Baleia Jubarte é encontrada morta na Praia dos Padres em Aracruz na região Norte do Espírito Santo

Foto: André Lozer Schultz CIDADÃO REPÓRTER

Segundo dados do Instituto Orca já foram encontradas cinco baleias em praias do Espírito Santo neste mês de agosto. Uma baleia Jubarte, de aproximadamente 12 metros, foi encontrada morta na praia dos Padres, em Aracruz (ES), na manhã deste sábado.

Segundo dados do Instituto Orca somente este mês foram encontradas cinco baleias em praias do Espírito Santo. Os casos foram nos municípios de São Mateus, Aracruz, Anchieta e Serra. O presidente do Instituto Orca, Lupércio Barbosa, disse que esta reincidência de animais encalhados no litoral capixaba é anormal e salientou que a previsão é de que cerca de oito mil baleias venham para o Estado este ano. Como um dos fatores influenciadores deste fenômeno, ele apontou o mau uso dos recursos naturais e principalmente a utilização das redes de arrasto pelos pescadores. Fonte: Gazeta online

Ficha Limpa: uma novidade promissora

Roberto Romano, professor de Filosofia Política e Ética da Unicamp, conversa com Mirella D'Elia sobre a Lei da Ficha Limpa, que barra a candidatura de pessoas que tenham processos judiciais.

Carro-Bomba

Policial afegão caminha próximo a local onde ocorreu explosão de carro-bomba, em Herat; dois policiais morreram


Pessoas observam destroços de carro-bomba que explodiu próximo a uma escola, em Bagdá

Greenpeace simula vazamento de petróleo em SP por energia limpa

Ativistas do Greenpeace simularam nesta segunda-feira (9) um vazamento de óleo em frente à sede da BP na capital paulista, em protesto contra o desastre ambiental provocado no golfo do México pela explosão de uma plataforma de petróleo da empresa no dia 20 de abril. A simulação utilizou quatro barris cheios com uma substância preta (uma mistura de farinha com tinta não tóxica e lavável).
A atividade em frente ao escritório da BP em São Paulo durou cerca de meia hora e envolveu 15 ativistas. Eles derrubaram dois dos barris e fizeram furos nos outros dois, espalhando bichos de pelúcia sobre a substância preta que saía deles, representando a fauna do golfo do México atingida pelo petróleo que vazou da plataforma. Os ativistas também prenderam uma placa no chão com a frase "BP hoje, pré-sal amanhã", lembrando dos riscos de se ir cada vez mais fundo na busca de uma "fonte suja de energia". Segundo dados do governo dos Estados Unidos, o acidente liberou o equivalente a 5 milhões de barris de petróleo no Golfo do México, paralisando a pesca e o turismo no litoral de 4 estados americanos e causando danos ainda incalculáveis a ecossistemas costeiros e marinhos na região. O número oficial, ainda não auditado por fontes independentes, é suficiente para transformar o vazamento da BP no maior da história e serve para lembrar dos riscos que o mundo corre para continuar a saciar a sua sede por combustíveis fósseis.
BRASIL
"Como já consumimos praticamente todo o petróleo em áreas de acesso mais fácil", aponta Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de Energia do Greenpeace, "temos que ir cada vez mais longe e mais fundo para encontrá-lo". As novas reservas brasileiras, por exemplo, que estão na camada do pré-sal, encontram-se a mais de 7 mil metros de profundidade. A plataforma acidentada da BP extraía petróleo no golfo do México a quase 2 mil metros de profundidade. "O acidente demonstrou que não há tecnologia capaz de evitar grandes vazamentos no mar", diz Baitelo. Além da falta de segurança, o investimento na exploração de petróleo em águas profundas segue na contramão da necessidade de se buscar fontes de energia capazes de reverter a crise climática. No caso do Brasil, existe um projeto de lei tramitando no Congresso para incentivar o investimento e a utilização de energias renováveis, limpas e seguras no país. "Mas o governo não parece interessado nele. Prefere enxergar o desenvolvimento do país na exploração das reservas do pré-sal", reclama o Greenpeace. Fonte: Folha.com

Equipes resgatam 28 de deslizamento de terra na China; 127 morreram


Bombeiros conseguiram resgatar 28 sobreviventes dos deslizamentos de terra que devastaram o Condado de Zhouqu, na Província de Gansu, na China. Ao menos 127 pessoas morreram na tragédia, causada pelas fortes chuvas na região, e outras 1.300 ainda estão desaparecidas. Segundo o Ministério de Segurança Pública, 1.180 bombeiros e funcionários trabalham com equipamentos como detectores e botes para resgatar os moradores de Gansu, da vizinha Província de Sichuan e da região autônoma de Ningxia Hui das enchentes. O ministério decretou ainda um controle amplo do tráfego nas estradas que levam às regiões afetadas para facilitar a passagem dos veículos de resgate. Água, lama e pedras atingiram em cheio Zhouqu, uma região dominada por colinas íngremes e estéril, após as chuvas torrenciais na noite de sábado, afirmou a agência de notícias Xinhua, citando autoridades locais. O escoamento da chuva acumulada foi para o Rio Bailong, que atravessa a principal via de Zhouqu, causando cheia e deslizamentos de terra que atingiram a cidade depois da meia-noite e deixaram pelo menos 127 mortos, segundo a Xinhua. Mais chuva está prevista para a próxima terça-feira. "Muitas casas térreas foram submersas e agora estamos esperando para ver quantas pessoas conseguiram sair", disse um morador de Zhouqu, o comerciante chamado Han Jiangping. "Nós tivemos desabamentos, mas nunca nada tão ruim. As pessoas estão tentando encontrar as suas famílias e à espera de resgate". Um novo balanço das autoridades, citado pela Xinhua, reduz o número de desaparecidos dos 2.000 anteriores para 1.294. Não ficou claro, contudo, quantas destas pessoas conseguiram escapar e sobreviveram. "É muito difícil localizar as pessoas lavadas pelas enchentes. É difícil dizer quais são suas chances de sobrevivência", disse Ele Youxin, gestor da Polícia Armada do Povo, que organiza o resgate. "As escavadeiras não podem acessar o local. Só podemos usar pás e as nossas mãos para resgatar os soterrados", contou. As enchentes cobriram cerca de metade da sede do Conselho de Zhouqu, que tem cerca de 40 mil residentes. A água da inundação atingiu até três andares em alguns edifícios, envolvendo-os na lama. Cerca de 2.800 militares e 100 profissionais da área médica correram para ajudar e 5.000 barracas estavam sendo enviados para a cidade, disse a Xinhua. "Agora a lama se tornou o maior problema para operações de resgate. É muito grosso para caminhar ou conduzir através dela", disse o chefe do Conselho, Diemujiangteng, segundo a Xinhua. O presidente chinês, Hu Jintao, e o primeiro-ministro, Wen Jiabao, disseram que as equipes não vão poupar esforços para salvar vidas. Fonte: DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

Tanque ao Mar

Exército tailandês lança tanque de fabricação chinesa no Golfo da Tailândia para criar recifes artificiais e assim melhorar o ecossistema marinho e aumentar o número de peixes na região

Enchentes avançam para o sul do Paquistão após deixarem ao menos 1.600 mortos

As enchentes que deixaram ao menos 1.600 mortos e uma crise sanitária no norte do Paquistão, com milhares de casos de diarreia e infecções de pele, atingiram neste domingo centenas de povoados no sul do país. As chuvas de monção que causaram este dramático cenário deixaram ao menos 15% do território paquistanês alagado, segundo fontes oficiais. "A situação continua piorando na província de Sindh (sul). Muitas zonas inundaram total ou parcialmente. Calculamos que nas últimas horas entre 330 e 340 povoados ficaram alagados", afirmou o porta-voz da Autoridade Nacional de Gestão de Desastres (NDMA) Ahmad Kamal. A força e quantidade das águas causaram o rompimento de duas grandes represas na região, de Guddu e de Sukkur, piorando as inundações. Durante o dia, vários diques do sistema fluvial de Sindh sofreram danos parecidos. "Esperamos que a represa [de Guddu] consiga aguentar, mas é provável que tenhamos que romper algum dique ou canal. Isto afetará algumas zonas, mas permitirá que salvemos a maior parte da infraestrutura", afirmou Kamal. Segundo ele, a província de Sindh será mantida em alerta máximo, onde é esperada outra sequência de chuvas de monção na semana que vem. Ao menos 500 mil pessoas foram retiradas da região. O primeiro-ministro paquistanês, Yousef Raza Guilani, implorou as pessoas que abandonem as zonas ameaçadas, depois de supervisionar as tarefas de assistência aos desabrigados no distrito de Sukkur, em Sindh. Guilani admitiu que a crise ultrapassou a capacidade das autoridades, qualificou a catástrofe como maior que o terremoto de 2005 na região da Caxemira e pediu ajuda à comunidade internacional. Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), mais de 4,5 milhões estão desabrigados com as enchentes.
CRISE SANITÁRIA
Organizações humanitárias enviaram unidades médicas a várias regiões danificadas pelas piores enchentes dos últimos 80 anos no país, que afetaram especialmente a Província de Khyber-Pakhtunkhwa, no noroeste do Paquistão. "A situação sanitária é muito perigosa. A maioria dos afetados continua sem receber atendimento médico dias depois do início da crise", disse o subdiretor de Saúde do Crescente Vermelho no Paquistão, Irfan Ullah. Segundo dados divulgados por Ullah, a maioria dos 15 mil pacientes atendidos sofria de diarreia, sarna ou outro tipo de doenças de pele. Mas estes números são só a ponta do iceberg de um cenário desolador, em que as águas destruíram casas, pontes e também muitos centros médicos situados às margens dos rios. Milhares de pessoas estão presas em suas casas e só poderão ser resgatadas por helicópteros. "O maior problema que estamos enfrentando é a destruição de infraestruturas. Só no vale do Swat (norte), 60 pontes caíram. A assistência não chega", disse o porta-voz no país do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Mike O'Brian. O porta-voz disse que as inundações contaminaram a água em amplas zonas, embora tenha descartado surtos de cólera. Segundo ele, os problemas enfrentados até agora são diarreias menores, problemas gástricos ou de pele, o 'habitual" neste tipo de catástrofes.
RESGATE
Barcos da marinha paquistanesa navegaram neste domingo por quilômetros de regiões inundadas para resgatar pessoas presas NO desastre que deixou muitos cidadãos revoltados e responsabilizando o governo. Os militares, que mantiveram um importante papel nas políticas externa e de segurança mesmo sob um governo civil, estão liderando os esforços de resgate, por já terem ajudado em outras crises, como o terremoto de 2005. Novas tempestades devem cair sobre o país nas próximas 36 horas. Botes e barcos da marinha saíram das áreas de onde a água transbordou no Rio Indus até localidades distantes, para ajudar paquistaneses que viram a quantidade de terra firme diminuir hora a hora e as águas levando seus rebanhos. Mulheres, com água até a altura do tórax, carregavam galinhas e roupas em suas cabeças antes de entrar nos barcos da marinha. Mesmo com os esforços de resgate melhorando a imagem dos militares e que haja uma percepção geral de que o governo civil é muito fraco e ineficiente para lidar com desastres, analistas não veem ameaça à administração atual. Extraído Folha.com

Charge do Dia

Liminar autoriza genérico que controla o colesterol

Laboratório EMS espera ter genérico no mínimo 35% mais barato nas farmácias em dez dias, mas ordem judicial pode ser derrubada pela Pfizer antes disso. O laboratório EMS, maior fabricante nacional de medicamentos, conseguiu na sexta-feira (6) uma decisão judicial que a autoriza a produzir e a vender no Brasil um genérico no mínimo 35% mais barato do que o Lípitor, droga para redução do colesterol da gigante farmacêutica norte-americana Pfizer e remédio mais vendido no mundo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (9). O preço médio da caixa com 30 comprimidos do Lípitor (atorvastatina) nas farmácias brasileiras varia hoje entre R$ 90 e R$ 200, dependendo da concentração, e a EMS já promete colocar sua cópia mais barata nas prateleiras em dez dias. No entanto, como a decisão judicial é uma liminar (despacho anterior ao fim do processo) e pode ser derrubada rapidamente pela Pfizer, não é possível ter certeza de quando realmente o genérico chegará ao consumidor.Procurada, a Pfizer informou que “só poderá se manifestar após tomar conhecimento do total conteúdo da liminar”. A multinacional norte-americana havia anteriormente conseguido, também por via judicial, estender a patente (direito de ser o único fabricante da droga) do Lípitor até 28 de dezembro deste ano, no Brasil e nos EUA. A primeira patente do medicamento foi depositada nos EUA em 1989. Como sua validade é de 20 anos, a proteção deveria expirar em 2009. A Pfizer conseguiu nos EUA, porém, uma revalidação usando como argumento outra patente depositada mais tarde, estendendo o prazo para dezembro de 2010. No Brasil, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) entendeu que o prazo de 2009 deveria ser mantido, mas a Pfizer conseguiu na Justiça que a mesma regra americana fosse aplicada aqui. O INPI recorreu, mas a ação ainda não foi julgada. Na decisão favorável à EMS, porém, o desembargador André Fontes, do Tribunal Regional Federal da 2 ª Região do Rio, disse que a segunda patente é uma “continuação” da original. “Correto, assim, o termo final da vigência da patente fixada pelo INPI”, anotou. Para Odnir Finotti, presidente da Pró Genéricos, entidade que congrega o setor, a decisão do desembargador já reflete o posicionamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que em abril deste ano impôs o fim da patente do Viagra (citrato de sildenafil), contra a disfunção erétil. “É a primeira vez que temos uma decisão nessa fase a nosso favor.”Mercado milionário Por trás da pressa da EMS para colocar o remédio nas prateleiras está uma disputa pelo mercado estimado em R$ 400 milhões do Lípitor no País, incluindo vendas em farmácias, hospitais e ao governo. Na quarta-feira, o governo de Minas Gerais faz uma licitação para a compra de medicamentos para evitar problemas cardíacos, incluindo a atorvastatina, estimada em R$ 25 milhões – e a EMS pretende participar. No ano passado, o Lípitor registrou faturamento de US$ 11,4 bilhões no mundo. Para se ter uma ideia da relevância desse produto, o Viagra registrou receita de US$ 1,8 bilhão. Como os produtos genéricos são rigorosamente iguais, tradicionalmente ganha mercado quem chega antes. A EMS promete lançar dois produtos: a cópia simples do princípio ativo e um genérico com marca. “Até que os concorrentes cheguem, temos tempo para trabalhar nosso medicamento com os cardiologistas”, diz Waldir Eschberger Júnior, vice-presidente de mercado da EMS. A empresa já obteve registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para produzir a droga. Outra concorrente nacional, a Biossintética, também já tem o aval. Fonte: Jangadeiro Online

Cientistas descobrem superpênis de lula

Matt Walker Editor da BBC Earth News
O macho da espécie O. ingens com o pênis ereto (a estrutura tubular branca na parte de baixo da foto) Cientistas britânicos revelaram pela primeira vez detalhes da vida reprodutiva de lulas que vivem no fundo do mar depois da descoberta de uma lula macho com um pênis ereto quase do tamanho do corpo do animal.Segundo um artigo publicado na revista especializada Journal of Molluscan Studies, os cientistas descobriram que o órgão injeta pequenos “pacotes” de espermatozoides no corpo da fêmea. O biólogo marinho e especialista em peixes de águas profundas Alexander Arkhipikin, do departamento de pesca do governo das Ilhas Malvinas, disse que o animal foi capturado durante um cruzeiro de pesquisa. “A lula adulta foi recolhida durante um cruzeiro de pesquisa em uma área da Patagônia. Tiramos o animal da rede, ele estava moribundo, com braços e tentáculos ainda se movendo, e cromatóforos na pele se contraindo e expandindo”, disse ele à BBC.
A lula da espécie O. ingens vive no fundo do mar “Quando abrimos o manto da lula para avaliar sua idade, testemunhamos um fato incomum.” “O pênis da lula, que havia se estendido apenas um pouco além da margem do manto, de repente se tornou ereto e se alongou rapidamente até um total de 67 centímetros, quase o mesmo tamanho do animal.” A agitação sexual do molusco pegou os cientistas de surpresa, mas sua ocorrência ajudou a resolver o mistério de como as lulas se reproduzem no fundo do mar. Reprodução Os biólogos possuem mais conhecimento sobre como os cefalópodes de águas rasas se reproduzem - o grupo inclui polvos, alguns tipos de lula e a sépia. A parte mais característica do corpo dos cefalópodes é a estrutura fechada parecida com um capuz chamada de manto, que forma a maior parte do que parece ser o corpo e a cabeça dos animais. Eles usam o manto para se mover por um mecanismo de propulsão e precisam ventilá-lo para respirar. O manto ainda protege e esconde seu sistema de excreção e os órgãos sexuais. Sua forma física, no entanto, representa um desafio para os cefalópodes machos: como transportar o sêmen para fora do manto e como mante-lo dentro da cavidade das fêmeas, tendo em vista a movimentação de água dentro do manto para que elas possam se mover e respirar? Os cefalópodes de água rasa desenvolveram um braço especial para fazer o serviço. Eles têm pênis curtos, que produzem os “pacotes” de espermatozoides – chamados espermatóforos – e um de seus oito braços é modificado para transferi-lo para o receptáculo especial da fêmea.
A lula macho com o pênis em posição de "descanso" Esses receptáculos normalmente são localizados na pele, ou na cavidade interna da fêmea. Sabia-se que as lulas de água profunda usavam um método mais primitivo, que envolvia, de alguma forma, a transferência dos espermatozoides para o corpo da fêmea. Mas os biólogos não tinham ideia de como esse processo era realizado, já que as lulas de água profunda não têm braços modificados. “A gente tinha apenas suspeitas de como isso poderia ocorrer em águas profundas”, disse Arkhipkin. Até hoje, acreditava-se que elas lançavam os espermatóforos à distância, para que alcançassem as fêmeas. Mas a pesca da lula da espécie Onykia ingens revelou a resposta. “Obviamente, um pênis fortemente alongado é a solução”, disse o biólogo. Com o órgão, a lula macho chega até o corpo da fêmea e injeta os espermatozoides diretamente, para evitar que ele seja levado pela água. Os cientistas, no entanto, ainda não sabem como esse espermatozoide chega até o órgão reprodutor da fêmea. Até hoje, pouquíssimos espécimes de lulas gigantes (Architeuthis dux), ou de seu parente ainda maior, a lula colossal (Mesonychoteuthis hamiltoni), foram vistos ou recolhidos do mar. Para Arkhipkin, é provável que estas se reproduzam de forma semelhante à lula capturada. Extraído BBC Brasil.

Charge do dia: “Candidatos”

Blog da Jangadeiro

Restaurante exclusivo para cães e gatos abre em Sydney

Um restaurante exclusivamente para cães e gatos foi aberto na cidade australiana de Sydney, na costa leste do país. O Chew Chew, aberto em junho, serve pratos como risoto de frango, macarrão à bolonhesa, hambúrguer de sardinha, asas de frango e um “capuccino” feito com leite de cabra e salpicado com pedacinhos de fígado seco. Para os gatos, o cardápio inclui iguarias como peixe branco marinado com geléia de sardinha e fígado de canguru. O restaurante realiza também festas de aniversário para cães e gatos, com direito a bolo e brindes. Pratos preferidos o restaurante foi aberto pela japonesa Naoko Okamoto, especialista em nutrição. "Muita gente acha que nosso restaurante é apenas um estabelecimento que aceita cachorros. Mas não é isso. Não servimos os donos, servimos apenas cães e gatos", disse Okamoto à BBC Brasil. Segundo ela, o prato preferido dos cães é o bife com cogumelos. "Nossos pratos são de alta qualidade, feitos com ingredientes orgânicos e de acordo com as necessidades nutricionais dos animais", disse. Apesar de não servir seres humanos, o Chew Chew permite que eles comam ao lado de seus animais de estimação. "Ao lado do Chew Chew, há uma cafeteria para humanos. Os donos vão até lá, compram o que quiserem e podem trazer para cá", explicou. O restaurante abre para café da manhã e almoço e vende seus produtos também pela internet. Extraído BBC Brasil.