Conferência aprova eleição para diretor de escola e máximo de alunos por turma

Brasília - Terminou hoje (31) a primeira rodada de debates sobre as propostas que estão em discussão durante a Conferência Nacional de Educação (Conae). Parte já foi aprovada, como a eleição direta para diretores nas escolas públicas e um número máximo de alunos por turma para cada etapa do ensino. As propostas que já foram aprovadas hoje (31), em tese, seguem direito para o documento final da Conae, desde que nenhum delegado faça algum tipo de questionamento amanhã (1°), durante a plenária final. Mas a tendência é que elas sejam mantidas, porque já foram aprovados por mais de 50% dos participantes das plenárias dos eixos. No eixo sobre a valorização profissional, ficou aprovado que o número máximo de alunos por turmas seja de 15 na pré-escola, 20 no ensino fundamental, 25 no ensino médio e 30 no ensino superior. nOs delegados também votaram a favor de uma proposta para criar o “ano sabático” para os professores da rede pública: a cada sete anos trabalhados, o profissional poderia tirar licença por um ano para estudar, mantendo a remuneração. Outra determinação é para que o piso nacional dos professores, estabelecido por lei em 2008, seja reajustado anualmente pelo Índice do Custo de Vida (ICV) do Dieese. Como ocorre em toda a conferência, as propostas aprovadas não têm força de lei, mas servem como um indicativo para as políticas públicas. No caso da Conae, elas serão diretrizes para a elaboração do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que vai orientar as políticas do setor para os próximos dez anos. O PNE precisa ser aprovado este ano pelo Congresso Nacional para vigorar a partir de 2011. “A conferência é uma discussão da sociedade , mas não é executiva, nem normativa. O que a sociedade civil vai fazer é cobrar para ver se essas diretrizes serão aplicadas, por exemplo, no PNE”, explica o coordenador-geral da Conae, Francisco das Chagas. Algumas propostas polêmicas, que não foram aprovadas pela maioria na discussão de cada um dos eixos, serão decididas amanhã na plenária final. Entre eles, estão a questão das cotas nas universidades públicas e a extinção do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), cujo objetivo é avaliar as competências e habilidades básicas de jovens e adultos que não tiveram acesso ao ensino regular na idade adequada para garantir a eles o direito a um diploma. Por: Amanda Cieglinski Repórter da Agência Brasil

Sai da Frente...


Apenas 10% da população brasileira praticam atividade física com regularidade, indica Pnad

Já quase um terço da população afirma ter pelo menos uma doença crônica. Segundo levantamento do governo federal, somente 14,9 milhões de pessoas, ou 10,2% da população pratica atividade física com frequência. Mais de 60% tem menos de 34 anos e a maioria é homem. Estes dados foram divulgados pelo o Suplemento de Saúde da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2008, nesta quarta-feira (31). Estes são aqueles que se enquadram na definição de “ativo no lazer” da Organização Mundial da Saúde. Para a OMS, ser ativo é: praticar futebol, basquete, ginástica aeróbica, corrida (inclusive em esteira) ou tênis durante pelo menos três dias por semana, com duração diária de 20 minutos ou mais; ou caminhada ou outra modalidade de exercício físico ou esporte durante pelo menos cinco dias por semana, com duração diária de 30 minutos ou mais. Em uma abordagem mais ampla, 28,2% da população de 14 anos ou mais de idade, informaram ter praticado exercícios físicos ou esportes nos três meses anteriores a data da entrevista. Aqui foi considerado ainda como atividade física o costume de ir a pé ou de bicicleta do domicílio para o trabalho; andar a maior parte do tempo, carregar peso ou fazer esforço físico intenso no trabalho; fazer faxina no próprio domicílio, sozinha ou com ajuda de outra pessoa. A pesquisa mostra que 28,2 milhões de pessoas, cerca de 20% da população não realizam nenhuma atividade física. Dentre os idosos com mais de 65%, 1/3 não pratica qualquer exercício. Praticamente a metade das pessoas faz atividade duas vezes por semana, em geral (93,5%) por 30 minutos diários. Renda x Atividade A prática de exercício físico está relacionada à renda do cidadão. Em torno de 20,2% daqueles que ganhavam menos de 1 salário mínimo praticavam exercício físico ou esporte, enquanto entre os que ganhavam acima de 5 salários mínimos, este percentual ultrapassou 50%. Outro dado curioso da pesquisa é que mais de 1/3 dos trabalhadores do Brasil, ou 30,6 milhões, ia, em 2008, para o trabalho a pé ou de bicicleta. Esta era a forma de locomoção utilizada por mais da metade da população de 14 a 17 anos e por 41,5% entre aqueles com 18 a 19 anos. Entre os que tinham rendimento domiciliar per capita inferior a 1/4 do salário mínimo, o percentual dos que iam a pé ou de bicicleta para o trabalho foi estimado em 57,5%. Para a faixa acima de 5 salários mínimos, o percentual era de 10,8%. Um pouco menos da metade da população com 14 anos ou mais (49,7%) também afirmou que costuma fazer faxina no próprio domicílio, sozinha ou com a ajuda de outra pessoa. Pouco mais de 1/4 dos homens tinha esta prática, enquanto 72,1% das mulheres foram incluídas nesta estatística. Pressão alta e problema na coluna são doenças crônicas mais citadas por brasileiros Quase um terço da população (31,3%) afirma ter pelo menos uma doença crônica, segundo o Suplemento de Saúde da Pnad 2008 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgado nesta quarta-feira (31). Desse total, as enfermidades mais citadas são a hipertensão (14%) e a dor na coluna (13,5%), seguidas de artrite ou reumatismo (5,5%), bronquite ou asma (5%), depressão (4,1%), doença cardíaca (4%) e diabetes (3,6%). A pesquisa mostra que há mais mulheres (35,2%) com doenças crônicas do que homens (27,2%). As regiões Sul e Sudeste são as que apresentam maior percentual de pessoas com pelo menos uma enfermidade crônica, com 35,8% e 34,2%, respectivamente. Em seguida, aparecem as regiões Centro-Oeste (30,8%), Nordeste (26,8%) e Norte (24,6%). Conforme a idade aumenta, o número de doenças declaradas também se eleva. Até os 19 anos, o percentual de pessoas com três ou mais doenças é próximo de zero. Para a faixa de 50 a 64 anos, o percentual sobe para 17,1%. Entre os brasileiros com 65 anos ou mais, 28,3% afirmam sofrer de três ou mais enfermidades. Nessa faixa etária, no entanto, 20,9% dizem não ter qualquer doença crônica. Quanto maior o rendimento domiciliar per capita, maior o percentual de pessoas que declaram ter ao menos uma doença. Entre aqueles com até um quarto de salário mínimo, 20,8% têm ao menos uma enfermidade. Entre aqueles com mais de 5 salários mínimos, o percentual sobe para 38,5%. A existência de doenças crônicas não sofreu variação significativa em relação à pesquisa de 1998, quando 31,6% relatou ter ao menos uma enfermidade. Já em 2003, a proporção foi de 29,9%. O suplemento da Pnad 2008 foi realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com o Ministério da Saúde. Foram pesquisadas 391 868 pessoas e 150 591 unidades domiciliares distribuídas por todas as Unidades da Federação. Fonte: Uol

Aparência das unhas pode indicar problemas de saúde

O diagnóstico de algumas doenças pode ser feito através da análise das unhas. Qualquer alteração pode servir de alerta e ajudar na prevenção de doenças.“Os pastéis vão voltar com tudo e o cintilante também, como o vermelho com cintilante, vinho com cintilante, beterraba ainda continua", diz Mas o que Laura e muitas manicures ainda não sabem é decifrar os sinais que as unhas podem revelar sobre os problemas de saúde das pessoas. As unhas sempre mereceram uma atenção especial da medicina chinesa. A sabedoria milenar ensina que o diagnóstico de algumas doenças pode ser feito através da análise das unhas, por isso não custa nada observá-las constantemente e fazer desta observação um hábito mesmo, porque qualquer alteração pode servir de alerta e ajudar na prevenção de doenças. “Deficiências de circulação, deficiências de nutrientes, como anemia”, diz Sérgio Palma, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia – PE. As manicures querem saber... “Quando a unha tá muito quebrada ou quebra com facilidade, se é alguma doença?”, pergunta Laura Teodoro, manicure. “Quando você tem uma doença da glândula da tieróide, ela pode levar ao enfraquecimento da unha. As anemias também, as carências nutricionais, as doenças que consomem o indivíduo, todas elas também podem estar levando a fragilidade da unha”, diz o dermatologista. “Quando a unha tá descolando é sinal de doença?”, questiona outra manicure. Ela favorece as infecções secundárias, como a presença dos fungos e bactérias. Pode ser também secundária a traumatismo, ao uso de medicamentos prolongados”, orienta Palma. “E se a unha é amarelada?”. “Unha amarelada pode indicar alguma doença respiratória e doenças do fígado também podem levar a esta coloração da unha”, afirma. “Quando a unha tá avermelhada?”.“Pode ser sinal de problemas de circulação”. O dermatologista também ensina: é preciso dar uma folga ao esmalte de vez em quando. “A cada quatro, cinco dias, retirar esse esmalte e de preferência deixar em torno de dois a três dias essa unha sem a cobertura do esmalte. Justamente pra ela poder tá respirando. A cor natural é um rosa clarinho... Ela não deve estar descolando, sem sinais de infecção, não ter nenhum inchaço, sequinhas, estarem sempre limpas e cortadas”, conclui o dermatologista. Fonte: Jornal Hoje

China é o país onde mais se executa a pena de morte

No ano de 2009, ao menos 714 pessoas foram executadas em 18 países onde existe a pena de morte. É provável que o número seja maior, porque a China não fornece dados exatos à Anistia Internacional. É lá o país onde a pena capital é mais freqüente. Em segundo lugar, vem o Irã, com 400 execuções. Cento e doze nos dois meses de protestos que se seguiram à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad. Fonte: Globo.com

Tire suas dúvidas sobre desbloqueio de celular

Para pedir o desbloqueio, o consumidor tem de ir na operadora onde o celular foi habilitado com um documento de identidade e a nota fiscal de compra do aparelho. Veja o que mais diz a lei. Os donos de telefone celular tiveram garantido, nesse mês, o direito de ter o aparelho desbloqueado e sem pagar nada por isso. É um benefício que interessa a milhões de pessoas, mas que ainda provoca dúvidas. A gente vê na reportagem de Carla Modena. Um aparelho na mão, três chips na mesa e uma bela economia no fim do mês. Para ligar para os amigos, a vendedora Luciane Santos não usa apenas a agenda. Troca de chip. E ela nem se importa com o incômodo. “Para não pagar não tem trabalho. Trabalho é dinheiro que sai do bolso. R$ 1, R$ 2, R$ 3 a mais é difícil. Trocar o chip é tranquilo”. Esse troca-troca de chips só pode ser feito se o celular estiver desbloqueado. Ou seja, um aparelho habilitado numa operadora é liberado para funcionar com chips de outras companhias, aqui do Brasil e do exterior. A vantagem de usar vários chips é econômica. Tudo porque há descontos para quem fala com clientes da mesma operadora. “Muitos amigos que eu ligava a operadora era diferente, era mais caro o minuto, você não ganha bônus, promoção nenhuma. Sua vantagem cai lá embaixo”, justificou o analista Robinson Chagas. O único custo para o consumidor é a compra do chip da outra operadora. Se for pré-pago, sai em média por R$ 15. No pós-pago, depende da operadora, porque aí não basta comprar o chip. É preciso também adquirir um plano. Para pedir o desbloqueio, o consumidor tem de ir na operadora onde o celular foi habilitado com um documento de identidade e a nota fiscal de compra do aparelho. Quem perdeu ou não achar a nota, pode pedir uma segunda via lá mesmo na loja. “Desbloqueei há um mês mais ou menos. Levei a nota e desbloquearam na hora”, contou uma moça. “Quando você compra um celular, eles falam que você tem que ter uma fidelidade, um certo tempo com aquele plano, e não explicam se tem direito a desbloquear ou não”, disse o encarregado de loja Moacir da Silva. “Uns falam que tem que pagar, outros dizem que não”, completou um homem. Então, anote aí o que diz a lei: a operadora do celular não pode cobrar taxa pelo desbloqueio, a loja credenciada também não pode cobrar se o aparelho foi comprado lá, a operadora tem até cinco dias para fazer o desbloqueio e se o cliente assinou um contrato de fidelidade pode sim pedir o desbloqueio sem pagar multa, desde que não cancele o plano original. “A competição fica um pouco maior, a pessoa pode optar e não fica mais presa a ninguém”, concluiu a assistente comercial Rosemari da Silva. Alguns modelos de celular mais antigos usam uma tecnologia que não permite às operadoras fazer o desbloqueio. Fonte: Jornal nacional.

TCU (Tribunal de Contas da União) condenou um ex-bolsista brasileiro que fazia doutorado na Espanha a devolver R$ 568,6 mil.

Tribunal condena ex-aluno brasileiro de doutorado na Espanha a devolver R$ 568 mil. Ainda cabe recurso da decisão do TCU; bolsista fazia pós-graduação em administração TCU (Tribunal de Contas da União) condenou um ex-bolsista brasileiro que fazia doutorado na Espanha a devolver R$ 568,6 mil. O dinheiro deve voltar aos cofres do governo federal. O jovem, que estudava pós-graduação em administração de empresas, voltou ao Brasil sem que o curso houvesse sido concluído. Isso configura abandono e não cumprimento de exigência da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), afirma o tribunal. O estudante recebeu recursos, em valores atualizados, que chegam a quase R$ 300 mil, entre outubro de 1992 e dezembro de 1996. Ainda cabe recurso da decisão. A cobrança judicial da dívida já foi autorizada. Paraíba a possibilidade de viajar para o território espanhol surgiu enquanto o ex-bolsista cursava mestrado na UFPB (Universidade Federal da Paraíba). O jovem alegou dificuldades nos dois primeiros anos no país estrangeiro, principalmente em razão do nascimento prematuro de sua filha. A menção consta no relatório do ministro do TCU que julgou o caso. Houve a intenção de terminar o projeto, diz o ex-bolsista, que chegou a escrever uma versão preliminar da tese. Entretanto, exigências do professor que o orientava causaram desgaste entre os dois e impediram a conclusão do trabalho, afirma o estudante. O ministro que julgou o caso ressalta que "não foi convencido" pelos argumentos do jovem, já que em nenhum dos pedidos de renovação da bolsa houve referência a desgaste ou dificuldade na relação com o orientador. O TCU argumenta, ainda, que ambos - orientador e ex-bolsista - voltaram a trabalhar juntos em um projeto de pesquisa, em 2007. A informação consta no relatório do ministro. Fonte: Do R7

Compulsão por gordura funciona como vício em cocaína, diz estudo

Pesquisa mostrou efeitos de alimentos gordurosos no cérebro. Uma pesquisa publicada esta semana afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por comer alimentos calóricos. A pesquisa feita pelo Scripps Research Institute, no Estado americano da Flórida, afirma que, assim como o vício em drogas como cocaína, a compulsão por comidas gordurosas – como doces e frituras – é extremamente difícil de ser combatida. O estudo, realizado com camundongos, mostra que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos. O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma forma. Obesidade Para o cientista Paul Kenny, que coordenou a pesquisa de três anos, uma dieta com alimentos gordurosos possui elementos que viciam. "No estudo, os animais perderam completamente o controle sobre seu hábito de alimentação, o primeiro sinal de vício. Eles continuaram comendo demais mesmo quando antecipavam que receberiam choques elétricos, mostrando o quão estimulados eles estavam para consumir a comida." A experiência foi feita com alimentos que provocam obesidade se consumidos em excesso, como bacon, salsichas e cheesecakes. Os animais começaram a engordar imediatamente. O cientista relata que quando a dieta foi trocada por alimentos mais saudáveis, alguns deles se recusaram a comer e preferiram não se alimentar. Prazer Depois de analisar o resultado da pesquisa com camundongos, Kenny e sua equipe estudaram os mecanismos que provocam a compulsão. O receptor D2 responde à dopamina, um neurotransmissor que está relacionado à percepção de prazer – como o provocado por comida, sexo ou drogas. Quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, no entanto, o cérebro recebe menos dopamina. A pesquisa foi publicada neste domingo no jornal Nature Neuroscience. Fonte: BBC Brasil.

Humanidade não pode salvar o planeta, afirma criador da Teoria de Gaia


Mudar os hábitos para tentar salvar o planeta é “uma bobagem”, na opinião de um dos mais conceituados especialistas em meio ambiente no mundo, o britânico James Lovelock, para quem a Terra, se for salva, será salva por ela mesma.“Tentar salvar o planeta é bobagem, porque não podemos fazer isso. Se for salva, a Terra vai se salvar sozinha, que é o que sempre fez. A coisa mais sensível a se fazer é aproveitar a vida enquanto podemos”, afirmou Lovelock em entrevista à BBC. O cientista de 90 anos é autor da Teoria de Gaia, que considera o planeta como um superorganismo, no qual todas as reações químicas, físicas e biológicas estão interligadas e não podem ser analisadas separadamente. Considerado um dos “mentores” do movimento ambientalista em todo o mundo a partir dos anos 1970, Lovelock é também autor de idéias polêmicas como a defesa do uso da energia nuclear como forma de restringir as emissões de carbono na atmosfera e combater as mudanças climáticas. Gatilho Para Lovelock, a humanidade não “decidiu aquecer o mundo deliberadamente”, mas “puxou o gatilho”, inadvertidamente, ao desenvolver sua civilização da maneira como conhecemos hoje. “Com isso, colocamos as coisas em movimento”, diz ele, acrescentando que as reações que ocorrem na Terra em conseqüência do aquecimento, entre elas a liberação de gases como dióxido de carbono e metano, são mais poderosas para produzir ainda mais aquecimento do que as próprias ações humanas. Segundo ele, no entanto, o comportamento do clima é mais imprevisível do que pensamos e não segue necessariamente os modelos de previsão formulados pelos cientistas. “O mundo não muda seu clima convenientemente de acordo com os modelos de previsões. Ele muda em saltos, como vemos. Não houve aumento das temperaturas em nenhum momento neste século. E tivemos agora um dos invernos mais frios em muito tempo em todo o hemisfério norte”, diz Lovelock. Energias renováveis Durante a entrevista à BBC, o cientista britânico afirmou ainda não ver sentido na busca de alguns hábitos de consumo diferentes ou no desenvolvimento de energias renováveis como forma de conter as mudanças climáticas. “Comprar um carro que consome muita gasolina não é bom porque custa muito dinheiro para manter, mas essa motivação é provavelmente mais sensata do que a de tentar salvar o planeta, que é uma bobagem”, diz. Para Lovelock, a busca por formas de energia renováveis é “uma mistura de ideologia e negócios”, mas sem “uma boa engenharia prática por trás”. “A Europa tem essas enormes exigências sobre energias renováveis e subsídios para energia renovável. É um bom negócio, e não vai ser fácil parar com isso, mas não funciona de verdade”, afirma. Fonte: BBC Brasil.

Raios-X da saúde

Quase 60 milhões de pessoas têm pelo menos uma doença crônica no Brasil, mostra IBGE. Cerca de 59,5 milhões de pessoas (31,3% da população) afirmaram ter pelo menos uma doença crônica no Brasil em 2008, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) -Suplemento Saúde-, divulgada nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no Rio. O estudo aponta ainda que 19% da população declarou ter pelo menos três doenças crônicas. Cresce o número de pessoas com plano de saúde no país 1,2 mi de vítimas da violência deixam de realizar atividades físicas Quase 30% da população sofre com problemas de mobilidade física. Brasileiro avalia a própria saúde como boa ou muito boa Levando em conta o sexo, a pesquisa revelou que o percentual de mulheres com doença crônica (35,2%) era superior ao observado entre os homens (27,2%). O percentual de pessoas com declaração de doença crônica também crescia com a faixa etária. Entre aqueles com 50 a 64 anos o percentual era de 65%, entre aqueles com 65 anos ou mais era 79,1%. Ainda de acordo com o estudo, quanto maior o rendimento, maior era o percentual de pessoas que responderam ter ao menos uma doença crônica. As três doenças com maior incidência foram: hipertensão (14%), problema na coluna ou nas costas (13,5%) e reumatismo (5,7%). Segundo o levantamento, há diferenças entre as doenças de acordo com a faixa etária. Do total da população 3,6% tinham diabetes. Entre aqueles com 35 anos ou mais de idade, este percentual era de 8,1%. DIANA BRITO da Folha Online, no Rio

10 ministros saem do governo, secretários-executivos assumem

Dez novos ministros tomaram posse nesta quarta-feira (31/3) em cerimônia conjunta realizada no Palácio Itamaraty. Os que saem pretendem disputar cargos eletivos este ano e serão substituídos por seus secretários-executivos. Abaixo, cada ministro que sai e sua principal realização em seu respectivo ministério: Fonte: Blog Planalto.

Plano de banda larga deve sair em abril e ser incluído no PAC-2

Brasília - O governo deve anunciar o Plano Nacional de Banda Larga em abril e inclui-lo na segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), afirmou nesta segunda-feira o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. Segundo ele, o plano para universalizar a Internet rápida no Brasil não consta do PAC-2 porque o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por questões de agenda, ainda não se reuniu com os ministérios envolvidos para aprovar seu conteúdo. "Estamos com as linhas gerais prontas", disse Bernardo a jornalistas, acrescentando que depois o plano deve ser "acoplado" ao PAC-2. "Você colocar uma coisa que não está bem definida ia gerar um elemento de indefinição e polêmica dentro do PAC. Acredito que em abril podemos resolver." Perguntado se a demora deve-se à polêmica sobre o uso da Telebrás como o braço do governo para implementar o programa, o ministro disse que esse é apenas "um detalhe" do projeto. Fonte Portal Exame Veja