Shakira pode ser processada por causa de novo clipe

Autoridades espanholas dizem que ela não pediu permissão para gravar cenas em Barcelona. Autoridades de Barcelona, na Espanha, podem processar Shakira. Segundo o jornal colombiano "Colombia Reports", ela gravou na cidade cenas para seu novo clipe, "Loca", sem permissão do governo local. Mesmo que o vídeo ainda não tenha sido lançado, fãs colocaram na internet trechos das gravações feitos por câmeras amadoras e celulares. Nas imagens, Shakira entra numa fonte de uma praça e chama fãs para dançarem com ela. Em outro momento, anda de moto sem capacete. Confira um dos vídeos colocados na internet por fãs:

De acordo com a publicação, os trechos estão sendo analisados e as autoridades espanholas já disseram que Shakira "nem mesmo pediu permissão" para realizar a gravação, o que é exigido pelas leis locais.Extraído Gazeta Online.

Franceses constroem castelo com técnicas medievais

Um castelo com estilo arquitetônico do século 13 está sendo construído na região francesa da Borgonha com os métodos de edificação e materiais utilizados na Idade Média.Equipamentos elétricos, ferramentas modernas, cimento e veículos motorizados foram totalmente banidos do canteiro de obras "mais louco do mundo", como dizem os responsáveis pelo projeto. O castelo Guédelon, situado a cerca de 200 quilômetros ao sudeste de Paris, começou a ser construído em 1998 e deve ser finalizado até 2025, segundo o mestre de obras do projeto, Florian Renucci. O projeto tem objetivos de pesquisa histórica e também de turismo. Artesanal Em Guédelon, tudo é produzido no local e feito à mão, desde os enormes pregos de ferro utilizados nas tábuas da ponte aos cestos de vime que podem carregar até 80 quilos, usados no transporte dos materiais. Em razão disso, os operários se dividem em diferentes especialidades, como cortadores de pedras, ferreiros, lenhadores, carpinteiros, ceramistas que fazem as telhas e tecelões de cordas. "As ferramentas também correspondem às usadas naquela época. Fizemos adaptações, baseadas em pesquisas", disse Renucci à BBC Brasil. Para erguer os blocos de pedras utilizados na construção dos muros do castelo, por exemplo, um operário caminha dentro de uma roda de madeira ligada a cordas. É possível levantar, nesse aparelho semelhante às rodas usadas em jaulas por hamsters, centenas de quilos somente com a força das pernas.

O fundador do projeto para resgatar os métodos medievais de construção, Michel Guyot, quis criar uma experiência científica, que também levasse em conta critérios históricos e econômicos do período. A construção de Guédelon tenta imitar o que seria uma fortaleza de um "pequeno" senhor feudal do século 13. A localização do castelo, nos arredores do vilarejo de Saint-Sauveur-en-Puisaye, não foi escolhida por acaso. Todas as matérias-primas utilizadas na construção, como pedras, madeiras e a terra, usada para fabricar as telhas e a argamassa, estão disponíveis na área. No local do castelo funcionava uma antiga pedreira e existe uma floresta nos arredores. Além de reduzir os custos da obra, a facilidade para obter os materiais também permite economia de tempo, já que o único meio de transporte no local são as carroças puxadas por cavalos, afirma Renucci. Na Idade Média, isso também era levado em conta. Os transportes custavam caro e os inúmeros "pedágios" e tributos cobrados pelos senhores feudais podiam dobrar o custo dos materiais, afirmam os responsáveis do projeto.
Turismo em Guéledon, os visitantes podem ver a transformação das matérias-primas em materiais de construção. "Isso é algo inédito em uma construção nos dias de hoje. Atualmente, quase tudo é feito em máquinas na China e entregue em contêineres", diz o mestre de obras. Vários arqueólogos, historiadores e especialistas em castelos participam da realização da obra, que também tem um objetivo pedagógico e de transmissão das técnicas utilizadas. Os operários atuam ainda como "guias turísticos" e explicam aos visitantes como é feita a produção dos diferentes materiais utilizados na construção. No ano passado, o castelo foi visitado por 340 mil pessoas, segundo a assessoria de imprensa. Como não existem documentos escritos sobre os métodos de construção medievais, os responsáveis pelo projeto visitaram edificações do século 13 e realizaram pesquisas baseadas em estudos científicos. A composição exata da argamassa na Idade Média foi um dos primeiros obstáculos encontrados. "Fizemos várias análises e descobrimos uma mistura de cal com areia que corresponde à utilizada nas construções da época", diz Renucci. Tudo é feito à mão, sem o uso de betoneiras, ressalta o mestre de obras, acrescentando que já existia naquela época, como em uma empresa moderna, uma verdadeira logística de produção para que não faltasse material. Quando for finalizado, o castelo deverá ter 2,5 mil metros quadrados de área construída. Por: Daniela Fernandes De Paris para a BBC Brasil

Mariah Carey se apresenta na Festa do Peão de Barretos (SP)

Edson Silva/Folhapress

Com público abaixo do esperado, a cantora Mariah Carey fez na madrugada deste domingo o principal show da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, em São Paulo. O estádio de rodeios do Parque do Peão não chegou a preencher nem mesmo as arquibancadas, que têm capacidade para 35 mil pessoas sentadas. A principal reclamação do público foi com o preço do ingresso, que chegou a R$ 300 na área vip. No restante da arena e nas arquibancadas, custavam R$ 200. No palco, Mariah cantou os principais sucessos de sua carreira, num show que durou 90 minutos e contou com três trocas de roupa da artista. Ela, que subiu ao palco com atraso de uma hora e meia, se desculpou com o fãs pelo Twitter. A organização da festa ainda não divulgou o público presente no evento na noite de sábado (21), que ainda teve micareta e shows em palcos espalhados pelo parque, como da banda teen Restart.



Os momentos que antecederam o show da cantora norte-americana foram tensos entre os compradores da área vip. Em sua maioria grandes fãs da cantora, eles se aglomeraram no fundo dos bretes, área destinada à espera para a entrada, que só foi liberada após o término do rodeio. Na avaliação dos compradores, o fato contraria a ideia da organização do evento, que era a de levar Mariah Carey e atrair um público que normalmente não iria ao rodeio. "Como querem que a gente venha se pagamos mais caro e não temos como ver o rodeio?", questionou André Martins Ribeiro, 30, do Rio de Janeiro. Os bilhetes, de acordo com a organização, deixavam claro que o acesso seria somente após as provas cronometradas e montarias em touro. Com o atraso para a liberação de acesso, protestos foram feitos pelo público. "Cadê a organização da maior festa do país para dar uma satisfação para a gente? Estamos aqui desde a tarde e ninguém falou nada, não temos previsão de nada", dizia Ronaldo Claro Paes, de Belo Horizonte. Extraído Folha.com. Veja fotos do show de Mariah Carey

Correnteza arrasta ônibus e mata 15 pessoas no Paquistão

Quinze pessoas morreram hoje e outras vinte estão desaparecidas após uma correnteza arrastar um ônibus que circulava pela rodovia do Indo, no centro do Paquistão, informou a polícia local. O ônibus cobria a rota entre as cidades de Karachi e Peshawar, e foi arrastado na região de Bazdar Sharqui por um correnteza que vinha da serra de Suleman, de acordo com a versão policial, citada pelo canal "Geo TV". No ônibus viajavam cerca de 45 passageiros, dos quais dez conseguiram se salvar nadando, enquanto outras 15 pessoas morreram e outras 20 continuam desaparecidas. As equipes de resgate já iniciaram os trabalhos de resgate na região. O Paquistão está há semanas imerso em devastadoras inundações que causaram, por enquanto, a morte de mais de 1.500 pessoas e entre 15,4 e 20 milhões de desabrigados, segundo as autoridades. DA EFE, EM ISLAMABAD. Extraído Folha .com

Genéricos podem crescer 15% com fim do prazo de validade de patentes

No Brasil, uma patente dura 20 anos com o fim da vigência de patentes neste ano, os fabricantes de remédios genéricos esperam crescer de 10% a 15%. A estimativa é de Odnir Finotti, presidente da Pró-Genéricos, associação que reúne as indústrias farmacêuticas do setor. O mercado de genéricos movimenta atualmente R$ 5 bilhões e os laboratórios nacionais estão de olho em um faturamento de R$ 1 bilhão a curto prazo. Finotti garante que as empresas estão preparadas para abastecer as prateleiras das farmácias assim que as patentes expirarem. O genérico deve ser, pelo menos, 35% mais barato que o remédio de marca. “A indústria começa a se preparar dois anos antes do fim da patente”, disse o presidente. Um estudo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) indica que 21 patentes devem expirar em 2010. Porém, esse cenário está sempre sujeito a mudanças, já que as indústrias farmacêuticas donas das patentes têm buscado a Justiça para prorrogar o tempo de exclusividade de uso das fórmulas. No Brasil, uma patente dura 20 anos. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), do governo federal, considera que a patente começa a valer a partir da data do primeiro registro dela no exterior, o chamado mecanismo pipeline. Em contrapartida, os laboratórios dos remédios patenteados entendem que o prazo deve contar a partir de registros mais recentes. A divergência de entendimento tem provocado disputas judiciais, como ocorreu no caso do Viagra, indicado para tratamento contra a impotência sexual. Em abril, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a patente do remédio vencia em junho deste ano e rejeitou a alegação do laboratório Pfizer de que o encerramento seria em junho de 2011. A determinação permitiu a entrada do genérico do Viagra no mercado brasileiro. Depois dessa decisão, o Inpi estuda agora pedir à Corte que julgue, de uma única vez, 37 recursos sobre prorrogação de patentes. Para o instituto, o fim das patentes estimula a produção nacional de genéricos, facilita o acesso da população aos medicamentos e reduz os gastos públicos com a compra de remédios. “Não é combater a patente. Estamos combatendo o abuso do direito da patente, ou seja, usar além do que foi estabelecido pelo governo brasileiro. Isso não traz benefício para o país e para a população”, justificou o procurador-chefe do Inpi, Mauro Maia. Fonte: Agência Brasil

Cid Gomes Faltou ao Debate na TV Jangadeiro

Bem planejado e dividido, o debate da Jangadeiro deu oportunidades iguais para que os participantes atuassem confrontando idéias e apresentando propostas. Não é possível medir, ainda, como a ausência de Cid Gomes impactou junto aos telespectadores. O fato é que seus oponentes aproveitaram para fustigá-lo, na intenção de reforçar um discurso crítico e construir uma imagem negativa do governador, com o nítido cuidado de não transformá-lo em vítima de ataques injustos. Debates entre candidatos constituem oportunidade para que eleitores os observem atuando sem o auxílio das propagandas, onde imagens exuberantes e falas decoradas deixam o processo político artificializado. No debate promovido pelo Sistema Jangadeiro de Comunicação na noite desta quinta-feira (19), o público pode acompanhar os candidatos falando sem a intermediação de recursos externos. Nada de músicas, de atores sorrindo ou cenários idílicos, ”só” os candidatos. Não dá pra dizer quem “ganhou”, mas é possível identificar que alguém perdeu. Como sempre ocorre nesses eventos, existe uma natural avaliação da performance dos participantes. A apreciação sobre o desempenho de cada um varia em função de inúmeras variáveis que vão desde a roupa que o candidato ou candidata usaram, passando pela gesticulação e tom de voz, até ao conteúdo expresso em suas falas. É comum que eleitores que simpatizam com um determinado candidato entendam que o seu preferido levou a melhor na discussão. Mas pra isso é preciso que o candidato participe. Um erro grosseiro, uma fala mal colocada, um silêncio constrangedor, um destempero eventual, podem causar danos graves a uma candidatura e mesmo comprometê-la. Assim, candidatos e assessores costumam a se dar por satisfeitos por “não perderem” uma disputa dessa natureza. Antes de procurar brilhar, a ordem é não errar.
No debate da Jangadeiro, foi possível reconhecer as estratégias utilizadas pelos debatedores. Nesse sentido, a ausência deliberada do candidato à reeleição, Cid Gomes (PSB), foi fundamental para que os demais participantes organizassem suas explanações. Lúcio Alcântara O ex-governador Lúcio Alcântara (PR) foi o mais incisivo nas críticas feitas à atual gestão. Desfilou números sobre segurança, falou sobre o que considera erros gerenciais, fez menção a escândalos na imprensa envolvendo o governador e comparou sua administração com a de Cid. Experiente, Lúcio adotou um tom de voz manso e um semblante sereno para atacar o oponente sem parecer rancoroso. Marcos Cals (PSDB) também fez críticas ao governador, especialmente na área de segurança. Foi firme e desenvolto sem perder de vista a preocupação de aproveitar a oportunidade para se apresentar ao eleitorado, uma vez que sua candidatura é recente e seu nome pouco conhecido em relação aos líderes nas pesquisas. Soraya e Marcelo Soraya Tupynambá (PSOL) e Marcelo Silva (PV) preferiram fazer críticas mais generalistas ao modelo de desenvolvimento e falaram sobre temas importantes, mas que não causam impacto no público, como a questão climática. Mesmo assim, a dupla fez questão de também lamentar a ausência de Cid Gomes. Cid Gomes Não é possível medir, ainda, como a ausência de Cid Gomes impactou junto aos telespectadores. O fato é que seus oponentes aproveitaram para fustigá-lo, na intenção de reforçar um discurso crítico e construir uma imagem negativa do governador, com o nítido cuidado de não transformá-lo em vítima de ataques injustos. A candidata do PSOL resumiu bem essa situação, ao dizer que apesar da ausência, Cid esteve “muito presente” no debate. A opção de não comparecer num ambiente diferente da propaganda eleitoral tirou do candidato a reeleição a oportunidade de rebater fatos e números expostos por adversários e que colcam em xeque seu próprio governo. Por: Wanderley Filho é historiador e editor do Jangadeiro Online

Novela Mexicana: TSE que conduziu a Corte ao entendimento de que Lei da Ficha Limpa é aplicável neste ano

Por 5 votos a 2, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entenderam, em preliminar de recurso ordinário julgado na sessão desta terça- feira (17), que a Lei da Ficha Limpa não viola o princípio da anterioridade ou anualidade previsto no artigo 16 da Constituição Federal. Tal dispositivo afirma que “a lei que venha a alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, mas não se aplicará à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência”. O presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, considerou que a Lei da Ficha Limpa não promoveu alteração no processo eleitoral que rompesse com as regras atuais, mas apenas que foi criado um novo regramento linear e isonômico que levou em conta a vida pregressa dos candidatos, de forma a procurar preservar a moralidade das eleições no que chamou de princípio da prevenção, sendo acompanhado pelos ministros Arnaldo Versiani, Cármen Lúcia, Aldir Passarinho Junior e Hamilton Carvalhido. Em seu voto, o presidente do TSE afirmou que sem a Lei da Ficha Limpa “não seria possível afastar, preventivamente, da vida pública aqueles que, por sua vida pregressa desabonadora, colocam em risco potencial a “probidade” e a “moralidade” administrativa”. O ministro Lewandowski destacou, ainda, que na “ Roma antiga os candidatos a cargos eletivos trajavam uma toga alva como forma de identificá-los e distingui-los dos demais cidadãos. Nesse sentido, lembrei que a palavra “candidato” vem do latim candidatus, que significa “aquele que veste roupa branca”, representando a pureza, a honestidade, a idoneidade moral para o exercício do cargo postulado”. Para o ministro, a lei tem o objetivo de “proteger valores constitucionais que servem de arrimo ao próprio regime republicano, abrigados no § 9º do art. 14 da Constituição, que integra e complementa o rol de direitos e garantias fundamentais estabelecidos na Lei Maior”. Leia, na íntegra, o voto do ministro Ricardo Lewandowski Leia .

A charge do dia: A guerra de guerrilha de José Serra

Charge de Frank, em A Notícia (SC).

O desembargador Jucid Peixoto do Amaral determinou que o duodécimo destinado à Câmara de Umirim, deve ser de 7% da receita anual do exercício anterior

O Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) concedeu decisão favorável ao município de Umirim sobre o repasse do duodécimo à Câmara Municipal. O desembargador Jucid Peixoto do Amaral determinou que o duodécimo destinado à Câmara deste município, deve ser de 7% da receita anual do exercício anterior, conforme previsto nos artigos 153, 158 e 159 da Constituição Federal. Mais uma decisão favorável aos municípios. O desembargador entendeu que a Emenda Constitucional que baixou o repasse de 8% para 7% deve ser aplicada desde 1º de janeiro de 2010. O valor de 7% é para os municípios com até 100 mil habitantes. Além de Jucid Peixoto do Amaral , os desembargador Lincoln Tavares Dantas e Francisco Barbosa Filho, a desembargadora Maria Nailde Pinheiro Nogueira e a juíza Ana Cláudia Gomes de Melo, também determinaram a aplicação do mesmo percentual em outros municípios cearenses. De acordo com a Coordenadoria Jurídica da Aprece, tais decisões do TJCE confirmam, mais uma vez, o entendimento da Aprece, que defende o cumprimento da Constituição Federal. O núcleo jurídico informa, ainda, que possui todo o material necessário para contribuir numa futura defesa dos municípios que porventura venham a necessitar. Para outras informações entre em contato com a Aprece, através da Coordenadoria Jurídica, nos telefones: (85) 4006.4000/4010. Fonte: Aprece Ceará

Pão carioquinha vai ficar mais caro

A partir da próxima semana, o pão francês – popularmente conhecido como carioquinha – vai ficar mais caro. De acordo com o Sindicato da Indústria do Trigo (Sinditrigo), o reajuste deve ser de 17%. O por quê do aumento o aumento é uma conseqüência do período de entressafra do trigo no Hemisfério Sul – que ocorre entre os meses de maio e junho. Neste período, a expectativa é de que haja crescimento da importação dos trigos norte-americano e canadense. Extraído Jangadeiro Online

Charge do dia: “Mexendo no bolso”

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