O POVO acompanhou três atos de campanha de Cid Gomes (PSB), nos três primeiros dias de campanha, e em nenhum deles o governador e candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), pediu voto para a candidata de seu partido à Presidência. Passados três dias de campanha eleitoral, a empreitada da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), ainda não obteve visibilidade nos movimentos eleitorais de seu principal apoiador no Ceará: o governador de Cid Gomes (PSB), que está em campanha pela reeleição. Da última terça-feira até hoje, O POVO acompanhou três dos primeiros atos de campanha de Cid. Em nenhum deles o governador pediu votos para Dilma Rousseff. Nos eventos, Cid tem se movimentado explicitamente a favor das candidaturas de Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT), que disputam assento no Senado Federal. Um pedido de voto, um elogio ou uma simples citação para Dilma Rousseff, porém, ainda não saiu da boca do governador nos primeiros contatos com o eleitorado cearense. O irmão de Cid, o deputado federal Ciro Gomes (PSB), era pré-candidato à Presidência da República, mas o sonho de voltar a concorrer ao Palácio do Planalto foi abortado pela direção nacional do PSB, que preferiu apoiar Dilma. Ontem pela manhã, o governador foi ao Centro de Turismo de Fortaleza (Emcetur) acompanhado de Pimentel e Eunício. Na véspera, na noite da última quarta-feira, em visita ao município de Itaitinga, o governador chegou a discursar, com microfone e caixa de som, mas, novamente, sem pedir votos para Dilma. No primeiro dia de campanha, durante visita ao Mercado Central, os pedidos de voto para Dilma também não ocorreram. No fim de junho, na convenção do PSB com os partidos que homologaram apoio formal à sua reeleição, Cid também não falou de Dilma. Mais tarde, questionado por jornalistas, o governador-candidato disse que se tratara de esquecimento seu. Diferença A situação é bem diferente da de quatro anos antes, quando Cid usou amplamente a imagem e o nome de seu candidato à Presidência: Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, Cid era apresentado nas caminhadas como “irmão do Ciro e candidato do Lula”. O próprio hoje governador chegou a dizer que, em suas andanças, a primeira coisa que lhe perguntavam era se ele votava em Lula, senão não queriam conversa. Ontem, a comitiva de candidatos visitou cada um dos boxes da Emcetur, distribuindo abraços, sorrisos e pedindo, claro, “ajuda” (leia-se votos) das pessoas. Cid liderou a caminhada e, a cada abordagem, apresentou Eunício e Pimentel, avisando aos cidadãos que aqueles são seus candidatos ao Senado. A única menção a Dilma foi ao ser questionado pelo O POVO sobre a polêmica em torno do plano de governo que Dilma entregou à Justiça Eleitoral. Cid defendeu a petista dizendo que é curto o prazo entre as convenções eleitorais e a entrega da documentação ao TSE. Segundo ele, Dilma não deixou de ler o documento, mas, em função do curto prazo, não teve tempo para fazer um plano de governo em conjunto com os demais partidos coligados. Fonte: O PovoEm três atos de campanha, Cid não pede voto para Dilma
O POVO acompanhou três atos de campanha de Cid Gomes (PSB), nos três primeiros dias de campanha, e em nenhum deles o governador e candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), pediu voto para a candidata de seu partido à Presidência. Passados três dias de campanha eleitoral, a empreitada da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff (PT), ainda não obteve visibilidade nos movimentos eleitorais de seu principal apoiador no Ceará: o governador de Cid Gomes (PSB), que está em campanha pela reeleição. Da última terça-feira até hoje, O POVO acompanhou três dos primeiros atos de campanha de Cid. Em nenhum deles o governador pediu votos para Dilma Rousseff. Nos eventos, Cid tem se movimentado explicitamente a favor das candidaturas de Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT), que disputam assento no Senado Federal. Um pedido de voto, um elogio ou uma simples citação para Dilma Rousseff, porém, ainda não saiu da boca do governador nos primeiros contatos com o eleitorado cearense. O irmão de Cid, o deputado federal Ciro Gomes (PSB), era pré-candidato à Presidência da República, mas o sonho de voltar a concorrer ao Palácio do Planalto foi abortado pela direção nacional do PSB, que preferiu apoiar Dilma. Ontem pela manhã, o governador foi ao Centro de Turismo de Fortaleza (Emcetur) acompanhado de Pimentel e Eunício. Na véspera, na noite da última quarta-feira, em visita ao município de Itaitinga, o governador chegou a discursar, com microfone e caixa de som, mas, novamente, sem pedir votos para Dilma. No primeiro dia de campanha, durante visita ao Mercado Central, os pedidos de voto para Dilma também não ocorreram. No fim de junho, na convenção do PSB com os partidos que homologaram apoio formal à sua reeleição, Cid também não falou de Dilma. Mais tarde, questionado por jornalistas, o governador-candidato disse que se tratara de esquecimento seu. Diferença A situação é bem diferente da de quatro anos antes, quando Cid usou amplamente a imagem e o nome de seu candidato à Presidência: Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, Cid era apresentado nas caminhadas como “irmão do Ciro e candidato do Lula”. O próprio hoje governador chegou a dizer que, em suas andanças, a primeira coisa que lhe perguntavam era se ele votava em Lula, senão não queriam conversa. Ontem, a comitiva de candidatos visitou cada um dos boxes da Emcetur, distribuindo abraços, sorrisos e pedindo, claro, “ajuda” (leia-se votos) das pessoas. Cid liderou a caminhada e, a cada abordagem, apresentou Eunício e Pimentel, avisando aos cidadãos que aqueles são seus candidatos ao Senado. A única menção a Dilma foi ao ser questionado pelo O POVO sobre a polêmica em torno do plano de governo que Dilma entregou à Justiça Eleitoral. Cid defendeu a petista dizendo que é curto o prazo entre as convenções eleitorais e a entrega da documentação ao TSE. Segundo ele, Dilma não deixou de ler o documento, mas, em função do curto prazo, não teve tempo para fazer um plano de governo em conjunto com os demais partidos coligados. Fonte: O PovoO Ceará está parado'', diz Tasso sobre Governo Cid
O senador fez duras críticas ao Governo Cid durante o primeiro comício da campanha eleitoral deste ano. Ataques tiveram como alvo sobretudo a CPRV. No primeiro comício da campanha eleitoral deste ano, o senador e candidato à reeleição Tasso Jereissati (PSDB) fez duras críticas ao Governo de Cid Gomes (PSB), até pouco tempo atrás seu aliado. Para Tasso, o Ceará está “parado” e a população tem “medo” do governo. “O Ceará está parado. A gente só vê uma obrinha aqui e uma obrinha ali. Comparando aos outros Estados do Nordeste, a situação do Ceará é a pior”, bradou o senador no palanque armado no centro de Viçosa (a 350 km de Fortaleza), na noite de ontem. Mesmo discurso do jingle da campanha tucana, entoado repetidas vezes no evento: “O Ceará que ele transformou agora parou, não deu em nada”, diz trecho da música, em tom de forró, numa referência ao que foi o Governo das Mudanças, de Tasso, e agora, o governo Cid. O comício fechou um dia de caminhadas por cidades do Interior do Estado. Segundo Tasso, por onde ele e seu candidato ao Governo, Marcos Cals (PSDB), passavam, pessoas comuns reclamavam da forte ação da Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRV) do Ceará, que tem apreendido veículos com documentação irregular com grande frequência. “Em todas as cidades, cidadãos chegam para me dizer que estão com medo do governo. E eu nunca esperava ouvir isso”, afirmou. Cals reforçou o discurso de Tasso. Último a falar, reclamou da CPRV e da ação do Governo Cid contra o piso nacional dos professores, aprovado no ano passado. “A polícia da CPRV que persegue os cidadãos funciona. Mas a polícia para dar segurança não funciona.” Segundo Cals, que até março foi secretário de Justiça de Cid, não há incoerência no fato de agora ele fazer críticas ao governo. “Apenas estamos reverberando o que a população diz”, afirmou. No palanque, ele justificou seu posicionamento: “Eu nunca fui responsável pelo governo, apenas por um setor”. O comício foi acompanhado por muitas pessoas de outros municípios, levadas em caminhões paus-de-arara sem qualquer condição de segurança. Hoje, os tucanos passam o dia com o presidenciável José Serra (PSDB) em visitas ao Interior. E foi Cals que o anunciou: “Vocês podem ter certeza que depois nós vamos cobrar dele o compromisso com o nosso povo do Ceará”, disse. Fonte O Povo.CPI do Castelão: Heitor diz que governo confessa culpa
Manobra mostra que há algo de muito podre no Governo do Estado Como não poderia deixar de ser, a abortada CPI do Castelão foi o centro das discussões ontem, na Assembleia Legislativa. Agora, na oposição ao governo, os deputados do PSDB iniciaram a sessão criticando a manobra regimental que sepultou a investigação. Um “tapete para cobrir a sujeira da licitação”, segundo Fernando Hugo. Na terça-feira, os deputados Edson Silva e Roberto Cláudio, ambos do PSB, partido do governador Cid Gomes, protocolaram pedidos de CPIs para investigar, respectivamente, o tráfico de drogas e a comercialização de produtos falsificados no Ceará. Como o regimento da Assembleia não permite o funcionamento simultâneo de três comissões de inquérito, a CPI do Castelão, que pretendia apurar denúncias de irregularidades na licitação da reforma do estádio, acabou inviabilizada. Apesar de bem sucedido, o ardil não deixará de ser notado pelo eleitorado, avaliou Hugo. “O governo deu um tiro no pé, porque o povo não é burro e sabe que quem não deve não teme nem treme, e o governo temeu e tremeu”, declarou, na tribuna, o tucano, cujas críticas foram reforçadas por outros deputados do PSDB, agora na oposição ao governo. Para João Jaime, as CPIs sugeridas pela base constituem “um grande golpe”. Ciro Pimenta, por sua vez, afirmou que a CPI da Pirataria atingirá os cearenses mais desvalidos. “Esse governo protege os ricos e persegue os pobres. O pobre que trabalha com pirataria para sobreviver é que será prejudicado”. “A CPI da Pirataria é da pirataria mesmo: pegou todo mundo desavisado”, emendou Vasques Landim (PR). ALGO DE PODRE NO REINO Na tribuna, Heitor Férrer recordou os acontecimentos de terça-feira. Disse ter saído do plenário com “a certeza absoluta do dever cumprido”, por ter protocolado o pedido de CPI do Castelão. “Cumpri meu dever de parlamentar e de fiscal do Poder Executivo”. Para o pedetista, que se disse “estarrecido” e “decepcionado”, o travamento de sua CPI por parte do governo equivale a uma confissão de culpa. “O governo Cid Gomes mostrou que não resiste a uma investigação. Intramuros, o governo deve estar em regozijo. Mas perante a sociedade, a CPI já tem uma conclusão escrita pelo governo do Ceará: ‘Confesso a minha culpa. Não resisto a uma investigação’”. Coube até paráfrase do poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare (1564 – 1616) no discurso do pedetista. “Para a sociedade, há algo de muito podre no governo da Dinamarca. Há algo de muito podre no governo de Cid Gomes. Posso afirmar: o rei está nu. Está nu em praça pública. Pode até estar cantando vitória, mas, perante à opinião pública, o governo tirou a máscara de sério e transparente. Lamento dizer: não descarto a possibilidade de corrupção dentro do governo”. CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO Em resposta, o líder do governo na Assembleia, o deputado Nelson Martins (PT), tranquilo como há alguns dias não se via, listou ações do governo estadual que, na sua argumentação, desmentem as acusações lançadas por Férrer. “Os fatos dizem tudo. O governo criou o Portal da Transparência, onde constam todas as receitas, despesas, contratos feitos pela administração. Criou o Portal das Compras, onde todo mundo pode acompanhar ao vivo as licitações do governo. Existe o governo itinerante, que visita os municípios. São várias ações no sentido da transparência”. O petista, mais uma vez, recorreu ao relatório da 7ª Inspetoria de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado, que concluiu não haver indício de irregularidade na licitação para as obras no Castelão. Ademais, segundo Nelson, o mesmo tribunal decidiu, por maioria de votos, que não há irregularidade na Parceria Público-Privada firmada pelo governo. “Então, qual sentido tem apresentar um pedido de CPI?”, questionou o líder do governo. “Manobra é brincar de fazer CPI, quando o tribunal já havia analisado todas essas questões”. Nelson ainda alertou que a tentativa de “botar chifre na cabeça de cavalo” pode acabar tirando do Ceará o jogo de abertura da Copa de 2014. Adahil chama atenção para CPI dos Grampos Além de reprovar a manobra do governo que emperrou a CPI do Castelão, o deputado Adahil Barreto (PR) destacou, ontem, que solicitou a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito para apurar a existência e a utilização de equipamentos de escuta, os chamados “guardiões”, pelo governo estadual. A CPI dos Grampos, como a chama o deputado, não foi instalado em virtude da falta de assinaturas. São necessárias 12 delas, mas, por ora, o pedido de investigação foi subscrito apenas pelos deputados Vasques Landim (PR), Heitor Férrer (PDT) e os tucanos João Jaime, Tomás Figueiredo e Cirilo Pimenta. Adahil baseia seu requerimento em denúncias publicadas pela revista Veja. De acordo com a publicação, o governo cearense teria instalado quatro equipamentos de escuta, sendo dois na Secretaria da Segurança Pública, um no Ministério Público Estadual e um na Secretaria da Fazenda. O parlamentar disse ter notado uma contradição entre o líder do governo na Assembleia, Nelson Martins (PT), e o ex-secretário da Fazenda, Mauro Filho (PSB). Segundo o primeiro, existe um “guardião” na Secretaria da Fazenda, mas a máquina não está sendo utilizada. Já Mauro Filho, de acordo com Adahil, afirma que não há um “guardião” naquela Secretaria. Para o deputado, é preciso saber se os equipamentos estão sendo operados “como manda a lei, ou seja, a serviço do Judiciário”. Fonte: O Estadoce.Ministério da Saúde estima que 25 mil jovens corram risco de vida pelo uso de crack
Segundo o representante do Ministério da Saúde apesar da necessidade de ampliação do número de vagas em hospitais gerais, a internação não deve ser vista como a solução do problema. “Em situação de risco existe a opção da internação, mas ela não é a solução para o crack. Os casos mais graves acometem pessoas que passaram pela internação. Precisamos de ações intersetoriais para combater o problema”, disse. O secretário nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), general Paulo Uchôa, disse que em agosto começam os cursos a distância para a formação de profissionais de diversas áreas para lidar com o problema do crack. Serão 80 mil vagas destinadas a religiosos, conselheiros de infância e adolescência, educadores e profissionais de saúde. “A ideia é fazer uma capacitação coletiva para que todos falem a mesma linguagem”, afirmou. Uchôa falou também que uma pesquisa realizada pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) mostrará o retrato da situação do crack no país, desde o consumo, o perfil do dependente até as consequências da droga sobre as famílias. Os primeiros dados da pesquisa devem ser apresentados em setembro. “Com base nos dados revelados na pesquisa faremos um redirecionamento ou direcionamento das ações. Temos muitos informações sobre a cocaína, mas não temos dados aprofundados sobre o uso do crack”. Fonte: Agência Brasil
Neném sufocou e esquartejou Elisa Samudio, diz Menor em depoimento.
Leia na íntegra aqui no Momento Verdadeiro a reprodução do depoimento do adolescente, revelando dados chocantes que foram primordiais para que fosse decretada a prisão temporária do goleiro Bruno, e Macarrão para prestar esclarecimentos. A versão do (Menor) sobre o crime está em quatro páginas. Ele disse que foi convidado por (Macarrão) a levar Eliza Samudio ao sitio do goleiro Bruno em Minas Gerais. Macarrão já tinha planejado tudo e mandou o Menor se esconder no porta-malas do carro. Já com carro em movimento o Menor que estava escondido na mala, pulou para o banco de traz com a arma em punho rendendo Eliza e dizendo, perdeu Eliza! Perdeu Eliza. Ela conseguiu pegar a arma e atirou contra o Menor, mas a arma estava sem munição. O adolescente conseguiu recuperar a arma e deu três coronhadas na cabeça de Eliza. Com Eliza sob a mira da pistola, agora carregada à viagem continuou até o sítio de Bruno, aonde chegaram de madrugada. O rapaz dormiu em um quarto, Macarrão em outro, e Eliza com o filho num terceiro quarto. Havia também uma empregada doméstica, no dia seguinte Eliza não permaneceu trancada. Sergio Rosa Salles, primo de Bruno que chegou naquele dia passou a vigiar Eliza. O Menor disse que viu Sergio entregar um telefone para que Eliza ligasse para uma amiga em São Paulo. Sergio a mandava dizer que estava tudo bem, que ela receberia dinheiro e apartamento em Belo Horizonte. Eliza foi ameaçada de morte caso não dissesse o combinado. No dia seguinte Bruno chegou de taxi ao sítio, pois tinha viajado de avião até Belo Horizonte. Segundo o adolescente, Bruno ficou surpreso quando viu Eliza assistindo televisão na sala do sítio. Bruno saiu da sala e disse para o Menor, Macarrão e Sergio o que está acontecendo. O Jovem então conta que ouviu Bruno dizer para Macarrão e Sergio que era para eles resolverem o problema, que não queria problema para o lado dele e que ele, Bruno não saberia de nada. Então Macarrão e Sergio disseram que não poderiam libertar Eliza, pois o problema seria ainda maior, e Bruno disse que já havia acontecido “M” da última vez e que não queria que o problema se repetisse com Eliza. O goleiro permaneceu no sítio por duas horas e depois chamou um taxi para levá-lo ao aeroporto, pois queria voltar para o Rio de Janeiro no mesmo dia. No dia seguinte o adolescente, Macarrão, Sergio, Eliza e o filho dela entraram no carro de Bruno e seguiram rumo a Belo Horizonte. O adolescente contou que chegaram a um local que parecia um sítio, e foram recebidos por um homem alto, negro, chamado Neném. O desfecho do caso na versão do Menor é chocante. Ele disse ter visto uma faca grande, Neném pegou Eliza, amarrou os braços dela com uma corda e deu uma gravata sufocando-a, em seguida pediu que todos deixassem o local. Sergio carregava o filho de Eliza, logo depois Neném passou com um saco e seguiu em direção a um canil onde havia quatro rotweilers, o adolescente disse que viu a hora que ele retirou a mão de Eliza e arremessou para os cães. Segundo o adolescente os ossos de Eliza foram concretados no mesmo terreno que ela foi morta. Depois do crime ele voltou para casa de Bruno no Rio de Janeiro e não falou com Bruno sobre o acontecido. O menor contou que não recebeu dinheiro para participar do crime, e estava arrependido. As informações foram repassadas pelo repórter Paulo Roberto Soares, que teve acesso com exclusividade ao depoimento do Jovem.Edição: Washington Luiz.Ainda e Sempre o Emprego
Vou ouvindo e lendo por aí que o PNE (Plano Nacional de Emprego ) tem como alvo principal os jovens desempregados que tenham uma baixa qualificação e assim irá promover a sua melhor qualificação com uma formação específica. Ainda bem sei muito bem que isso é um grave problema, os jovens que abandonam os estudos e depois não têm competências para um trabalho qualificado. E concordo plenamente que se avance nesse campo. Mas segundo o meu ponto de vista isso é adiar uma resposta. Enquanto os jovens estão nos Cursos de Formação, que até são subsidiados por fundos europeus, não aumentam os números do desemprego, mas quando acabarem os cursos? E esta legítima inquietação, vem do conhecimento que tenho da grande quantidade de jovens, com boas qualificações, e que apesar disso continuam desempregados. O que vão fazer? Acumular outros cursos? Ir somando diplomas para fazer aviõezinhos de papel? Que se dê formação, plenamente de acordo, mas simultaneamente se consiga escoar os que já têm a tal formação! E, pelo que sei, a esse nível está tudo entupido. A Cada 26 segundos uma mulher faz um aborto em qualquer uma das nações da União Européia
Falam muito do Brasil, mas a cada 26 segundos uma mulher faz um aborto em qualquer uma das nações da União Européia, o que totaliza mais de 3.300 por dia. Tal fato acaba sendo a principal causa de morte na Europa, segundo um relatório do Instituto de Política Familiar (IPF). O documento intitulado "Aborto na Europa 2010", que será divulgado na próxima terça-feira no Parlamento Europeu, em Bruxelas (Bélgica), que se realizam mais de 1,2 milhões de abortos por ano nos 27 países da União Européia (UE). Há, só para lembrar que tais nações fazem parte do "mundo" desenvolvido.TCM DIVULGA RELAÇÃO DE GESTORES MUNICIPAIS COM CONTAS REJEITADAS OU FICHA SUJA QUEM PODE RESPONDER?
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) disponibiliza a relação completa de gestores municipais com contas rejeitadas por decisão definitiva, ou que receberam parecer prévio desfavorável à aprovação do TCM, no período de 05/07/2002 à 05/07/2010. A lista com os nomes foi entregue no final da manhã desta segunda-feira (5) na sede do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), ao presidente da entidade Desembargador Luiz Brigido e ao Procurador Eleitoral Alessander Sales.
Como adiantou o presidente do TCM, Ernesto Sabóia, em entrevista ao jornal Alerta Geral, nas eleições deste ano, pelo menos, 3.067 agentes públicos municipais, enfrentam problemas por terem contas desaprovadas. Leia abaixo a relação completa: Relação em ordem Alfabética
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Relação por Município
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Consulta por parte do nome do Gestor
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Relação disponível em Dados Abertos
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Carro-forte capota e despeja 2 milhões de euros em moedas na estrada
Dezenas de motoristas pararam seus carros em plena estrada para recolher moedas depois que um carro-forte capotou espalhando dois milhões de euros (cerca de R$ 4,5 milhões) por uma rodovia no sul da Itália. As portas traseiras do carro-forte se abriram no acidente, perto da cidade de Foggia, deixando cair a carga. O dinheiro estava todo em moedas de um e dois euros. Vários motoristas escaparam com parte da carga antes da polícia chegar. A polícia acredita que estes recolheram pelo menos 10 mil euros em moedas da estrada. Mais tarde, os agentes fecharam a estrada para tentar recuperar o dinheiro. O incidente teve grande destaque nos jornais italianos. O carro-forte, que pertencia a uma empresa de segurança, transportava as moedas de Cesena para Bari, como parte de uma distribuição de dinheiro da Casa da Moeda para bancos, dizem os jornais. Fonte: BBC Brasil.Os candidatos e os milhões
Em 2010, o total de bens declarados por quatro candidatos ao Senado no Ceará, das três maiores coligações, chega a ser 27 vezes maior que o montante informado à Justiça Eleitoral por quase todos os concorrentes ao Governo do Estado. Quatro candidatos a senador pelo Ceará, pertencentes às três maiores coligações do Estado, declararam à Justiça Eleitoral patrimônio somado em R$ 101,4 milhões – quantia que é 27 vezes maior que o conjunto dos bens de quase todos os candidatos a governador este ano. O montante é puxado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB) e o deputado federal Eunício Oliveira (PMDB), que, juntos, detêm mais de 90% dessas riquezas. O patrimônio informado pelo parlamentar e empresário Tasso, contabilizado em R$ 63,5 milhões, chega a ser superior à soma dos outros três concorrentes ao Senado que entraram no cálculo do O POVO: Eunício, Alexandre Pereira (PPS) – empresários do ramo da segurança privada e panificação, respectivamente – e José Pimentel (PT), bancário aposentado. Em relação a 2006, data da última eleição estadual, os três ampliaram o valor de suas fortunas, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Executivo Já entre seis dos sete participantes da corrida pelo Palácio Iracema, as cifras declaradas ao TRE foram mais modestas. Somado, o patrimônio dos concorrentes chega a R$ 3,72 milhões – sendo a maior parte pertencente ao ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que também é médico. Ele informou à Justiça riqueza equivalente a R$ 1,4 milhão, valor seguido pelo ex-prefeito de Maranguape, Marcelo Silva (PV), e o deputado estadual Marcos Cals (PSDB). A candidata do Psol, Soraya Tupinambá, informou à Justiça não ter bens a declarar. Até a noite de ontem, O POVO não teve acesso ao patrimônio da candidata Maria da Natividade (PCB). Veja no Blog Política a lista detalhada do patrimônio dos principais candidatos nas eleições estaduais de 2010. O endereço é blog.opovo.com.br/politica OS GASTOS DA COLIGAÇÃO DE CID A assessoria da coligação de Cid Gomes (PSB) informou ontem que o valor global a ser gasto na campanha do governador à reeleição é de R$ 39 milhões, e que o valor previsto para as campanhas de Eunício Oliveira (PMDB) e José Pimentel (PT) é de R$ 10 milhões para cada candidatura. Na noite de segunda-feira, a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE) procurou O POVO para informar que, pela forma como foi feito o registro das candidaturas, está autorizado o gasto de R$ 39 milhões para a campanha de Cid para cada um dos sete partidos da coligação, totalizando R$ 273 milhões. O mesmo ocorreria com as campanhas ao Senado - cada uma, segundo informou a assessoria do TRE, estaria autorizada a gastar R$ 70 milhões. A assessoria de Cid não foi localizada para confirmar a informação. Ontem, a assessoria apresentou certidão do TRE-CE de que o registro de candidatura prevê, efetivamente, gastos de R$ 39 milhões para a campanha de Cid, e R$ 10 milhões para cada um dos candidatos a senador. NÚMEROS Candidatos ao Governo do Estado 1,43 MILHÃO FOI O PATRIMÔNIO DECLARADO POR LÚCIO ALCÂNTARA (PR), R$ 12,2 MIL A MAIS QUE OS R$ 1,42 MILHÃO DECLARADOS EM 2006. Fonte: O Povo.951,5
MIL REAIS FOI O PATRIMÔNIO DECLARADO POR MARCELO SILVA (PV), O SEGUNDO MAIOR ENTRE OS CANDIDATOS A GOVERNADOR
801,1
MIL REAIS É O PATRIMÔNIO DECLARADO POR MARCOS CALS (PSDB). EM 2006, ELE HAVIA DECLARADO UM TOTAL DE R$ 571,5 MIL EM BENS - AUMENTO DE 40,1%
511,1
MIL REAIS É O PATRIMÔNIO DECLARADO PELO GOVERNADOR CID GOMES (PSB), PRATICAMENTE O MESMO QUE OS R$ 510,078 MIL DE 2006
25
MIL REAIS FOI O PATRIMÔNIO DECLARADO POR FRANCISCO GONZAGA (PSTU)
SORAYA TUPINAMBÁ (Psol) informou à Justiça Eleitoral que não possui bens a declarar. Nos casos de Marcelo Silva e Gonzaga, que não foram candidatos em 2006, não houve comparação da evolução. A declaração de bens de Maria da Natividade não foi informada pelo TRE-CE até o início da noite de ontem
Candidatos ao Senado
63,5
MILHÕES DE REAIS FOI O PATRIMÔNIO DECLARADO POR TASSO JEREISSATI (PSDB). EM 2002, NA ÚLTIMA ELEIÇÃO QUE DISPUTOU, O VALOR ERA DE R$ 26,5 MILHÕES - UMA EVOLUÇÃO DE 138,9%
36,7
MILHÕES DE REAIS É O PATRIMÔNIO DECLARADO PELO DEPUTADO EUNÍCIO OLIVEIRA (PMDB). EM 2006, O VALOR ERA DE R$ 25,5 MILHÕES - AUMENTO DE 43,8%
972,3
MIL REAIS É O PATRIMÔNIO DECLARADO PELO DEPUTADO FEDERAL JOSÉ PIMENTEL (PT). EM 2006, ELE INFORMOU PATRIMÔNIO DE R$ 508,6 MIL
588
MIL REAIS É QUANTO VALE O TOTAL DE BENS DO CANDIDATO A SENADOR ALEXANDRE PEREIRA (PPS). EM 2008, QUANDO SE CANDIDATOU A VICE-PREFEITO DE FORTALEZA, O PATRIMÔNIO DECLARADO ERA DE R$ 380 MIL.
110
MIL REAIS É O PATRIMÔNIO DECLARADO PELA CANDIDATA DO PSOL AO SENADO, MARILENE TORRES.
O POVO não teve acesso às informações dos demais candidatos. Até a noite de ontem, nem todos os dados dos concorrentes puderam ser disponibilizados pelo TRE.
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