegre). O paleontólogo Sérgio Cabreira e o Lúcio Roberto da Silva conseguiram visualizar parte do fóssil após intensas chuvas que atingiram a região. O fóssil quase completo do tecodonteprestosuchus chiniquensis, de aproximadamente 7 m de comprimento e 900 kg, representa um dos répteis - considerado um grupo ancestral dos dinossauros e aves - mais importantes já encontrados. Sérgio Cabreira diz que até hoje nenhum prestosuchus encontrado e em exposição estava tão completo. Esta descoberta permitirá uma melhor compreensão da anatomia de prestosuchus e irá favorecer uma reconstrução mais precisa do esqueleto do animal. Uma vez que, este é o único fóssil deste grupo a apresentar uma pata traseira preservada, o mesmo trará novas informações sobre a locomoção desses incríveis répteis. O exemplar foi tombado pelo acervo do Museu de Ciências Naturais da Ulbra. Fonte: R7

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Corte cabelo mais caro do mundo e sapatos mais caros do mundo: US$ 2 milhões

O corte de cabelos mais caro do mundo: US$ 3.900 Hmmmm, isso daria para eu cortar o cabelo pelo resto da vida. Mas se você for a Londres e tiver este “trocado” disponível, procure o cabelereiro Lee Stafford e peça um “couture cut”. Pelo menos ele vai te servir champanhe em vez de caldo. Pisar em dinheiro é fácil, qualquer um pode pegar uma cédula de R$ 1 e colocar sob o pé… Mas, pisar em US$ 2 milhões é para poucos, se é que exista algum doido, ou doida, que arcaria pagar este valor por um pisante. O designer Stuart Weitzman inspirou-se nas pantufas de rubi do Mágico de Oz para criá-los usando fios de platina e 642 rubis. Pisar em dinheiro é fácil, qualquer um pode pegar uma cédula de R$ 1 e colocar sob o pé… Mas, pisar em US$ 2 milhões é para poucos, se é que exista algum doido, ou doida, que arcaria pagar este valor por um pisante. O designer Stuart Weitzman inspirou-se nas pantufas de rubi do Mágico de Oz para criá-los usando fios de platina e 642 rubis.Fonte: Cybervida

O coquetel mais caro do mundo: US$ 55.000 a taça

Por quê o absurdo do preço? Por conta de diamantes, claro. O coquetel mais caro do mundo traz, no lugar da popular azeitona, um anel de diamantes. Quem quiser presentear, vai até o bar da Harvey Nichols, em Manchester, na Inglaterra, e solicita ao barman Jay Malik um deles. Um cofre especial atrás do bar tem várias opções de anéis de ouro branco e diamantes, indo de “meros” US$ 27.000,00 até os US$ 55.000,00. O coquetel é acompanhado até a mesa por guardas de segurança. Fonte: Cybervida.

Estudo diz que tratar depressão por telefone pode ser tão eficiente quanto no consultório

Estudo diz que tratar depressão por telefone pode ser tão eficiente quanto no consultório 42% dos pacientes tratados à distância se recuperaram, enquanto 50% pelo consultório, Um estudo conduzido pela Universidade Brigham Young (BYU), nos Estados Unidos, mostrou que tratar a depressão por telefone é quase tão eficiente quanto o tratamento presencial. O estudo será publicado na edição de junho da revista Behavior Therapy. O resultado do estudo divide os médicos consultados. O CFM (Conselho Federal de Medicina) não reconhece a prática.
Você faria uma consulta por telefone? Os pesquisadores analisaram o tratamento de 30 pessoas, todas diagnosticadas com depressão profunda. Em vez de realizarem oito visitas às clínicas, os pacientes receberam o mesmo tratamento por telefone, com ligações que duraram entre 21 e 52 minutos. Nenhum deles foi medicado com antidepressivos. Em seis meses de tratamento, 42% dos pacientes tinham se recuperado da depressão. Como comparação, a terapia presencial tem uma taxa de 50% de recuperação, segundo os pesquisadores. Contudo, a terapia por telefone foi rejeitada por um terço dos participantes, que preferiram o tratamento na sala do psiquiatra. De acordo com a professora de Psicologia da BYU, Diane Spangler, uma das autoras do estudo, o tratamento por telefone é mais amigável, tem mais flexibilidade de tempo e de lugar e não apresenta efeitos colaterais. Oferecer um telefone ou uma webcam para o terapeuta é justificado do ponto de vista da eficácia. Médico tem de ver o paciente Não é o que pensa o psiquiatra Táki Cordás, do Departamento de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo), que diz não acreditar ser possível recuperar pacientes com depressão profunda por telefone e acha que o método é antiético. Precisamos saber qual tipo de depressão estamos falando. Os melhores modelos de tratamento atuais não prescindem do tratamento farmacológico. Tratar a depressão sem o tratamento farmacológico é antiético. Ainda segundo Cordás, a discussão atual está em um outro momento, focada em como o tratamento presencial, associado à medicação, pode ter uma resposta mais rápida. É bastante temerário comparar os dois tratamentos, presencial e por telefone, quando nem se tem certeza de que o tratamento presencial é eficaz. Avanço ou falta de ética? Já o também psiquiatra Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo), vê a pesquisa com polêmica, mas também como um possível avanço da medicina, desde que seja testada por outros centros de pesquisa e comprovada sua validade. Não dá para dizer que quando estiver com depressão não é para ir ao médico. Mas o uso do telefone na medicina, assim como o da internet, causa estranheza. Se o teste for replicado e testado em outras culturas, a medicina não pode ignorar o resultado. Não é porque é polêmico que deve ser desprezado.O novo Código de Ética Médica, lançado recentemente pelo CFM, evidencia a questão. Seu artigo 37 diz: "É vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento". Fonte: R7

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Treinador anunciou nesta terça-feira (11) quem serão os jogadores da Copa

Dormir pouco pode levar à morte prematura, diz estudo

Dormir para viver mais pesquisadores italianos e britânicos afirmaram que pessoas que dormem menos de seis horas por noite poderão ter uma morte prematura. De acordo com um estudo feito pelos cientistas da Universidade de Warwick em colaboração com a Universidade de Medicina Federico 2º em Nápoles, na Itália, pessoas que regularmente dormem menos que seis horas por noite tem chances 12% maiores de morrer em um período de 25 anos do que as pessoas que dormem o período ideal, de seis a oito horas. Tempo ideal de sono. O estudo, publicado na revista especializada Sleep, analisou os padrões de sono e mortalidade de 1,3 milhão de pessoas compilados em 16 pesquisas anteriores da Grã-Bretanha, Estados Unidos, países da Europa e da Ásia. Estas pessoas foram acompanhadas durante 25 anos - mais de 100 mil mortes foram registradas entre elas. Na análise, os cientistas concluíram que a morte prematura pode ter ligações com pouco tempo de sono por noite ou sono excessivo, fora da faixa considerada "ideal", entre seis e oito horas. Indicativo de outros problemas. Mas, enquanto poucas horas de sono podem ter uma ligação direta com problemas de saúde levando a uma morte prematura, o excesso de sono pode ser apenas um sintoma de outros problemas de saúde já estabelecidos, segundo os pesquisadores. "Dormir de seis a oito horas por noite pode ser mais favorável para a saúde. A duração do sono deve ser encarada como um fator de risco comportamental adicional, ou marcador de risco, influenciado pelo ambiente e possivelmente tratável, por meio de educação e aconselhamento, além de medidas de saúde pública voltadas para uma modificação dos ambientes físico e de trabalho", afirmou o professor Francesco Cappuccio, chefe do Programa de Sono, Saúde e Sociedade da Universidade de Warwick. Males da sociedade moderna para Cappuccio, existe na sociedade atual uma redução gradual do tempo de sono. "A sociedade moderna está vivenciando uma redução gradual na quantidade média de sono que as pessoas conseguem ter e este padrão é mais comum entre os que trabalham em período integral, sugerindo que isto ocorre devido a pressões da sociedade para o aumento nas horas de trabalho", afirmou. "Por outro lado, a deterioração de nossa saúde geralmente é acompanhada por uma extensão de nosso tempo de sono", acrescentou. No entanto, Cappuccio afirma que são necessários mais estudos para entender exatamente a razão de o sono parecer tão importante para a boa saúde. Indicador de saúde física e mental Para o professor Jim Horne, do Centro de Pesquisa do Sono de Loughborough, na Grã-Bretanha, outros fatores podem estar envolvidos na morte prematura, e não apenas o sono. "O sono é apenas uma espécie de indicador para a saúde física e mental. O sono é afetado por muitas doenças e condições, incluindo depressão", disse. E, segundo Horne, melhorar o sono pode não fazer com que uma pessoa se sinta melhor ou viva mais. "Mas, dormir menos que cinco horas por noite sugere que algo provavelmente não está certo." "Cinco horas são insuficientes para a maioria das pessoas e ficar sonolento durante o dia aumenta o risco de um acidente no trânsito ou enquanto a pessoa opera máquinas perigosas", afirmou. Fonte: BBC Brasil

Estudos da NASA concluem que ômega-3 evita a perda óssea

Ômega-3 para os ossos. Estudos patrocinados pela NASA descobriram que o ácido graxo ômega-3, encontrado nos peixes, pode desempenhar um importante papel para evitar a perda óssea que ocorre na osteoporose e durante os voos espaciais.A pesquisa, em curso há décadas, tem procurado maneiras de impedir a perda de densidade óssea nos astronautas. A solução poderá ter implicações significativas não apenas para os viajantes espaciais, mas também para as pessoas sensíveis à perda de massa óssea na Terra. Os resultados dos estudos estão publicados na edição de Maio do Journal of Bone and Mineral Research. Saúde no espaço A NASA estuda a perda de densidade óssea porque este é um dos principais efeitos da exposição à ausência de gravidade do espaço. Os cientistas esperam encontrar formas de combater o problema para os astronautas em viagens espaciais de longa duração. Foram quatro tipos diferentes de estudos, envolvendo cultura de células, testes em repouso no solo, e dados dos astronautas dos ônibus espaciais e da Estação Espacial Internacional. Fator nuclear kappa B Em uma série de estudos baseados em células, os cientistas documentaram que a adição de um ácido graxo ômega-3 específico às células inibe a ativação dos fatores que levam à perda óssea. O resultado foi positivo tanto nas culturas celulares normais quanto naquelas preparadas para imitar a microgravidade do espaço. O fator inibidor é conhecido como "fator nuclear kappa B" ou NFkB. O NFkB está envolvido no comportamento do sistema imunológico e no processo de inflamação. A ativação de NFkB em diferentes tecidos pode levar à perda óssea e muscular. Peixe na dieta A seguir, os cientistas avaliaram a perda óssea em astronautas e compararam seus resultados com a ingestão de peixe relatados durante o voo espacial. Os pesquisadores descobriram que os astronautas que comeram mais peixes perderam menos minerais ósseos depois de voos espaciais com duração de quatro a seis meses. "Estes resultados são entusiasmantes, e dão evidências iniciais de que a nutrição pode ser um fator-chave para atenuar a perda óssea dos astronautas," disse Scott Smith, nutricionista do Centro Espacial Johnson, da NASA, e um dos autores do estudo. Fonte: Redação do Diário da Saúde

Chá verde protege os olhos contra o glaucoma e outras doenças

Olho no chá Cientistas confirmaram que as substâncias saudáveis encontradas no chá verde - famoso por suas propriedades antioxidantes e de combate a diversas doenças - podem penetrar nos tecidos do olho. O novo estudo, o primeiro a documentar como o cristalino, a retina e outros tecidos oculares absorvem essas substâncias, levanta a possibilidade de que o chá verde possa proteger contra o glaucoma e outras doenças oculares. Catequinas Chi Pui Pang e seus colegas da Universidade de Hong Kong destacam que as chamadas catequinas do chá verde estão entre um grupo de antioxidantes que se acredita serem capazes de proteger os olhos. Catequinas são polifenóis, normalmente chamadas de "flavonoides do chá" devido à sua potente ação antioxidante. No mesmo grupo de antioxidantes com indícios de proteger os olhos estão a vitamina C, a vitamina E, a luteína e a zeaxantina. Chá verde para os olhos Até agora, porém, ninguém sabia se as catequinas do chá verde realmente passavam incólumes pelo estômago e pelo trato gastrointestinal para circularem pelo organismo até atingir os tecidos do olho. Pang e seus colegas eliminaram essa incerteza em experimentos com ratos de laboratório que ingeriam chá verde. A análise dos tecidos oculares dos animais mostrou, acima de qualquer dúvida, que as estruturas do olho absorveram grandes quantidades de catequinas individuais. A retina, por exemplo, absorveu os mais altos níveis de galocatequina, enquanto o humor aquoso tendeu a absorver a epigalocatequina. Proteção contra o estresse oxidativo Os efeitos das catequinas do chá verde na redução do estresse oxidativo prejudicial nos olhos duraram até 20 horas. "Nossos resultados indicam que consumo de chá verde pode beneficiar o olho contra o estresse oxidativo", conclui, taxativo, o estudo. Fonte: Redação do Diário da Saúde