Sem-tetos de Salvador vivem em 111 casarões prestes a cair

Fotos: Caio Guatelli Folhapress








Como nômades à espera do pior, moradores de casarões do centro antigo de Salvador sob o risco de desabamento invadem imóveis vizinhos à medida que os lugares onde viviam desabam. A informação é da reportagem de Matheus Magenta publicada na edição desta segunda-feira da Folha. Aqueles que resistem e ficam nos locais, apesar de todos os riscos, dizem não saber e nem ter para onde ir. No último dia 17, um casarão caiu e matou quatro pessoas na rua do Julião, no centro histórico da cidade. No local, há 12 casarões em situação precária. A rua consta em um levantamento realizado pela Codesal (Defesa Civil de Salvador) sobre a situação dos imóveis, concluído no ano passado. São 111 imóveis tombados, ou sob influência de área tombada pela proximidade, no centro antigo de Salvador. Construídos principalmente nos séculos 18 e 19, grande parte dos imóveis não tem mais janelas, telhados, paredes externas ou escadas para andares superiores que também já deixaram de existir há muito tempo. Extraído Folha.com


Crack as Pedras de sangue

SUA FAMÍLIA CORRE PERIGO

JOCÉLIA, A MENINA DE 70 ANOS PROGRAMA DO GUGU

A menina Jocélia vai fazer 10 anos de idade, mas sofre de uma doença rara, a Progeria, que faz com que ela envelheça sete vezes mais rápido do que uma pessoa normal. Gugu, que se disse impressionado com o caso, foi ao Ceará para trazer a garota para São Paulo e ajudá-la aqui. Fonte: R7.

Tal do Acordo


O POVO Online Clayton

Charge do dia: “Mendicância eleitoral”


Visite o site de Newton Silva

Liberdade de imprensa em xeque na cidade de Quixadá

Silenciar a imprensa é calar a boca do povo. Não podemos voltar à era da Universidade que torturava!Liberdade de imprensa é um dos princípios pelos quais um Estado democrático assegura a liberdade de expressão aos seus cidadãos, principalmente no que diz respeito a quaisquer publicações que estes possam pôr a circular. A carta magna de 1988 assegura amplamente o direito da livre expressão. Mas uma nota vinculada a Faculdade Católica Rainha do Sertão de Quixadá, deixa os comunicadores da cidade de Quixadá e Sertão Central do Ceará sob alerta pela forma que o conteúdo em determinado momento busca transmitir ou alcançar, é visível a intenção de intimidar o repórter Jackson Perigoso e também estudante do 5ª semestre do curso de direito. A infeliz nota vinculada em vários meios de comunicação e afixada em locais estratégicos no interior da Faculdade Católica Rainha do Sertão, foi classificada pela Revista Central como ameaçadora a liberdade de imprensa e a livre expressão. “E isto é reprovável e tem repercussões no campo judicial, onde ações criminais (art. 139, do CPB), ou cíveis, (CF/88, art. 5º, X), por exemplo, poderão ser propostas.” Texto da reprovável nota por muitos acadêmicos do curso de direito, busca uma finalidade punitiva e vai além do mais que é cessar a liberdade de expressão. Tentar calar um universitário é silenciar a tantas vezes a palavra liberdade de expressão mencionada pelos professores da própria instituição. Intimidar um estudante é mostrar fraqueza para resolver os conflitos lamentáveis internos da instituição.

A REVISTA CENTRAL CONDENA A NOTA E A CLASSIFICA COMO MECANISMO PARA BARRAR A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!

A liberdade de expressão é um direito humano inalienável e sua proteção, um elemento essencial para as sociedades democráticas. O Brasil, ao restabelecer o regime democrático com a promulgação da Constituição de 1988, voltou a viver sob um clima de ampla liberdade, embora algumas circunstâncias ainda gerem apreensões. O restabelecimento da liberdade de expressão ocorreu antes mesmo da promulgação da Carta, mas alguns textos legais seguem ameaçando os profissionais e os veículos de comunicação.

O TEXTO LITERAL PUBLICADO PELA FACULDADE CATÓLICA RAINHA DO SERTÃO DE QUIXADÁ É IDÊNTICA AS USADAS NA DITADURA CRUEL, VERGONHOSA NO BRASIL.

Assim, verifica-se que as liberdades não são fruto das estruturas do Estado, mas da vontade de todos, ou seja, as liberdades não são criadas e não se manifestam senão, em sua maior parte, quando o povo as quer. Daí, a idéia de Bénoit: "as liberdades não nascem senão de uma vontade, elas não duram senão enquanto subsiste a vontade de as manter." (BÉNOIT, Francis Paul. Les conditions d'existence des libertés. Paris: La documentation française, 1985, p. 21.). Nessa formulação clara, destacam-se a Liberdade de Imprensa concebida nos artigos 5º, IX e 220 § 1º da Constituição Federal, "IX — é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independente de censura ou licença; Art. 220 — A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição. § 1º — Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no artigo 5º, IV, V, X, XIII e XIV". Todos estes artigos são muito bem debatidos em sala de aula na instituição Faculdade Católica Rainha do Sertão de Quixadá, no entanto, a nota vai contra todos estes direitos garantidos pela Constituição. A luta pela liberdade de expressão e de imprensa, por qualquer meio de comunicação, não é tarefa de um dia, mas sim constantemente e deve ser apoiado pela sociedade que tem o direito de se informada. A Revista Central reafirma o compromisso e agradece ao apoio da população sobre a forma arbitraria contra a liberdade de comunicação, em especial a Revista Central que a cada dia entra nos lares das famílias da região do Sertão Central. Garantimos aos nossos milhares de leitores que jamais sairemos da nossa linha de atuação, sempre imparcial e ético. Repudiamos a nota e pedimos o direito de resposta nos mesmos locais que foi vinculada a triste e reprovável nota da Faculdade Católica Rainha do Sertão de Quixadá.Extraído da Revista Central. Veja Aqui.

A Voz do Cidadão - Os desdobramentos políticos da Lei dos...

Estude nas melhores universidades do mundo – pelo computador


A edição de ÉPOCA desta semana tem uma longa reportagem sobre ensino à distância, no Brasil e fora. Grandes instituições, entre elas Harvard e Yale, têm programas do tipo. Mas não dá para se formar sem frequentar as aulas por um tempo determinado. As maiores escolas do mundo têm receio de perder prestígio e banalizar o status de cursar uma delas. Apesar disso, o conteúdo, de primeiríssima, está disponível. Para quem quer aprender e não se importa com a falta de certificado, há opções excelentes. Para quem quer ou precisa do diploma, ainda vale passar algum tempo no exterior estudando. “Sempre vale a pena estudar, pelo aprendizado. Mas para a carreira, curso à distância no exterior não compensa”, afirma Marta Maia, professora da Fundação Getúlio Vargas e integrante da Associação Brasileira de Educação à Distância. Os brasileiros ainda têm outro problema, que é a revalidação do diploma estrangeiro. Para isso, é necessário encontrar uma universidade aqui que tenha um curso equivalente ao que foi feito lá fora, mesmo a distância. Em áreas como direito e medicina, que exigem a validação em território nacional, a vantagem de fazer um curso em universidades estrangeiras é relativa — depende de o conteúdo técnico ensinado ser aplicável aqui e oferecer um diferencial. Já para executivos e profissionais de criação, o estudo no exterior facilmente garante algum prestígio, mesmo que cursos à distância não tenham o mesmo prestígio que os presenciais. Mas se você quer aprender, está confortável com seu conhecimento de língua estrangeira e quer fazer um curso online, confira a nossa lista:
Massachussetts Institute of Technology – MIT (EUA): oferece dois mil cursos, com material de leitura, atividades e vídeo aulas. É um dos mais completos que existe.
Fundação Getúlio Vargas (Brasil): é a única no país a oferecer esse tipo de serviço. São 20 cursos divididos em quatro categorias.
Universidade Yale (EUA): o material disponível introduz aos cursos ministrados na instituição.
Universidade de Berkeley (EUA): os cursos gratuitos são selecionados a cada semestre. Servem principalmente para os alunos estudarem.
Universidade Virtual de Monterrey (México): é pioneira no ensino online na América Latina. Foi criada no fim dos anos 90.
Universidade Estadual de Utah (EUA): o material online vem de 20 departamentos diferentes, entre eles Economia e Comunicação.
Universidade de Michigan (EUA): os departamentos de Medicina e Informática estão entre os que mais tem cursos disponíveis.
Paris Tech (França): é uma associação entre doze institutos de educação e pesquisa na França. Para quem se interessa por ciência e engenharia. Os cursos são em francês.
Universidade de Nova Jersey (EUA): os cursos são de quatro departamentos diferentes, alguns têm vídeo, outros só áudio. O material de leitura disponível também varia.
Para encontrar outros cursos, procure por Open Course Ware ou visite o site OCW (em inglês).
Existem escolas que oferecem cursos híbridos: misturam ensino online com a presença no campus. São pagos, garantem diploma e tem processo seletivo.
Universidade de Columbia (EUA): matérias a distância podem ser usadas como crédito para cursos presenciais.
Universidade de Londres (Inglaterra): o primeiro programa de ensino a distância foi criado ainda no século 19. Hoje, há instituições cadastradas pelo mundo onde os alunos a distância podem ter acompanhamento e fazer as provas. No Brasil, há seis pontos credenciados.
Universidade Harvard (EUA): o aluno pode ganhar créditos a distância, mas não ganha diploma sem frequentar o campus num tempo determinado. Harvard também tem uma seção digital, com materiais gratuitos. Existem também as universidades virtuais e abertas estrangeiras, com cursos inteiramente a distância. Nas virtuais, é tudo pelo computador. Nas abertas, os cursos também são à distância, mas podem incluir a frequência em aula de tempos em tempos. Nem todas aceitam estrangeiros, porque às vezes é preciso estar vinculado a uma universidade parceira da instituição. As mais conhecidas estão baseadas no Canadá, Reino Unido e Espanha. Fonte: Época

Propaganda Eleitoral

Funceme sofre de “desertificação técnica”

A II Conferência Internacional sobre Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento de Regiões Semiáridas passou, deixou frutos, mas, também, uma constatação nos bastidores: a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos do Estado (Funceme),que atua nessa área, vive ameaça de desertificação técnica. Isso, por estar perdendo pesquisadores em razão dos baixos salários. Gente com mestrado e doutorado ali ganha, no máximo, R$ 3 mil, o que não motiva. Nesta semana, o orgão perdeu dois técnicos: um para a UnB e outro para a UFC, aprovados em concurso público. A cúpula da Funceme está preocupada e os profissionais esperam ver o problema resolvido pelo Governo do Estado após as eleições. (Coluna Vertical, do O POVO)

STF libera humor sobre candidatos

Para ministro, não cabe ao Estado definir previamente o que pode ou não ser dito por indivíduos Brasília. O ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar que libera programas de humor a fazerem sátiras com os candidatos. A decisão ainda deverá ser analisada em plenário. Na liminar, o ministro ressalta que não cabe ao Estado "definir previamente o que pode ou o que não pode ser dito por indivíduos e jornalistas". Na análise do ministro, "não há liberdade de imprensa pela metade ou sob as tenazes da censura prévia, pouco importando o poder estatal de que ela provenha".Ayres Britto acrescentou ainda que a conduta será vedada apenas quando "descambar para a propaganda política, passando nitidamente a favorecer uma das partes na disputa eleitoral". O que poderá ser avaliado caso a caso pelo Poder Judiciário. A decisão foi tomada a partir de questionamento apresentado pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert). Para derrubar o veto, válido para os três meses que antecedem as eleições, a entidade argumentou que as restrições "geram um grave efeito silenciador sobre as emissoras, obrigadas a evitar a divulgação de temas políticos polêmicos para não serem acusadas de ´difundir opinião favorável ou contrária´ a determinado candidato, partido, coligação, a seus órgãos ou representantes". "Sob censura"Comentando sua decisão, Carlos Ayres Britto afirmou ontem que os programas humorísticos estavam sob censura. "Era censura sim. Os programas em rádio e televisão de humor se inscrevem nas chamadas relações de imprensa e estão no âmbito da chamada liberdade de informação jornalística´´, disse. Segundo ele, a decisão que tomou era "urgente´´. "A demora significaria um prejuízo até irreparável para a liberdade de imprensa´´, afirmou.No último fim de semana, um grupo de humoristas fez um protesto no Rio contra o veto ao humor nas eleições. A Abert considerou que a decisão do STF "reafirma os princípios constitucionais, que garantem o exercício da liberdade de expressão e de imprensa, de manifestação do pensamento, de atividade intelectual e artística". Segundo nota divulgada pela entidade, os incisos da Lei Eleitoral que proibiam o uso de trucagem, montagem ou recursos de áudio ou vídeo que degradem candidato, partido ou coligação durante o período eleitoral, limitam a produção artística e desrespeitam a Constituição."Na expectativa da apreciação da matéria pelo Pleno do STF, reiteramos nossa convicção na plenitude das liberdades de expressão e de imprensa como pressuposto para um processo eleitoral justo, liso e transparente", afirma a Abert. Extraído Diário do Nordeste.