Chapa 02 Apoiada Pela Prefeita foi Esmagada com Derrota Inedita

Foto Henrique Jr



Eleições Sindicais no ultimo Sábado 27 de junho de 2009 os trabalhadores (a) rurais do Município de Redenção foram às urnas, a CHAPA 01 concorrida por Pedro Fernandes obteve 2.595 votos, contra 533 Marisa da Barra Nova, vitoria esmagadora encima da CHAPA 02 que tinha como candidata a ex- delegada Marisa que nos últimos meses deixou o sindicato e se debandou se para receber o total apoio da Prefeita Municipal, por este motivo é que a ex delegada Marisa, sofrera tal derrota ficando contra a classe trabalhadora a derrota foi inevitável, atribuindo assim a perca da eleição da qual Marisa teve apoio da prefeita CIMAR, a candidatura da CHAPA contou com apoio importante a exemplo do Grande Lidere Politico Manoel soares Bandeira e sua Esposa Vereadora Vasti Bandeira entre os adeçoes a grande importancia dos Trabalhadores e Trabalhadores Rurais, na defesa dsa chapa 01.

CRITICADO VALOR DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS DO CEARÁ 72 MILHÕES



CRITICADO VALOR DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS
O Deputado Heitor Férrer estranhou o montante de 72 milhões que será gasto para a recuperação das estradas do Estado do Ceará. Ele considerou importante o reparo nas vias, no entanto, criticou a pouca duração das estradas feitas. “Temos que parabenizar o governador Cid Gomes pela recuperação, mas o debate se faz necessário porque as estradas não duram cinco anos. Tem delas que não têm três anos”, reclamou. O parlamentar levantou a hipótese de que a situação precária das estradas esteja relacionada ao desvio de dinheiro público de gestões passadas.

Senado pode aprovar hoje serviço de mototáxi


A regulamentação da profissão de motoboy, que prevê a permissão do mototáxi, será votada hoje no Senado. A expectativa das entidades de classe é de que o projeto seja aprovado pelos senadores e vá para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se isso acontecer, as Câmaras Municipais de todo o País ficam livres para criar leis que regulamentem o serviço de mototáxi. Mas, na capital paulista, esse sistema de transporte encontra resistências. O secretário municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, é contra. Para ele, seria uma "carnificina". O prefeito Gilberto Kassab (DEM) também desaprova. A Frente Nacional de Prefeitos (FNP), da qual ele participa, enviou documento ao Senado se posicionando contrariamente à aprovação. Entre os argumentos estão aumento da lentidão e a falta de segurança, já nosso governo cearense não se posicionou sobre a nova regulamentação, mais a importância da aprovação da lei vem de encontro os anseios da categoria de mototaxis, que o senador possa aprovar novos projetos e leis para tentar sair do marasmo que se encontra passar a limpo, uma boa estratégia sem duvidas é chamar atenção da sociedade brasileira votam matérias de interesse da nossa gente “Brasileira” acorda brasiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiil

OS DEZ MANDAMENTOS DOS LADRÕES DO FUNDEB


PARA AS VÍTIMAS SABEREM COMO SÃO ROUBADAS! PARA ENTENDEREM PORQUE A EDUCAÇÃO NÃO TEM QUALIDADE NO CEARÁ E NO BRASIL! PARA SABER QUE AS INSTITUIÇÕES QUE DEVERIAM FISCALIZAR AS APLICAÇÕES DO FUNDEB ESTÃO PERDENDO PARA O CRIME ENQUANTO ELES VIVEM NO PARAÍSO NO PRESENTE COM O DINHEIRO DESVIADO DO FUNDEB, OS PROFESSORES PASSAM FOME DESDE O PASSADO, OS ALUNOS CONDENADOS A NÃO TEREM FUTURO POR CONTA DA EDUCAÇÃO DE PÉSSIMA QUALIDADE! EIS OS VERGONHOSOS 10 MANDAMENTOS
Mandamentos Escritos e constatados a partir de relatos e experiências reais acompanhadas e vividas na advocacia junto a vários sindicatos de servidores municipais no Estado do Ceará. Que não deixa de ser uma amostra do Brasil.. Não aconselho a nenhum prefeito ou prefeita que os adote. Mas os que defendem a educação devem ficar de olho e denunciar os piratas do FUNDEB, travestidos de governantes, que são inimigos dos educadores e da educação. OS SINDICATOS PRECISAM ATUAR COM MUITA VEEMÊNCIA NO COMBATE A TAL PRAGA. Eis os 10 malditos mandamentos seguidos pelos ladrões do FUNDEB: 1º- Enviar projeto de lei para Câmara Municipal, vez que o Poder Legislativo, na maioria dos municípios, não passa de anexo das prefeituras, criando Conselho Municipal do FUNDEB, que garanta maioria dos representantes da prefeitura no Conselho, eleição do presidente do Conselho de confiança da prefeitura, aprovação do regimento do Conselho dando todos os poderes ao seu presidente, INVIABILIZANDO A FISCALIZAÇÃO E A PARTICIPAÇAO DA SOCIEDADE QUANTO AO CONTROLE SOCIAL DA APLICAÇÃO DS VERBAS DO FUNDEB. 2º- Pagar os 60% do repasse do FUNDEB em números absolutos como remuneração dos profissionais da educação, mas colocando no quadro da docência inúmeros profissionais da educação contratados, de preferência cabos eleitorais. Formando curral eleitoral com as verbas da educação. Muitos deles sem trabalharem. 3º Pagar os 60% do FUNDEB, percentual mínimo a ser aplicado como remuneração dos educadores, só que creditando na folha de pagamento dos professores que têm jornada de 100 horas remuneração equivalente a 200 horas. Depois o Secretário de Educação ou outro... Vai até o professor, reclama que pagou a mais, recebe o dinheiro em mãos e aplica onde quiser. 4º Convocar uma assembléia de profissionais de educação, comunicar-lhes que cada um ganhará um notebook para dar maior eficácia ao seu trabalho, todo mundo fica maravilhado, aprova a novidade. Após cada um receber o notebook, percebe na folha de pagamento seguinte, que o valor da prestação está a mais, como salário no contracheque e descontado, ao mesmo tempo, como prestação de pagamento do computador. O pagamento saindo dos 60% do FUNDEB. EIS UM ESTELIONATO EDUCACIONAL! 5º Ter um contador habilidoso, melhor que o contador de Al Capone. Ele fará duas folhas de pagamento: A REAL que é paga junto ao Banco e a VIRTUAL que é a informada ao TCM, que nada percebe. Assim, por exemplo, um professor que num Município recebe R$ 500,00 de remuneração, para o TCM informa que ele ganha R$ 1.000,00. Além da legitimação da apropriação indébita, a prestação de contas será eficaz e ainda usa a informação do TCM para dizer que não há margem para reajustes, pois atingido o limite prudencial. 6º Os empréstimos feitos pelo professor junto a bancos serem colocados na folha de pagamento do TCM como gratificação. Assim, por exemplo, um professor que ganha R$ 500,00 e paga empréstimo de R$ 100,00, recebendo R$ 400,00 líquidos. Na folha de pagamento enviada para o TCM, ele ganha R$ 500,00 de salário, R$ 100,00 de gratificação, totalizando a remuneração R$ 600,00. Todavia R$ 100,00 é descontado para o empréstimo, mas lá na ponta o servidor só recebe R$ 400,00. Nessa magia R$ 100,00 desaparece no vazio do éter contábil. 7º Tirar da folha de pagamento dos 60% do FUNDEB as lideranças sindicais nos municípios onde os sindicatos são autônomos e atuantes, além de excluí-los do RAT (O) eio dos abonos e ainda, se possível, tirar a regência de classe. Violando-se a liberdade sindical. Pois assim, ninguém mais vai querer ser dirigente sindical. Se for vai pagar do bolso por tal afronta! TODO LADRÃO GOSTA DE ROUBAR EM PAZ. QUANDO ATRAPALHADO COMETE ATÉ LATROCÍNIO. 8º Na folha de pagamento do professor incluir valores altos de pagamento à entidade sindical. Assim, por exemplo, alguém que ganhe R$ 500,00 líquidos, observa no seu contracheque entrar R$ 180,00 de desconto para entidade sindical mesmo sem ser sindicalizado. Os R$ 180,00 constam no contracheque, mas não entram na conta do servidor. Como houve um crédito a mais no mesmo valor, não tendo prejuízos no final, no que é depositado na conta, o servidor deixa por isso mesmo. MAS o servidor não sabe que tal fato aconteceu com muitos outros servidores e que assim, atingem-se mais rapidamente os 60% mínimos, que devem ser aplicados na remuneração dos profissionais da educação, sem que os beneficiários tenham os educadores. 9º Pagar mal o ano inteiro aos educadores, pegar emprestado as verbas do FUNDEB sem pagar juros, além de aplicar sobras em fundos rentáveis, não prestar contas de tais rendimentos e ao final do ano ainda dá um de bonzinho: para atingir os 60% do valor repassado do FUNDEB no ano, como mínimo a ser pago aos profissionais, assim manda a Constituição, fazer o RAT(O)EIO, declarando para mídia que está pagando o 14º, o 15º, o 16º, o 17º... 20º salário, etc.10º PAGAR PISO! NO PROFESSOR SE PISA OU DAR-LHE UMA PISA. Educação pra quê? Sendo ainda capaz de convencer servidores da educação e sindicatos que não pode dar sequer o reajuste do INPC, congelando o salário dos professores por anos, pagar a todos os professores o salário mínimo, quando paga o mínimo e a folha em dia, tanto faz ser nível médio, graduado ou pós-graduado, alegando não ter dinheiro suficiente. Ao tempo que comparando vários anos os repasses do FUNDEB aumentaram consideravelmente, o que pode ser visto nos sites do MEC e do Banco do Brasil. A despesa, QUE NINGUÉM VÊ, tendo aumentado invisivelmente, engolindo todo o aumento de repasse, mesmo sem reajustes, sem admissão de novos concursados, sem concessão de progressão na carreira para categoria... Ocorrendo fraudes ainda por serem detectadas.
Materia Escrita, DR Valdecy Alves Advogado de Varios Sindicatos Servidores Publico.

Vereadora Vasti Bandeira Trabalho e Competencia "APROVADA"

Foto Henrique Jr

A Vereadora Vasti Ferreira Lima Bandeira, eleita com 687 votos pelo PDT Partido Democrata Trabalhista, Vasti é casada mãe de duas lindas garotas Manoela e Monalisa, a vereadora é conhecida por todos como a futura 1º dama, pois por duas vezes seu esposo Manoel Soares Bandeira foi candidato a prefeito pelo município de Redenção por muito pouco não foi eleito. Vasti com ajuda do povo e desta grande liderança que é Bandeira, Vasti Bandeira ficou em 4º lugar entre os mais votados, só com ajuda de DEUS de seus familiares e amigos, Vasti a cada dia vem se destacando entre seus pares com apenas 5 meses de mandato já deu entrada em mais de 30 requerimento nas mais diversas áreas requereu melhoria saúde, educação, infra-estruturar, fardamento para os garis, farmácia popular, em fim Vasti é só trabalho, trabalho seu objetivo é criar e apoiar projetos que visem melhorar a qualidade na educação, saúde, meio ambiente, transporte, turismo, agricultura, esporte, priorizando sempre a infância, a juventude, a terceira idade e funcionalismo público. Esta é a vereadora Vasti Bandeira mãe, esposa, amiga, simpática, verdadeira e honesta, todas as sexta feira a Vereadora esta na Câmara Municipal de Redenção requerendo e defendendo sua gente seu povo.

COMISSÃO BRASILEIRA DE JUSTIÇA E PAZ



Comunicação sobre a campanha de assinaturas contra a corrupção eleitoral
Na Assembléia do ano passado, como os senhores Bispos estarão lembrados, tivemos aqui a presença do Dr. Aristides Junqueira, ex-Procurador Geral da República e membro da Secretaria Executiva da Comissão Brasileira Justiça e Paz, para apresentar o Projeto de Lei modificando a legislação eleitoral, com vistas a que a Justiça Eleitoral possa coibir com mais eficácia o crime da compra de votos de eleitores. Esse Projeto acabava de ser elaborado pelo Grupo de Trabalho constituído para esse fim pela Comissão. Uma maioria expressiva da Assembléia, nessa ocasião, em resposta à consulta que lhe foi feita, optou por dar o apoio da CNBB à Iniciativa Popular a ser lançada propondo essa modificação legislativa.
Quinze dias depois já contávamos com o co-patrocínio de 32 entidades nacionais e pudemos, em 11 de maio, fazer em Fortaleza o lançamento nacional da Iniciativa Popular, por ocasião da Audiência Pública sobre corrupção eleitoral realizada naquela cidade.
Pretendíamos conseguir o milhão de assinaturas necessárias ao longo de 1998, para dar entrada do Projeto no Congresso Nacional no início de 1999. Dentro desse cronograma, estaríamos hoje aqui apresentando aos senhores Bispos um plano de trabalho para conseguir a aprovação desse Projeto no Congresso, para o que seria necessário um novo tipo de mobilização, que demonstrasse aos deputados e senadores o desejo da sociedade de que o aprovassem.

A realidade como ela é
A realidade, no entanto nem sempre corresponde ao que desejaríamos. A coleta de assinaturas revelou-se mais difícil e mais lenta do que o previsto, e não conseguimos o resultado pretendido, apesar de esforços especiais como o lançamento, pelos Presidentes da CNBB, do CONIC e da OAB, da 1ª Semana Nacional de Coleta, em Setembro, do uso das ocasiões oferecidas pelo primeiro e segundo turno das eleições, em que os eleitores estão munidos de seus títulos, e da campanha especial de fim de ano, além de apelos feitos em declarações da CEP. Hoje, com as assinaturas já contadas, uma a uma, excluindo-se as que nos foram enviadas sem o número do título de eleitor, e somando-se aquelas de que temos notícia, mas ainda não recebemos, estamos chegando ao meio milhão. O número é na verdade impressionante, mas na prática falta outro tanto para apresentarmos o Projeto ao Congresso.
O número mínimo de assinaturas exigido constitucionalmente para a apresentação de Iniciativas Populares de Lei de fato inviabiliza o uso desse instrumento de participação popular, por todos nós saudado com alegria quando a Constituinte o criou. Até hoje, dez anos depois, uma única Iniciativa – visando a criação do Fundo Nacional de Habitação – conseguiu alcançar esse resultado. Outra que se diz ter conseguido – relacionada aos crimes hediondos – parece ter sido somente um abaixo-assinado, a proposta tendo sido encampada pelo Executivo que enviou ao Congresso um projeto de lei com o mesmo objetivo. Como nossa proposta já está fazendo seu caminho também entre os parlamentares, estão sendo colhidas assinaturas no Congresso para uma emenda constitucional que reduza o mínimo para 0,5% do eleitorado, em vez do 1% atual. Isto já é uma vitória de nosso esforço.

Anexo à comunicação da CBJP
Apresentamos abaixo a distribuição, por Estado da Federação e de fora do país, do número de assinaturas recebidas, em estatística feita quando ainda contávamos com 390.927 assinaturas.
Muitas outras chegaram posteriormente, que ainda não foram contadas, mas seria útil que as dioceses de Estados de onde chegou um número menor indicassem à CBJP se houve eventuais extravios que possam ser verificados.

Fraude Urnas Eletrônicas


Para valer nas Eleições Gerais de 2010, o Congresso deve aprovar o projeto de Reforma Eleitoral até setembro. Considerando que o grupo de trabalho encarregado de apresentar o projeto já fechou acordo em quase 80% dos pontos da proposta elaborada inicialmente pelo deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), estima-se que teremos novidades para as próximas eleições. Dentre as alterações, dois pontos merecem destaque, o primeiro é a possibilidade de limitação à atuação da Justiça Eleitoral durante o período das eleições. A mudança irá corrigir um problema surgido com a omissão do Congresso em suprir algumas lacunas e vazios, que provocaram o grande aumento da edição de resoluções por parte da Justiça eleitoral. De acordo com Flávio Dino:
"Diante desse agigantamento de competência, o presidente Michel Temer, com razão, tem insistido na necessidade de uma legislação eleitoral que vá aos detalhes, para que a Justiça Eleitoral cuide apenas do que é de sua responsabilidade, que é a organização das eleições e o julgamento dos conflitos a ela apresentados".
A redação do projeto conserva a prerrogativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para expedir todas as instruções das eleições e ainda a data limite de 5 de março do ano em que ocorrerem os pleitos para edição das resoluções. Entretanto, algumas ressalvas foram incluídas:
a) As resoluções do TSE não poderão “ultrapassar o caráter regulamentar”;
b) Tampouco poderão “restringir direitos ou estabelecer sanções distintas das previstas” na lei.
Pela proposta, o TSE não poderá editar resoluções, por exemplo, sobre verticalização, fidelidade partidária e cassação de governadores e prefeitos.
Pode até parecer óbvio que uma resolução do TSE não possa ultrapassar as fronteiras da lei. Entretanto, na visão dos congressistas, este “óbvio” vem sendo corriqueiramente afrontado pelo TSE, a tese de que o TSE vem “usurpando” prerrogativas do Parlamento, “legislando” por meio de sentenças e resoluções não é recente. Desde as Eleições Municipais 2004, quando o Tribunal reduziu o número de vereadores nas Câmaras Municipais, que os congressistas não estão nada satisfeitos com a chamada “judicialização da política”, o segundo ponto é a (re) criação da versão impressa do voto, a partir de 2014. A proposta foi apresentada pelo líder do PDT na Câmara, deputado Brizola Neto. O principal argumento utilizado por ele é a impossibilidade de recontagem de votos em caso de suspeita de fraudes.
"O sistema brasileiro de votação é muito frágil, não é seguro e não foi aceito nem incorporado por nenhum país do mundo, o Paraguai, que chegou a aceitar as nossas urnas para experiência, acabou de devolvê-las por não considerar o sistema seguro."Dino incorporou a proposta ao relatório por acreditar que existe tempo hábil para implementar a mudança, o primeiro ponto do projeto de Reforma Eleitoral tenta resgatar para o Congresso a responsabilidade principal sobre matéria legislativa. Não excluindo, por enquanto, a competência adversa atribuída ao Judiciário, mas aparando os excessos praticados.
Não é de hoje que juristas criticam o acúmulo de poderes da Justiça Eleitoral. No artigo Primeiro é preciso não fugir ao debate!, publicado em 29 de dezembro de 2008, comentamos sobre os três papéis atualmente exercidos pelo TSE:
a) legislador: detém a prerrogativa de editor das resoluções eleitorais;
b) executor: é o responsável por administrar todo o processo eleitoral,
c) judiciário: incumbido de julgar as ações judiciais em matéria eleitoral.
Por outro lado, a impressão do voto é um mistério. A população quer e os parlamentares insistem na tese, entretanto, até hoje, o que tem valido é a opinião do TSE: somos contra a materialização do voto e pronto. Um desrespeito que pode estar com os dias contados.

O Senado precisa de um exorcista


O “Diabo”, o “Tinhoso”, o “Coisa Ruim”... É bicho malicioso e enganador. Mestre da desagregação e da trapaça, com astúcia incomparável manipula e corrompe, sempre com a ajuda dos maus, dos perdedores, dos invejosos. Não atua jamais às claras; trabalha na sombra para inviabilizar a convivência pacífica das pessoas de bem; e sempre se fortalece quando os incautos negam sua existência. “A astúcia mais perfeita do Demônio”, advertia Charles Baudelaire, “consiste em persuadir-nos de que ele não existe”. Negar a existência e a ação do Maligno, portanto, é o grande erro que assegura o seu poder sobre nós. É apenas esta a verdadeira razão da crise atualmente construída contra o Senado Federal da República. A desagregação infernal vivida pela Casa tem o cheiro do enxofre emanado de um endereço certo: o atual governo tucanóide paulista. José “Lúcifer” Serra é o demônio que anda assombrando a paz e a tranqüilidade necessárias para o pleno funcionamento da democracia, com a colaboração prodigiosa de seus diabinhos serviçais de sempre. O que o Senado Federal precisa, portanto, é de um exorcista. A constatação tem fundamento porque José Serra tem dois problemas para se viabilizar como candidato à Presidência. Precisa tentar desconstruir a persistente popularidade de Lula e inviabilizar o apoio do PMDB ao presidente. E o símbolo do apoio responsável do PMDB à governabilidade de Lula chama-se José Sarney. Tentar atacar Lula, nos patamares em que o presidente se encontra hoje junto à opinião pública, seria suicídio político. Por isso, Serra, nos últimos dias, está tendo que elogiar alguns pontos do governo federal, como fez com a questão da diminuição do IPI. Resta-lhe, portanto, a opção desesperada de tentar desagregar a base política de sustentação de Lula no Congresso. Ele sabe que o PMDB se fortaleceu mais ainda nas urnas nas eleições municipais no ano passado. E conquistou as presidências da Câmara e do Senado, neste ano. O que acontece é que Serra, chefe de decaídos como Jarbas Vasconcelos, precisa desagregar o partido, fazê-lo fraco e distante de Lula. Mas, existem dois PMDBs. O de Sarney, confiança pessoal de Lula, e o de Temer, que já teve boas relações com o Capeta tucano no passado recente. O que o “Demo” quer é exatamente enfraquecer Sarney e fortalecer a ala de Temer. Por isso, mandou que os seus empregadinhos batessem não na Câmara dos Deputados, mas no Senado. Claro! Ou será outro o motivo pelo qual a Câmara quase que desapareceu dos holofotes golpistas da mídia amestrada nos últimos dias?

CNBB divulga nota contra a corrupção na política


CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
69ª Reunião Ordinária do Conselho Permanente
Brasília – DF, 16 a 18 de junho de 2009

A SUPERAÇÃO DA CORRUPÇAO NA POLÍTICA:
SALVAGUARDA DA ÉTICA E DA DEMOCRACIA
“Na verdade, a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro” (1Tm 6,10).
Nós, membros do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil - CNBB, reunidos em Brasília, DF, nos dias 16 a 18 de junho de 2009, manifestamos
indignação diante das repetidas acusações de corrupção nas instâncias dos Poderes
constituídos. A corrupção e a decorrente impunidade constituem grandes ameaças ao sistema
democrático.
A corrupção aumenta o fosso das desigualdades sociais, como também a miséria,
a fome e a pobreza. Além de ferir gravemente o princípio do destino universal dos bens,
raramente se tem notícias sobre a restituição dos recursos e bens públicos usurpados. A
corrupção trai a justiça e a ética social, compromete o funcionamento do Estado, decepciona e
afasta o povo da participação política, levando-o ao desprezo, perplexidade, cansaço, revolta, e ao
descrédito generalizado, não somente pelos políticos, mas também pelas Instituições Públicas.
A imprensa nacional e os órgãos públicos competentes têm divulgado a prática de
comprovada corrupção nos meios políticos como um círculo vicioso, um hábito enraizado na
inversão dos meios e do fim da “coisa pública”. Ao mesmo tempo em que a mídia funciona
como caixa de ressonância, denunciando os males presentes na vida política, muitas vezes
pode semear na opinião pública a idéia da inutilidade do Congresso, desvalorizando a
democracia.
Diversas instâncias da sociedade civil já se manifestaram em favor da reforma
política para, entre outros objetivos, sanar os males da corrupção sedimentados na vida
pública. A Igreja quer contribuir para o bem comum, lembrando as exigências éticas do
Evangelho. A política é um serviço ao bem comum, na construção da sociedade justa, fraterna
e solidária. Os políticos sejam pessoas dotadas de virtudes sociais, como competência,
retidão, transparência e espírito de serviço, sendo os primeiros responsáveis pela ordem justa
na sociedade. A superação da corrupção exige pessoas e partidos com perfil íntegro para o
exercício do mandado público.
Convocamos a todos para que, através do Projeto de Lei de Iniciativa Popular
sobre a Vida Pregressa dos Candidatos (Projeto Ficha Limpa), da Reforma Política e outras
mobilizações, possamos garantir eleições regidas pela ética em 2010, fortalecendo a
participação e garantindo a credibilidade dos processos democráticos. Nesse sentido, a Igreja
oferece, por meio das escolas de Fé e Política, uma concreta e valiosa contribuição.
Que Nossa Senhora Aparecida, serva de Deus e da humanidade, ajude o povo
brasileiro a combater a corrupção, criando condições para uma sociedade justa e plenamente
democrática.
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário-Geral da CNBB

UM ESTADO DE PEDINTES E O SINAL DE PÉSSIMOS GOVERNANTES

Foto Henrique Jr


Falar de políticas públicas de lazer no momento pelo qual passa a nossa sociedade, eivada de desempregados, miseráveis e famintos, frutos das políticas neoliberais que vêm desconstruindo as conquistas sociais historicamente constituídas através das lutas dos trabalhadores brasileiros e mundiais em diferentes momentos históricos, é um grande desafio.
Porém, gostaríamos de enfatizar que percebemos nas atividades de lazer um momento de intervenção pedagógica, uma possibilidade de contraponto ao que está posto no momento atual, uma rica oportunidade de participar dos movimentos sociais organizados, mesmo tendo consciência de que a concepção de estado ora constituída - neoliberal, portanto privatizante, onde se privilegia as exigências do mercado, que supera as das necessidades da grande massa trabalhadora - é determinante no que tange à consecução de qualquer projeto, principalmente naqueles que têm a intenção clara de serem mais um instrumento de conscientização das massas oprimidas.
Nessa perspectiva, pensa-se o lazer como uma esfera de importante significação na vida em sociedade, vendo-o como um momento em que os trabalhadores também se constroem histórica, social e culturalmente, pelo seu conteúdo, pelos valores que são experimentados, pelas atitudes vividas e, fundamentalmente, pela relação cidadã que pode ser estabelecida com esse tempo, Percebemos, portanto, as atividades de lazer como uma oportunidade de desenvolvimento de valores contestadores da sociedade atual, que caminha no terceiro milênio como promotor da exclusão e das desigualdades, crescendo em última instância, a responsabilidade de todos aqueles que resistem ao canto das sereias, propala dor das maravilhas do projeto histórico neoliberal, definidor de um quadro de exclusão social de proporções jamais vistas e sentidas, sinalizador de um novo século e de um novo milênio já nascidos sob a égide do fomento das desigualdades sociais, desigualdades essas que se recrudescem a cada dia, conforme nos mostram os últimos dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA)1 , revelando que 80, 45% dos baianos se situam abaixo da chamada "linha de pobreza", ganhando menos de R$ 132 por mês e que 60,24% chegavam a estar abaixo da "linha de indigência", com rendimento inferior a R$ 65.
Em ambos os indicadores, o Estado ocupa a terceira pior posição do Brasil, só perdendo para o Maranhão e o Piauí, segundo a mesma pesquisa, o município de Feira de Santana se encontra com 64,51% da população em estado de pobreza. um outro dado alarmante é indicado por um estudo2 feito com crianças de creches públicas e postos de saúde do Brasil, indicando que os níveis de anemia e carência de vitamina A vêm aumentando nas últimas décadas.
E para finalizar esses dados, que são apenas alguns dentre tantos que apontam para a necessidade de promover políticas públicas que sejam verdadeiramente políticas sociais, gostaríamos de citar os Indicadores do Desenvolvimento Mundial de 1999, coletados pelo BIRD, que diz que os 20% da população brasileira mais pobre detêm apenas 2,5% da renda nacional. Enquanto isso, os 20% dos brasileiros mais ricos ficam com 64,2% dela. 3
Por conta de todos esses dados supracitados, parece-nos difícil falarmos de lazer - que quer queiramos ou não, é um dos indicadores de qualidade de vida de um povo, Ao que tudo indica, o lazer do brasileiro é inexistente, pelo menos para os que compõem a massa de contingente arrolada nesses levantamentos feitos por organizações governamentais. Mas de que forma intervir? Cruzar os braços e criticar as propostas oficiais de lazer? Seria uma postura comodista demais. O que precisamos é buscar respostas sem com isso, deixar de tecer críticas às propostas de políticas de lazer de cunho assistencialistas, precisamos cobrar dos governos respostas concretas para o dilema dos espaços para o lazer do trabalhador e já que o lazer não está dissociado do trabalho, na esteira das reivindicações pelo desenvolvimento de políticas públicas setoriais de lazer, a fim de responder aos anseios da população no que se refere à prática do lazer, estaremos também trazendo à tona, a necessidade de ampliar as oportunidades de emprego para o trabalhador brasileiro. Instrumento de cidadania
É importante ressaltar que as políticas públicas como nos dizem Palmeira (1996), não são apenas políticas concebidas e propostas pelo setor governamental. As políticas públicas envolvem esforços significativos de amplos setores da população que lutam pela melhoria de suas condições de vida. Ressalta a autora que, assim procedendo, a população está exercendo o seu poder de participação política, logo de democracia. Democracia esta que passa necessariamente pela questão cada vez mais essencial na sociedade contemporânea: a discussão entre o público e o privado.
Esta discussão também se apresenta quando nos debruçamos sobre a análise do lazer, e que invariavelmente se apresenta quando a questão é a alocação dos recursos humanos e financeiros que são investidos em ações que não trazem benefícios para a população de uma forma geral, beneficiando apenas um grupo ou investindo o capital público em ações que sustentam e reforçam a lógica da sociedade capitalista.

Estradas Infernais Sem Condiçoes Trafego Ce 354 Liga Acarape Barreira Chorrozinho

Foto Henrique Jr


As condições de tráfego na rodovia estadual CE-354, que liga os municípios de Chorozinho a Acarape, passando por Barreira, estão lamentáveis. São buracos por todos os lados e, em determinados trechos, é melhor transitar pelo acostamento de terra batida, do que pelo leito da rodovia, que deveria ser asfaltado com qualidade. O problema são os prejuízos ocasionados aos motoristas e motociclistas que precisam passar diariamente pelo trecho, pois ocorrem danos à parte de suspensão, bem como pneus dos veículos. O alerta é para o DER Departamento Estradas e Rodagem.

"REDENÇÃO CEARÁ" PDT 12 TRABALHISMO DE VERDADE JUVENTUDE SOCIALISTA


Foto Italo Heneiken



A juventude socialista de Redenção renasceu com força máxima. Uma mostra da coesão e do entusiasmo do grupo foi vista na atividade de confraternização realizada no dia 21 de abril de 2009. Cerca de 30 jovens foram até o SALÃO PAROQUIAL para ouvir e falar de política. O encontro também reuniu lideranças de vários locais. Entre eles, o presidente do PDT Julio referenciou a importância do engajamento dos jovens Redencionista na luta por um país mais justo e igualitário pois a JUVENTUDE SOCIALISTA é o caminho.o ato realizado em REDENÇÃO também abriu espaço para os convidados que durante eventos fortes emoções, Manoel Bandeira se emocionou durante sua fala ao lembrar-se das conquistas do PDT com LEONEL BRIZOLA liderando o partido e sempre lutando incansavelmente por um Brasil mais justo e para todos, Maria Bandeira comentou sobre a influência que Leonel Brizola sobre a juventude Ele certamente contribuiu muito na reorganização da juventude por todo Brasil. Se vivo estivesse Brizola completaria, neste 22 de janeiro, 87 anos. Conheci Brizola no exílio em 1976. À época, presidente do Movimento Feminino pela Anistia viajou com Glênio, meu marido, para Montevidéu num convite transmitido através de João Carlos Guaraná. Impressionaram-nos vivamente o seu conhecimento da realidade brasileira, as prioridades que Brizola formulava para o nosso país em sua preocupação com as crianças, com a situação de discriminação das mulheres e dos negros, com os trabalhadores brasileiros e a defesa de um modelo de desenvolvimento capaz de incorporar a grande massa de excluídos. Senti que aquele homem era um grande patriota e seu carisma não resultava de exterioridades, como acontece tão freqüentemente, mas da grande força de seu ideário, da justeza de suas propostas. Conquistada a anistia retorna do exílio e retoma o projeto trabalhista com a organização do PDT e um programa com aquelas prioridades O trabalhismo assumirá o socialismo democrático, apelidado de “socialismo moreno”.